Duda Melzer nega possibilidade de venda da RBS Rio Grande do Sul para Carlos Sanchez

Duda Melzer nega possibilidade de venda da RBS Rio Grande do Sul para Carlos Sanchez

Comunicação Destaque Negócios

O presidente do Grupo RBS, Duda Melzer, afirma que a nota publicada na coluna Radar, da Veja, não corresponde a realidade. Conversei hoje com Duda Melzer, que foi categórico: “Eu te afirmo que não é verdade. Não estamos vendendo a RBS/RS. Ao contrário, tivemos um 2017 sensacional. Com crescimento de audiência e de resultados. Distribuímos o maior PPR dos últimos 8 anos. Estamos com vários projetos de inovação nos nossos negócios e nos nossos produtos.” Ele promete a divulgação dos números de crescimento para os próximos dias.

Desde que a  coluna Radar On-Line da Revista Veja divulgou nesta sexta-feira(23.02) que existem negociações para venda dos ativos da RBS no Rio Grande do Sul, o assunto repercutiu forte e foi propagado especialmente via whatsapp. Só esse colunista recebeu a mensagem de mais de uma dezena de pessoas e em diferentes grupos.  O texto do Radar da Veja diz : “Plantão de Notícias. Estão avançadas as negociações entre a família Sirotsky e Carlos Sanchez para a venda total da RBS. Trata-se de um negócio de 2 bilhões de reais, envolvendo doze emissoras de TV, quinze de rádio e três jornais. Há dois anos, Sanchez comprou a filial catarinense.”

Empresa mexicana formaliza acordo para comprar a Vonpar

Empresa mexicana formaliza acordo para comprar a Vonpar

Destaque

A empresa mexicana Coca-Cola FEMSA, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, formalizou hoje um acordo para adquirir 100% da Vonpar, um dos maiores engarrafadores de propriedade privada do sistema Coca-Cola Brasil, por meio de sua subsidiária brasileira (Spal Industria Brasileira de Bebidas S/A).O acordo, que está pendente de ser aprovado pelo Cade – Conselho de Administrativo de Defesa Econômica – fortalece a presença da companhia na região Sul do país, estendendo sua atuação nos mercados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A aquisição da Vonpar, que é uma empresa familiar, expande e fortalece o posicionamento da Coca-Cola FEMSA no Brasil. Nos últimos doze meses, a Vonpar vendeu 190 milhões de caixas unitárias de bebidas, incluindo 23 milhões de caixas unitárias de cerveja, gerando aproximadamente R$ 2,026 milhõesna receita líquida e um EBITDA estimado proforma de R$ 335 milhões.

O acordo com a Vonpar comprova a aposta da Coca-Cola FEMSA no mercado brasileiro, estendendo sua atuação para a Região Sul e fortalecendo sua presença no país.”As pessoas e o grande histórico da Vonpar são muito importantes para a consolidação do crescimento dos negócios da Coca-Cola FEMSA no Brasil. Estamos confiantes quanto ao intercâmbio das melhores práticas da organização e com as sinergias das áreas geográficas, estaremos consolidando nossa posição de liderança no país”, diz Ian Craig, CEO da Coca-Cola FEMSA Brasil.

Para o CEO da Vonpar, Ricardo Vontobel, o acordo representa o reconhecimento à história da companhia ao longo dos anos. “Construímos uma empresa sólida, embasada nos valores, talentos pessoais e com uma atuação muito importante dos colaboradores, para alcançar os resultados que obtivemos até agora”, diz Vontobel.  

A Coca-Cola FEMSA, S.A.B. de C.V. produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Sprite, Del Valle e outras bebidas de marcas da The Coca-Cola Company no México (uma parte substancial da região central do México, incluindo Cidade do México, bem como sudeste e nordeste do México), Guatemala (Guatemala cidade e arredores), Nicarágua (todo o país), Costa Rica (todo o país), Panamá (todo o país), Colômbia (maior do país), Venezuela (todo o país), Brasil (grande São Paulo, Campinas, Santos, no estado de Mato Grosso do Sul, o estado do Paraná, parte do estado de Goiás, parte do estado do Rio de Janeiro e parte do estado de Minas Gerais), Argentina (capital federal de Buenos Aires e arredores) e Filipinas (todo o país), junto com a água engarrafada, sucos, chás, isotônicos, cerveja e outras bebidas em alguns desses territórios. A Companhia tem 63 instalações de engarrafamento e serve mais de 358 milhões de consumidores através de 2.800.000 varejistas com mais de 100.000 funcionários em todo o mundo. 

Vonpar 

A Vonpar produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Kuat, Del Valle e outras bebidas das marcas da The Coca-Cola Company que servem aos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A Vonpar foi fundada em 1948, produzindo e distribuindo Laranjinha, uma marca local de refrigerantes no estado do Rio Grande do Sul. Começou a distribuir os produtos Coca-Cola em 1956 e, atualmente, dispõe de quatro instalações de engarrafamento e cinco centros de distribuição com cerca de 4 mil funcionários, atendendo a 15 milhões de consumidores. (Rádio Guaíba)

Entenda o Contrato de Venda da Petrobras Chile

Entenda o Contrato de Venda da Petrobras Chile

Destaque Negócios

A Petrobras informa que assinou hoje, com a Southern Cross Group, o contrato de compra e venda (Sale and Purchase Agreement – SPA) de 100% da Petrobras Chile Distribuición Ltda (PCD), detida através da Petrobras Caribe Ltda. O valor estimado da entrada de caixa é de US$ 464 milhões, divididos da seguinte maneira: US$ 88 milhões oriundos da distribuição do excedente de caixa, anteriormente ao encerramento da transação (closing); US$ 367 milhões a serem pagos pela Southern Cross, no dia do fechamento do negócio; e US$ 9 milhões, a título de ajuste de preço, a serem desembolsados em até 65 dias úteis após o closing.

A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, estabelecidas no contrato e comuns a esse tipo de operação, que deverão ocorrer no prazo de 3 a 4 meses. A PCD é a companhia de distribuição de combustíveis da Petrobras no Chile e possui 279 postos de serviço, além de 8 terminais próprios de distribuição, operações em 11 aeroportos, participação em 2 empresas de logística e 1 planta de lubrificantes. A Southern Cross Group é uma companhia de Private Equity fundada em 1998, com US$2,9 bilhões em ativos sob gestão, e foco em investimentos na América Latina, em empresas nos setores industriais, de serviços, logística e de produtos de consumo. Essa transação, conduzida através de processo competitivo, é parte importante do Plano de Desinvestimentos 2015-2016 da Petrobras.

RBS anuncia venda de operações de mídia em Santa Catarina

RBS anuncia venda de operações de mídia em Santa Catarina

Comunicação Negócios Notícias Poder Política

Foi anunciado nesta segunda-feira (7) acordo entre os acionistas da RBS e os empresários Lírio Parisotto e Carlos Sanchez, do Grupo NC, juntamente com outros investidores, para a compra das operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em Santa Catarina. A conclusão do negócio está sujeita à condição suspensiva de aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e dos demais órgãos regulatórios do setor, bem como ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais para estes tipos de transações.

A aquisição parte de uma associação dos empresários para o desenvolvimento de negócios de mídia no Estado de Santa Catarina. Lírio Parisotto atua na área de mídia por meio de sua empresa Videolar e no setor de petroquímica a partir da Innova. Carlos Sanchez amplia o processo de diversificação de seus negócios, a partir do Grupo NC, um dos maiores conglomerados econômicos do país.

Durante reunião com colaboradores, na sede da empresa, em Florianópolis, foi anunciado que o atual diretor-geral de Televisão em Santa Catarina, Mário Neves, será o presidente da empresa. Os investidores destacaram que a gestão dos negócios seguirá normalmente e a independência editorial será mantida. Ressaltaram, ainda, que a decisão é resultado da crença de ambos no enorme potencial do Estado de Santa Catarina e na indústria da comunicação. Todos os investimentos de comunicação dos empresários serão centrados no Estado.

O processo de transição será gerido a partir de comitês com o objetivo de garantir a continuidade e a excelência das operações. A sinergia entre as empresas em Santa Catarina será mantida a partir de parcerias operacionais e comerciais.

Com o movimento, a RBS foca seus esforços de mídia no Rio Grande do Sul, onde o grupo empresarial foi fundado em 1957, com marcas jornalísticas como Zero Hora, Rádio Gaúcha e RBS TV. Além dos negócios de comunicação, o grupo é proprietário da e.Bricks, empresa de investimento digital com atuação no Brasil e nos Estados Unidos.

Desde que chegou a Santa Catarina, a RBS construiu mais do que um investimento empresarial. Foram 37 anos de compromisso e amizade com catarinenses. A empresa e seus acionistas sentem-se honrados em ter participado do desenvolvimento do Estado, levantando bandeiras como a duplicação da BR-101, o projeto Viver SC e movimentos como Floripa Te Quero Bem, Joinville Faz Bem, Viva Blumenau e Chapecó Tudo Acontece, entre outros.

A RBS orgulha-se de ter criado milhares de empregos no Estado e dos investimentos para levar informação e entretenimento de qualidade ao público. A atuação em rede promoveu Santa Catarina para o país e deixou gaúchos e catarinenses ainda mais próximos. A empresa, seus colaboradores e acionistas são muito gratos por tudo que aprenderam com os catarinenses. Uma relação fraterna que jamais será rompida.

Petrobras decide vender a sua fatia na Braskem

Petrobras decide vender a sua fatia na Braskem

Negócios Notícias Poder Política

Em crise após as investigações da Lava Jato, a Petrobras deve anunciar nos próximos dias a venda de sua participação na petroquímica Braskem. A fatia de 36% vale cerca de R$ 5,8 bilhões. Fundos de investimento internacionais já demonstraram interesse no negócio, informam Renata Agostini e Natuza Nery, do Painel. A oferta é uma tentativa de recuperar as finanças da estatal, que nesta terça (12) anunciou corte de US$ 32 bilhões em seu orçamento. A maior redução, referente ao período de 2015 a 2019, será em exploração e produção: US$ 28 bilhões. A meta de extração de petróleo em 2020 caiu de 2,8 para 2,7 milhões de barris por dia. A divulgação do corte fez as ações da empresa despencarem. As preferenciais, mais negociadas e sem direito a voto, fecharam em queda de 9,2%, a R$ 5,53 cada uma. Já as ordinárias caíram 7,65%, para R$ 7. São os menores valores desde 2003. Antes da Lava Jato, os papéis eram cotados na faixa dos R$ 20. Um documento do banco Credit Suisse, que lança dúvidas sobre a viabilidade do plano de recuperação da empresa, também impulsionou a queda nas ações. A Petrobras afirma que a redução nos investimentos objetiva adequar os gastos ao novo cenário de preços do petróleo e de taxa de câmbio.  Mais informações na coluna Painel da Folha de São Paulo.

Omnicom fecha compra do Grupo ABC. Nizan Guanaes e Guga Valente continuam no comando da holding brasileira que sofreu mudança recente de acionistas. (Alexandre Zaghi Lemos/Meio&Mensagem)

Omnicom fecha compra do Grupo ABC. Nizan Guanaes e Guga Valente continuam no comando da holding brasileira que sofreu mudança recente de acionistas. (Alexandre Zaghi Lemos/Meio&Mensagem)

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Guga Valente: “Não posso falar sobre o assunto” Crédito: Arquivo M&M

“Não posso falar sobre o assunto”, disse à reportagem do Meio & Mensagem o CEO do Grupo ABC, Guga Valente, nesta sexta-feira, 20, sobre a venda da holding brasileira para o grupo norte-americano Omnicom. As duas partes já são sócias desde a fundação do ABC, em 2002, quando o grupo foi lançado, com a marca Ypy, por Guga e Nizan Guanaes. Atualmente, o Omnicom tem participações em quatro agências administradas pelo ABC: a multinacional é majoritária na DM9DDB e no escritório local da Interbrand, e detém participações minoritárias na Africa (15%) e na Loducca (10%). Confirmada ao Meio & Mensagem por outras fontes próximas à negociação, a compra do Grupo ABC deve ser anunciada oficialmente pelo Omnicom, em Nova York, na segunda-feira, 23. Como geralmente acontece nesse tipo de aquisição, o acordo assinado prevê a permanência de Guga e Nizan no comando do ABC por um prazo mínimo de cinco anos.

Lucro de R$ 42 milhões
O negócio giraria em torno de R$ 1 bilhão, a ser pago em cinco anos, e seria o maior da história do mercado publicitário brasileiro. O Grupo ABC é a única companhia brasileira presente no ranking das 50 maiores holdings de comunicação do mundo. Segundo o Agency Report, estudo publicado anualmente pelo Advertising Age, após queda de 8% em 2013, o ABC retomou o crescimento, com avanço de 9% em 2014, atingindo receita US$ 403 milhões. Apesar disso, caiu da 23ª para a 25ª posição no ranking global, liderado pelo WPP, com o Omnicom em segundo. A maior parte da receita do ABC é gerada pelo Brasil, que responde por US$ 379 milhões. O balanço oficial da holding reporta lucro de R$ 42,2 milhões em 2014.

Mudanças no quadro acionário
O desejo de venda para um grupo multinacional causa mudanças no quadro acionário do Grupo ABC desde o ano passado. A mais recente e mais importante de todas foi a saída da sociedade, na semana passada, de Bazinho Ferraz, até então dono de cerca de 10% da holding brasileira. Ele foi o primeiro grande acionista individual a deixar o negócio desde a fundação em 2002.

Fundos devem sair do negócio
O ABC tem apenas outros dois grandes acionistas individuais, justamente os fundadores Nizan e Guga. A holding é composta ainda pelos fundos de investimento Icatu, sócio desde o início, com cerca de 23%, e Kinea, controlado pelo banco Itaú, que, no início de 2013, fez aporte de cerca de R$ 170 milhões e detém cerca de 26% das ações. Há outros minoritários, como Sérgio Valente, atualmente executivo da Rede Globo. Com a venda para o Omnicom, os fundos de investimento devem sair do negócio.

Sonho não realizado
O sonho de Guga e Nizan era viabilizar a saída dos fundos através da abertura de capital do Grupo ABC, plano acalentado durante anos e que motivou grande investimento da holding na melhoria de sua governança. Entretanto, as dificuldades inerentes à oferta de ações em bolsa aliadas à difícil situação atual da economia brasileira inviabilizaram totalmente o projeto e abriram caminho para a negociação de venda para o Omnicom – beneficiada pela desvalorização do real frente ao dólar.

Política de cotas
Em 2014, o ABC iniciou projeto de mudança na sua configuração acionária para transformar os sócios das agências em acionistas da holding. Os primeiros a aderirem à proposta, em dezembro, foram os sócios da Africa, Luis Fernando Vieira, Marcio Santoro, Olivia Machado e Sergio Gordilho.

Entretanto, a política de troca de ações não agrada a todos. Em entrevista ao Meio & Mensagem no mês passado, Guga Ketzer, novo presidente da Loducca, deixou clara a posição dos sócios da agência, que está mudando sua marca para LDC. “Nós continuamos sendo sócios da agência. O nosso modelo é esse. É interessante para os sócios manter a nossa responsabilidade atrelada à agência”, disse. Ketzer está assumindo o posto de CEO da Loducca, após anúncio da saída do fundador Celso Loducca, que vendeu sua participação para os demais sócios executivos da agência e para o Grupo ABC, controlador da empresa.

Fusões internas
Também estavam em curso as negociações para diminuição na participação do ABC na agência norte-americana Pereira & O’Dell. A holding assinou acordo pelo qual se compromete a ceder 21% das ações da POD para que a agência inclua como sócios alguns de seus executivos, diminuindo, assim, a participação do grupo de 51% para 30%. Essa negociação não inclui o escritório brasileiro da POD, no qual o ABC pretende manter o controle acionário, e que fundiu em julho com a DM9Sul. Outra movimentação do gênero se deu em fevereiro, quando a Africa absorveu a DM9Rio.

Jogo de cena
Durante esse ano, surgiram informações de uma possível negociação entre o ABC e o Grupo WPP. A companhia brasileira divulgou comunicado oficial negando e o CEO global da holding inglesa, Martin Sorrel, fez jogo de cena ao falar do assunto durante o Festival de Cannes.

Fim da discrição
Ao contrário do WPP e do Publicis Groupe, que fizeram várias aquisições importantes no Brasil nos últimos anos, o Omnicom se mantinha mais discreto. Sua última compra no setor da publicidade foi a da agência Mood, no ano passado, quando também fez duas aquisições no mercado de relações públicas: parte majoritária da Ketchum e minoritária da In Press.

Maior operação do Omnicom
Com a compra do Grupo ABC, a holding se tornará a maior operação do Omnicom no País, onde a multinacional também controla a AlmaBBDO (na qual é majoritária desde 1988), a Lew’Lara\TBWA (comprada em 2007), a Mood (em 2014), além da digital ID (desde o lançamento em 2007) e a área Diversified Agency Services (DAS), que congrega diversas empresas, como a Rapp (marketing direto e digital), a GMR Marketing (esportes e entretenimento) e as agências de relações públicas InPress Porter Novelli, Ketchum e FleishmanHillard.

Até então, maior grupo controlado pelo capital nacional, o ABC é controlador das agências Africa, Loducca, Pereira & O’Dell São Francisco, Pereira & O’Dell Brasil, Escala, Morya, Tudo, Musica, CDN, NewStyle, Sunset, Salve, Rocker Heads e Mindigitall. E através da sociedade que já mantinha com o Omnicom, comanda a DM9DDB e o escritório brasileiro da Interbrand, ambos ligados à rede DDB.

Avanço digital
No decorrer de 2015, o Grupo ABC mudou seu plano de investimentos. A prática dominante até então era de compra majoritária de empresas, como a digital Salve, concretizada em abril. Investia também no lançamento de empresas, como a Mindigitall, unidade de gestão de inteligência de dados que nasceu em abril, a partir da incorporação da 2Action. Mas a holding passou a considerar também joint ventures, como a celebrada em outubro com a sodet, empresa de inovação instalada no Porto Digital, no Recife, para lançamento da consultoria de negócios digitais Much More; além de investimento minoritário em startups, como o anunciado neste mês na 301, agência especializada em produzir e comprar mídia para vídeos em plataformas digitais.

Primeiro Batmóvel está à venda por 5 milhões de dólares #jatenho

Primeiro Batmóvel está à venda por 5 milhões de dólares #jatenho

Comportamento Negócios Notícias Publicidade

Os fãs de Batman podem ter a chance de adquirir uma verdadeira preciosidade – o primeiro Batmóvel, dirigido por Adam West na série de televisão Batman, que foi ao ar entre 1966 e 1968. Porém, o preço para ter o veículo não é dos mais baratos. Quem quiser dirigir um dos carros mais famosos da história da TV terá que desembolsar 5 milhões de dólares, o equivalente a mais de 19 milhões de reais. O valor é o anunciado na Barret-Jackson Collection, uma feira de carros no Arizona.

O Batmóvel foi customizado por George Barris, que comprou um Futura em 1965 e o transformou no famoso carro depois de três semanas de trabalho. O designer ainda criou mais três réplicas depois de construir o original. O esqueleto do veículo foi mantido, mas o chassi e a frente foram completamente redesenhados. Os detalhes lembram foguetes e o automóvel tem até mesmo o batfone, utilizado por West na série.

O comprador ainda receberá mais um presente: uma máquina de pinball, parte da coleção privada de Barris, e autografada por West. (O Sul / foto: Keith Srakocic/AP)

PS: Eu só não me interesso pela compra pq minha coleção tá completa.

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