Varejo ajuda o RS a ter saldo positivo na geração de empregos em março

Varejo ajuda o RS a ter saldo positivo na geração de empregos em março

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A boa contribuição do varejo gaúcho para que o Rio Grande do Sul tivesse, em março, saldo positivo na geração de postos de trabalho com carteira assinada, é um ponto a ser destacado, segundo a avaliação do presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch. De fato, o comércio respondeu por 1.163 contratações no período, ajudando a finalizar o terceiro mês do ano com um balanço positivo, no somatório de demissões e contratações, de 2.439 novas vagas.

Embora os indicadores do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontem uma desaceleração das contratações, ainda assim é preciso ver que todo e qualquer resultado positivo é um fator que contribui para dar fôlego ao atual cenário econômico do Rio Grande do Sul.

O desempenho positivo do varejo no período pode ser avaliado por fatores como o Carnaval, que aconteceu nos primeiros dias de março, fazendo com que muitos empreendimentos buscassem novos colaboradores. Além disso, ocorreram contratações temporárias para o período da Páscoa, onde aumenta a demanda de clientes e é necessário ter equipes mais robustas.

– Importante observar que o saldo positivo do emprego no RS é ainda mais significativo pelo fato do desempenho do país ter sido negativo, com quase 43 mil postos de trabalho fechados. Além disso, o comércio gaúcho também mais contratou do que dispensou colaboradores, exatamente o contrário do que ocorreu em nível nacional. É claro que a situação econômica precisa melhorar e muito, mas os resultados apontados pelo Caged para o Rio Grande do Sul, se não chegam a entusiasmar, representam um alento para o estado nesse momento – avalia Vitor Augusto Koch.

O levantamento do Caged apontou que o Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Amapá foram os estados que tiveram desempenho positivo na geração de novos postos de trabalho no mês de março.

Porto Alegre: Lojistas insatisfeitos com o BarraShoppingSul buscam apoio da CDL POA

Porto Alegre: Lojistas insatisfeitos com o BarraShoppingSul buscam apoio da CDL POA

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A CDL Porto Alegre vem recebendo reclamações constantes por parte de lojistas do BarraShoppingSul. Na manhã de ontem, dia 10, uma comitiva de lojistas veio até a sede da entidade para falar das dificuldades que enfrentam para negociar com os representantes do empreendimento, especialmente, sobre o valor dos alugueis.  A situação está tão complicada que os varejistas observam que grandes redes que antes estavam naquele shopping, como HStern, Daslu, Marisa, C&A, Gap, Sony e Casa das Alianças, entre outras, já fecharam suas lojas. A partir deste encontro, tendo em vista que existe a disposição para ações mais drásticas, ficou acertado que será solicitada uma audiência entre dirigentes da CDL POA, enquanto representante dos lojistas, com a superintendência do BarraShoppingSul, para tentarem encontrar alguma solução para estas demandas.

Vale lembrar que a entidade já conta com este site, no qual os lojistas podem publicar seus pleitos e dificuldades com esses empreendimentos, bem como os representantes destes podem manifestar suas opiniões e apresentar soluções possíveis para diferentes casos ali abordados. 

CDL POA promove debate sobre a reinvenção do comércio. Confira dicas aplicáveis e rentáveis para seu negócio

CDL POA promove debate sobre a reinvenção do comércio. Confira dicas aplicáveis e rentáveis para seu negócio

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Na busca pela constante reinvenção para melhor atender a clientes cada vez mais conectados e com tempo escasso, os negócios do século 21 entram na era da experimentação ágil para aprender com os erros e acertos. Para compartilhar ideias sobre novas práticas no comércio, o Zoom Inovação no Varejo, promovido pela CDL Porto Alegre, contou com nomes de expressão do segmento em palestras sobre o tema na manhã desta quinta-feira (29), no Teatro CIEE, na Capital. “Durante décadas, foi a indústria que puxou a economia no mundo, e toda inovação partia dela. No final dos anos 90, o setor de serviços tomou frente nas mudanças e agora é a vez do varejo”, salientou Alcides Debus, presidente da CDL POA, ao dar início ao evento.

Primeiro a subir ao palco, o presidente da Rede de Livrarias Cultura, Sergio Herz, trouxe seu know-how diante de um mercado em constante expansão. “Começamos a vender eletronicamente em 1994 e, no ano seguinte, lançamos o nosso site. Desde então, percebemos o quanto a loja física foi perdendo vantagem diante da virtual e buscamos fazer com que nossos clientes tenham uma ótima experiência, tanto nos nossos espaços físicos, quanto no online. Assim, procuramos sempre brincar com nossos clientes e não nos tolher nas oportunidades. Temos restaurantes, cozinhas e pretendemos criar um parque de diversões em uma de nossas unidades. Realizamos mais de 4 mil eventos no ano passado e abrimos nossas portas até para um casamento”, destacou.

Após, a Diretora de Produto da Ancar Ivanhoe, Mariana Carvalho, falou sobre a relação das pessoas com os shopping centers. Segundo ela, as ferramentas digitais ajudam muito no processo de se criar uma experiência positiva aos visitantes. “Hoje, podemos traçar um perfil individualizado do nosso consumidor e proporcionar a ele tudo que busca nos nossos espaços. Os nossos shoppings oferecem muito mais do que entretenimento e consumo, temos hotéis, academias, universidades, torres comerciais, espaços de coworking, entre outros. Queremos facilitar a vida do cliente. Além disso, criamos ações como shows em praças de alimentação e desafios de Pokémon Go. O resultado impacta nas vendas, no fluxo e na comunidade”, resumiu a executiva.

O diretor de Marketing e Vendas das Lojas Lebes, Otelmo Drebes Junior, palestrou logo após o intervalo. Ao relatar cases de ações de relacionamento com os clientes e colaboradores, o palestrante falou sobre o desafio de motivar equipes e aproximar o consumidor a um modelo de negócio versátil. “Vendemos móveis, eletrônicos e roupas, dessa forma, estamos presentes na vida das pessoas de várias formas. Acreditamos que a inovação precisa atender às necessidades de alguém e é assim que buscamos facilitar a vida de todos, buscando impactar o público de alguma maneira. Temos, por exemplo, um aplicativo interno que nos permite agilizar os processos e fazer com que o cliente, ao entrar na loja, tenha suas necessidades rapidamente atendidas”, garantiu o diretor.

Acompanhado por uma sequência de GIFs no telão, o CTO e co-criador do Luizalabs (área de Inovação do Magazine Luiza), André Fatala, encerrou o ciclo de palestras de forma descontraída. Com uma animação diferente, ilustrou cada tema abordado, falando desde a ousadia necessária para propor novas soluções aos desafios. “O nosso e-commerce, atualmente, representa 25% das nossas vendas. Sendo assim, temos consciência da importância dos nossos canais de venda online, sempre estendendo as novidades para as lojas físicas. Para começar, precisamos trocar toda a base tecnológica, a partir daí, tivemos carta-branca para criar. Uma das nossas principais inovações foi a ideia de utilizar o princípio da venda direta para nossos produtos. Abrimos a plataforma em 2012, e conseguimos a adesão de 10 mil lojas virtuais, em três semanas”, relatou Fatala.

Dicas aplicáveis e rentáveis:

No painel final, os quatro palestrantes convidados resumiram tudo o que foi dito durante a manhã, com dicas valiosas:

1) O lojista precisa estar atento ao dia a dia do negócio, sempre observando o fluxo de caixa.

2) É preciso estar aberto para perceber o que o cliente pensa da loja, vestir o sapato do cliente e circular com os olhos de quem entra ali para consumir.

3) Analisar os dados levantados sobre o consumidor, aumentar a percepção sobre o que as pessoas buscam na loja.

4) Não deixar as ideias morrerem: tire-as do papel e execute-as. O Google tem uma ferramenta chamada Design Sprint que pode ajudar.

5) Aprender com os processos e não ter medo de errar.

6) Motivar a equipe proporcionando conhecimento. Ensinar a cultura da loja.

7) Criar áreas de experimentação e tirar da cabeça o impacto negativo das experiências que não deram certo.

8) Buscar a percepção das pessoas que lidam diretamente com o público do seu negócio.

9) Em vez de o setor administrativo apenas cobrar, fazer com que façam o caminho inverso e pergunte em que pode ajudar.

10) Mostrar para as pessoas quais são os seus objetivos e deixar que elas criem. Descentralizar a criação.

11) Proporcionar um choque de cultura interna e não ter medo de causar conflitos produtivos.

12) Motivar a equipe, desafiando-a e mexendo com seus sentimentos.

13) Lembrar que boas ideias podem vir de qualquer parte.

14) Ir lá e fazer. Executar e não ficar só no planejamento.

15) Cuidar para não transformar tendência em pendência. As tendências ficam velhas.

16) Lembrar que a transformação digital começa com mais pessoas.

17) Enxergar os erros nos pontos de vendas. Se não conseguir identificar nas suas próprias lojas, circular pela concorrência.

Comércio mostra sinais de recuperação no segundo semestre

Comércio mostra sinais de recuperação no segundo semestre

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O varejo gaúcho mostra um otimismo moderado com a perspectiva de desempenho do ano. Embora a perspectiva seja de  um resultado negativo para o primeiro semestre, a recuperação gradual dos indicadores econômicos no segundo semestre deverá amenizar o volume de negócios do ano. Essa é a expectativa da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) depois do relato feito por diretores da entidade em reunião mensal realizada nessa quinta-feira (30). A projeção é que o resultado do primeiro semestre de 2016, comparado a igual período do ano passado, seja 4,2% (nominal) e que chegue ao final do ano com 5 %. “O estado anímico de quem gera emprego e movimenta a economia – industriais e comerciantes – apresenta uma melhora significativa e esperamos que isso altere os rumos do desempenho no ano”, comenta Vilson Noer, presidente da entidade.

Os relatos das lideranças do interior apontam que o melhor “vendedor” dos últimos 30 dias foi o frio. “As baixas temperaturas levaram os consumidores às compras. Nada de grandes volumes de negócios, mas o suficiente para salvar o mês”, diz o dirigente. Ele lembra que algumas regiões apresentaram melhores resultados em função de sua sazonalidade ou perfil econômico. Este é o caso das cidades da zona de plantio do fumo, que começa a comercialização agora e tem no mercado externo o grande atrativo, os municípios da Serra gaúcha em função das indústrias de malhas, e a região produtora do Planalto com a venda de produtos agrícolas.

“Em Farroupilha, as malharias  chegaram  a registrar a presença  de duas mil empresas compradoras. Já em regiões de produção agrícola, como Passo Fundo e Cachoeira do Sul, o comércio verifica um bom resultado de vendas a partir da comercialização de itens agrícolas”, comenta Noer.

Segmentos como eletrodoméstico, veículos, peças, material de escritório e informática, lubrificantes e combustíveis apresentam queda superior aos 15% nos primeiros quatro meses do ano no Rio Grande do Sul, superando o desempenho no Brasil. Já o mercado moveleiro apresentou números positivos em função das exportações.

Debate sobre gestão e empreendedorismo reúne lideranças empresariais em Porto Alegre

Debate sobre gestão e empreendedorismo reúne lideranças empresariais em Porto Alegre

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Nesta terça-feira (5/7), será realizado o evento “Além da Grande Ideia: os desafios de gestão das PMEs”, que visa provocar gestores de pequenas e médias empresas sobre a importância da gestão e como lidar com suas barreiras de execução. O evento apresentará os principais desafios na área, que serão discutidos por três importantes lideranças empresariais de PMEs gaúchas, dos segmentos Varejo, Indústria e Serviços: Gabriel Drumond, fundador do Mercado Brasco; rede de mercados de Porto Alegre que tem como propósito fazer parte do dia a dia dos vizinhos, se integrando aos bairros e mudando a experiência de compra; Rodrigo Casas, fundador da Perky Shoes, famosa por ter reinventado as alpargatas; e Jéssica Ungaretti, que além de sócia-diretora da 4CINCO, é sócia da Conquistar Imóveis, e vai contar o case da imobiliária responsável pelas vendas da construtora MRV no Estado.

A atividade ocorre das 18h30 às 21h30, no auditório Félix 737 (Rua Félix da Cunha, 737 | Bairro Floresta). É destinada a gestores de pequenas e médias empresas, que estejam interessados em conhecer cases e discutir os desafios da gestão, além de estudantes e empreendedores. A programação é gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo site: http://bit.ly/1XF6rs8

O evento é realizado pela 4CINCO, empresa fundada pelas administradoras Jéssica Ungaretti e Lucianne Canto, que trabalha com a potencialização de pequenas e médias empresas através da gestão. As atividades da empresa concentram-se em três unidades de negócio: Consultoria, que atua na área da gestão, como parceiro de negócio das empresas; Capital, que faz o intermédio de investimentos financeiros; e Escola, que está sendo lançado agora, com esse evento, e promoverá um calendário de atividades voltadas para o ensino, como palestras, painéis e oficinas na área da gestão, administração e empreendedorismo.​

 

RODRIGO CASAS: Case Indústria

Rodrigo Casas Foto: Leticia Zluham

Rodrigo é formado em jornalismo esportivo e é natural de Buenos Aires, na Argentina. Atuou com produtor de programas de rádio e TV relacionado ao futebol até o ano de 2008, quando conheceu sua sócia-namorada, Gabriela, e veio morar no Brasil. Juntos o casal começou importando produtos de uma marca estrangeira de calçados quando, em 2011, fundaram a Perky Shoes.

Case: Famosa por ter reinventado as alpargatas, a Perky Shoes nasceu em 2011 após algumas experiências dos sócios importando calçados. Com um produto e design diferenciados, a empresa cresceu de maneira expressiva nos primeiros anos, e em 2013 sentiu a necessidade de se reestruturar e dar foco à gestão. O resultado foi um crescimento de mais de 150% em 2014 e muitos novos projetos em 2015 e 2016. Atualmente a empresa vende para mais de 80 pontos no país, com uma produção terceirizada, e também exporta para outros países. Também está prestes a lançar o seu próprio e-commerce e planeja uma indústria própria de acessórios da marca Perky.

 

GABRIEL DRUMOND: Case Varejo

Gabriel - MARCELO G. RIBEIRO_JC
Gabriel Drumond Foto: Marcelo G. Ribeiro

 

Gabriel é administrador formado pela ESPM-Sul e há um pouco mais de 3 anos, quando tinha apenas 20 anos, fundou o Mercado Brasco – hoje uma das pequenas redes de varejo que mais cresce no estado. Além de se dedicar ao negócio, Gabriel também se envolve ativamente com entidades ligadas ao empreendedorismo, é Curador do Hub Global Shapers POA e Diretor do CDL Jovem.

Case: O Mercado Brasco é uma rede de mercados de Porto Alegre, que tem como propósito fazer parte do dia a dia dos vizinhos, se integrando aos bairros e mudando a experiência de compra. Atualmente a rede conta com duas lojas: uma na Rua Florêncio Ygartua e outra no Viva Open Mall. E ainda conta um forte plano de expansão e deve abrir a terceira loja no início do próximo ano. Há dois anos consecutivos, ainda, é vencedor do Prêmio Agas na categoria até 3,6 milhões de faturamento.

 

JÉSSICA UNGARETTI: Case Serviços

Jéssica Ungaretti - crédito Felipe Paiz
Jéssica Ungaretti Foto:Felipe Paiz

Jéssica é administradora formada pela ESPM-Sul e com parte da formação na França, pela Université Cergy Pontoise. Atualmente cursa dois cursos de pós-graduação: Finanças e Controladoria pela UFRGS. Além disso, é sócia da Conquistar Imóveis, sócia-diretora da 4CINCO e colunista do Jogo de Damas.

Case: A Conquistar surgiu de uma parceria com a MRV Engenharia, maior construtora do Brasil, quando a mesma ingressou no mercado do Rio Grande do Sul há cerca de cinco anos atrás. Desde sua criação, a empresa se dedica exclusivamente para o direcionamento e execução da área comercial da MRV no estado. A Conquistar se mantém como uma das maiores parcerias externas da MRV no país, resultado de grandes desafios de gestão pela obrigatoriedade da rapidez nas tomadas de decisões e mudança de processos.

 

 

ALÉM DA GRANDE IDEIA: OS DESAFIOS DE GESTÃO DAS PMEs

Data: Terça (5/7)

Horário: Das 18h30 às 21h30

Local: Auditório Félix 737 (Rua Félix da Cunha, 737 | Bairro Floresta |Porto Alegre).

Estacionamento: Safe Park no local.

Inscrições gratuitas e limitadas: http://bit.ly/1XF6rs8

Programação:

18h30 – Credenciamento

19h – Abertura e Contextualização

19h45 – Painel “Os Desafios de Gestão das PMEs”

Painelistas:

Gabriel Drummond – Mercado Brasco

Rodrigo Casas – Perky Shoes

Jéssica Ungaretti – Conquistar Imóveis e 4CINCO

21h30 – Encerramento

 

Levantamento da CDL Porto Alegre revela que lojistas gaúchos preferem não contabilizar prejuízo com a falta de segurança

Levantamento da CDL Porto Alegre revela que lojistas gaúchos preferem não contabilizar prejuízo com a falta de segurança

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Com a crescente sensação de insegurança nas ruas da Capital e em cidades do interior gaúcho, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre realizou uma pesquisa com lojistas e associadas do Rio Grande do Sul para saber, de fato, o quanto cada um dos estabelecimentos comerciais entrevistados já somou de prejuízo e no que precisou investir para tentar reverter o quadro atual, no período de janeiro a março de 2016.

As 86 respostas obtidas em uma semana de enquetes revelaram um dado inquietante: 44,2% responderam que preferem não contabilizar o quanto tiveram de prejuízo por falta de segurança. Outros 30,2% também trouxeram uma questão que preocupa, ao salientarem que não teriam como estimar este valor e 17,4% observaram que tiveram um gasto entre R$ 20 mil e R$ 50 mil. Outros 4,7% dos entrevistados mensuraram um gasto acima de R$ 100 mil e 3,5%, entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Segundo o presidente da CDL Porto Alegre, Alcides Debus, esta pesquisa condiz com a realidade enfrentada pelo setor. “Os varejistas gaúchos têm sofrido muito com a falta de segurança que, além de prejudicar a marca do empreendimento, também compromete a sua venda, uma vez que a população acaba ficando com medo de circular pelas ruas em determinados dias e horários, o que diminui o consumo”, enfatiza. “Aliás, entre as respostas abertas, percebemos que o sábado, dia tradicional de vendas altas, acabou ficando bastante prejudicado, pois alguns lojistas optaram em não abrir nestes dias ou em fechar a loja mais cedo”, acrescenta Debus. Conforme a amostragem, 47,7% salientaram que tiveram que alterar o horário e as datas de funcionamento de suas lojas em virtude da falta de segurança.

Entre as atitudes tomadas para tentar reverter esta situação e se sentir um pouco mais seguro em seu estabelecimento comercial, um total de 45,9% disseram que instalaram equipamentos de monitoramento, outros 18,9% colocaram novos sistemas de alarmes e, um mesmo percentual, disseram que substituíram portões e grades externas. Entre os entrevistados, 29,1% comentaram que tiveram sua loja furtada neste primeiro trimestre, outros 16,3% roubada (assaltada) e 47,7% que algum de seus funcionários teria sido assaltado neste período.

Do total, 87,2% dos entrevistados eram representantes de lojas de rua, 2,3% de shopping e 10,5% de ambos. Entre os segmentos estavam lojas de vestuário (39,5%), de eletroeletrônicos (16,3%), de material de construção (12,8%), de móveis e decoração (11,6%), concessionárias de veículos (8,1%), farmácias (7%), supermercados e hipermercados (3,5%) e postos de gasolina (1,2%). Vale lembrar que a CDL Porto Alegre já tem realizado reuniões periódicas sobre a Segurança Pública, com lojistas e representantes de entidades privadas e do poder Executivo e Legislativo, em busca de soluções ou alternativas para os varejistas.

 

Frio aquece as vendas para o Dia das Mães. A data deve movimentar cerca de R$ 378 milhões para o comércio do Rio Grande do Sul.

Frio aquece as vendas para o Dia das Mães. A data deve movimentar cerca de R$ 378 milhões para o comércio do Rio Grande do Sul.

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A data mais importante para o varejo, após o Natal, o dia das mães, deve movimentar cerca de 378 milhões para o comércio do Rio Grande do Sul. Segundo pesquisa realizada pela Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, 77,2% dos entrevistados comprarão presentes alusivos à data. Para o presidente da AGV, Vilson Noer “a importância da data das mães e o clima de inverno supera qualquer crise”. As mães e esposas receberão mimos de 84,2% e as sogras de 37,9%. Além delas, avós, irmãs e madrastas também apareceram na lista de presenteadas em 2016. Roupas 45,7%, cosméticos 18,1%, acessórios 16%, calçados 14,9%, lideram as intenções de compra, juntamente com “o que ela pedir”. Noer destaca que “nessa pesquisa, o que podemos  perceber é que o momento atual da economia fez com que as pessoas diminuíssem seus gastos médios, mas mesmo assim irão comprar alguma lembrança para suas mães, com um tíquete médio de R$ 107,00”.

O cartão de crédito foi apontado pela maioria como forma de pagamento preferida (53,7%), seguido de dinheiro (42,1%) e do cartão de débito (13,7%). Cerca de 79,8% dos gaúchos participantes farão as compras em lojas de rua. A semana que antecede o dia das mães é a escolhida por 60,4% das pessoas para fazerem as compras. A imensa maioria, 85,2% dos gaúchos fará surpresa no presente. Mas, 12,9% das mães escolherá o que quer ganhar.

 

Pesquisa revela que 87,7% dos gaúchos querem ir às compras para o Inverno

Pesquisa revela que 87,7% dos gaúchos querem ir às compras para o Inverno

Cidade Economia Negócios Notícias Porto Alegre

Após as altas temperaturas registradas no mês de abril que fizeram com que os gaúchos tirassem do guarda-roupa as camisetas, as blusas, as bermudas e os vestidos, finalmente o frio se aproximou. Acompanhando as mudanças climáticas, as vitrines estão se preparando para atender a demanda dos clientes por novidades das próximas estações. Segundo a pesquisa Tendências AGV, da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, 87,7% dos gaúchos fará compras de calçados e/ou vestuários para o inverno.

A pesquisa revela ainda que 71,7% dos entrevistados apontam a crise econômica como fator para reduzir o número de compras. Porém, os gaúchos não deixarão de consumir o que acham importante. Um percentual de 45,3% dos gaúchos planeja comprar até três itens das novas coleções. Conforme o presidente da AGV, Vilson Noer, ainda estamos passando por momentos de turbulência econômica, mas a pesquisa demonstra que a população não deixará de fazer compras. “Os consumidores tem diminuído gastos, fazendo cortes no orçamento, e por isso, 44,8% dos entrevistados revelaram que aproveitarão para fazer compras  nas promoções e nas condições de pagamento facilitado”, destaca.

A troca de estação sempre traz novidades em cores, cortes e modismos. Roupas no estilo animal print, conjuntos estampados, peças pretas e beges, ponchos, são algumas inspirações para as coleções de outono/inverno 2016. A pesquisa da AGV mostra que 53,3% dos gaúchos se preocupam com moda ao fazerem suas compras, e que 77,2% dos consumidores optarão por roupas mais básicas, 40,6% por roupas pretas, e 17,8% por peças de cor nude. O local escolhido para as compras por 80,2% dos consumidores são as lojas de rua. Noer reafirma a importância dos lojistas se reinventarem para que possam atender os anseios do público. “A pesquisa demonstra claramente que os gaúchos querem e irão às compras neste inverno e então é imprescindível que o varejo esteja pronto para recebê-los”, projeta.

 

Varejo aponta melhora em levantamento da CDL Porto Alegre

Economia Negócios Notícias Porto Alegre

A CDL Porto Alegre realiza enquetes quinzenais entre os membros da diretoria para monitorar o andamento das vendas. No levantamento feito nesta semana, a estimativa de crescimento nominal médio para as lojas de varejo da Capital em março ficou em 6,1 % positivo na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Quando dividido por segmentos, os índices do setor de moda apontam alta de 8,1% no mês, e os demais apresentaram + 4,7%.

Vale ressaltar que os dados de janeiro (-1,5%) e de março mostram recuperação do crescimento nominal frente aos mesmos meses do ano anterior. Fevereiro registrou indicador positivo de 7,4%. “Embora isso ainda represente uma queda real, há uma tendência de melhora neste início de ano”, destaca Victor Sant’Ana, economista da entidade.

 

Pesquisa da CDL POA indica um cenário positivo ao varejo gaúcho: o consumidor irá além dos ovos de chocolate

Economia Negócios Notícias

Apesar de alguns indicadores econômicos apontarem para uma Páscoa mais magrinha neste ano, uma pesquisa realizada pela equipe da CDL Porto Alegre com consumidores da Capital e Região Metropolitana trouxe um dado positivo para o varejo gaúcho: além do chocolate, cerca de 40% dos 254 entrevistados irá dar outro presente na data. Ou seja, nesta Páscoa o coelhinho trará alternativas diferenciadas, além dos tradicionais ovos de chocolate.

Entre as opções desejadas, as roupas estão em alta, obtendo 28% da preferência. Brinquedos (26%), livros (14%) e calçados (7%) também estão na lista. “Observamos que o consumidor está mais aberto e criativo na hora de escolher um presente. Além do chocolate, quer dar presentes úteis, especialmente para filhos, afilhados e sobrinhos”, observou o presidente da CDL Porto Alegre, Alcides Debus. “Assim, é importante que todo o comércio esteja, a cada ano, mais preparado para oferecer novas opções na Páscoa, além dos segmentos mais habituais, como supermercados e lojas especializadas”, recomendou.

Dos entrevistados, 184 eram mulheres e 70 eram homens. Sendo que, 40,2% do público feminino disse que iria dar outro presente além do chocolate e, do masculino, 37,1%, chegando a uma média muito similar. As entrevistas foram realizadas na última semana.