RS: Vendas do varejo gaúcho cresceram 2,2% em abril

RS: Vendas do varejo gaúcho cresceram 2,2% em abril

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O varejo gaúcho seguiu, em abril, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE), a rota de crescimento verificada desde o início do ano passado. Na comparação entre abril de 2018 e o mesmo mês de 2017 a alta no volume de vendas chegou a 2,2% no Rio Grande do Sul. No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, o crescimento entre abril de 2018 e abril de 2017 foi de 8,4%.

– Embora tenha crescido de forma um pouco mais modesta que nos meses anteriores, o indicador mostra que o varejo gaúcho está passando por um processo de sustentação das vendas. O resultado de maio não deverá registrar expansão elevada, em função da paralisação dos caminhoneiros, mas acreditamos que o ano deve encerrar com um crescimento superior a 5% no varejo ampliado e maior que 3% no varejo restrito – avalia o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

A despeito de resultados negativos nos ramos de supermercados (-2,1%) e vestuário & calçados (-10%), Vitor Augusto Koch aponta que o Rio Grande do Sul segue aproveitando os bons resultados da safra agrícola e da queda da taxa Selic para investir em bens de consumo duráveis, como mostra o crescimento da comercialização de produtos de informática e comunicação (35,6% na comparação anual); veículos (30,1%) e eletrodomésticos (15,1%). Em maio e junho, tendo em vista a presença mais constante de temperaturas mais baixas, a expectativa é que as vendas de artigos de vestuário e de calçados tenham um incremento vigoroso.

A FCDL-RS entende que o ano pode finalizar com um crescimento maior nas vendas desde que a situação política e econômica do país seja normalizada, já que o atual momento de instabilidade causa insegurança nos consumidores.

Lisiane Russo oferecerá serviço de representação comercial para marcas

Lisiane Russo oferecerá serviço de representação comercial para marcas

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Leio na Coletiva.net, que minha amiga e ex-colega de Band, a publicitária Lisiane Russo está lançando a Russo Representações Comerciais, empresa que prestará serviços para organizações de mídia nacionais e internacionais. Segundo a Lisiane, seu objetivo “é fazer com que as marcas sejam conhecidas no mercado regional e lembradas continuadamente no planejamento das agências locais”.

Para Lisiane, que brilhantemente atuou cerca de 20 anos na TV Bandeirantes, o projeto é motivo de entusiasmo e desafio. “Com a bagagem e conhecimento do mercado que adquiri nessas últimas décadas, tenho a certeza de que podemos fazer a diferença para as marcas que acreditarem em nós”. A agência RP Mídia, a revista L’Officiel e a editora TAB Marketing Editorial estão entre os clientes da Russo. Sucesso Guria!!! (Felipe Vieira com informações da Coletiva.net)

Expointer 2016: Mesmo com público menor, Feira tem crescimento nas vendas; por Bibiana Dihl / Rádio Guaíba

Expointer 2016: Mesmo com público menor, Feira tem crescimento nas vendas; por Bibiana Dihl / Rádio Guaíba

Destaque Economia Expointer Negócios

A 39ª edição da Expointer fechou 2016 com aumento nas vendas em relação ao ano passado. Mesmo com menor público e um cenário de crise econômica no país, a feira teve volume de negócios de R$ 1 bilhão e 923 milhões. No ano passado, o valor não passou de R$ 1 bilhão e 708 milhões.

O crescimento foi alavancado pelas altas cifras no comércio de máquinas agrícolas: R$ 1 bilhão e 909 milhões, o que representa 12,95% a mais do que no ano passado. Para o secretário estadual da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, os números demonstram que o setor está com os “pés no chão”.

“As vendas superaram inclusive a nossa expectativa. Nós tínhamos uma projeção de que, se alcançássemos o mesmo valor do ano passado, já seria positivo. No entanto, tivemos acréscimo de mais de 12% nas vendas de máquinas e equipamentos agrícolas”, comemorou. “Isso indica que há uma retomada da economia. O agricultor vem com uma expectativa positiva para o futuro”, constatou.

Os números negativos chamaram a atenção na venda de animais, com queda de quase 25% em relação a 2015: neste ano, o volume de negócios chegou a R$ 11,7 milhões. O secretário atribui a queda ao período de crise econômica. A agricultura familiar teve R$ 2 milhões e 33 mil em comercializações, e o artesanato, R$ 942 mil.

O público, no entanto, foi bem abaixo do registrado no ano passado: 355 mil em 2016, contra 545 mil em 2015. Para o secretário, a queda do número de visitantes se deve aos dias de chuva. Com o fim da 39ª edição da Expointer, a Secretaria de Agricultura já começa a projetar a feira para 2017:

“No ano que vem serão 40 anos de Expointer. Vamos buscar discutir com as entidades a melhor programação possível, já que esta é uma data emblemática”, afirmou.

Durante os nove dias de feira, cerca de 5 mil empregos temporários foram gerados no Parque Assis Brasil. A feira recebeu visitantes de 20 estados brasileiros e de 11 países.

“Quero que você me aqueça nesse inverno” é lema dos apaixonados gaúchos neste Dia dos Namorados gelado

“Quero que você me aqueça nesse inverno” é lema dos apaixonados gaúchos neste Dia dos Namorados gelado

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“Só quero que você me aqueça nesse inverno” poderia ser o “hino” deste Dia dos Namorados, que prevê temperaturas baixíssimas no Sul do Estado. Esta é uma das leituras que pode ser feita para o resultado da pesquisa para a data, realizada pela CDL POA e Sindilojas Porto Alegre. “De acordo com o nosso levantamento, os namorados já pretendiam dar roupas, por ser algo útil, individual e, também, especial. Portanto, aproveitaram a queda brusca nos termômetros dos últimos dias para comprarem casacos, jaquetas, calças e blusões, o que também coincide com a nossa expectativa, pois vimos que a maioria dos apaixonados deixa para comprar os presentes na véspera da data”, avaliou o presidente da CDL POA, Alcides Debus. Do total de consultados, 52% afirmaram que deixariam para adquirir o presente do seu amor, na última semana.

Segundo o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, as projeções dos lojistas são muito positivas. A estimativa é de que o período mais romântico do ano movimente R$ 70 milhões no comércio da Capital, considerando, especialmente, as vendas nestes primeiros dias de junho. O ticket médio deve ficar em torno de R$ 180,00. “A data exige um empenho maior, pois errar na escolha do presente pode representar um desinteresse ou a falta de conhecimento sobre os gostos do parceiro, por isso a compra tem um valor muito mais simbólico”, observou Kruse. Assim, os artigos mais citados na pesquisa foram roupas (38%), itens de perfumaria ou maquiagem (16%), acessórios (15%), calçados (11%) e eletrodomésticos e eletrônicos (5%). Sendo que a maioria dos entrevistados (67%) planeja pagar à vista em dinheiro. O levantamento foi realizado pela Zooma Consumer Experience, entre os dias 18 e 29 de abril.

Vendas mostram-se positivas em abril, segundo CDL POA

Vendas mostram-se positivas em abril, segundo CDL POA

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O crescimento médio das vendas em abril, de acordo com enquete feita com os integrantes da diretoria da CDL Porto Alegre, foi de 5,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Observa-se, porém, uma variação de 9,1% para o setor de moda e 2,5% para os demais segmentos do varejo neste período. “Os valores ainda se encontram abaixo da inflação, o que indica queda real mesmo com crescimento nominal. Ainda assim, os dados têm mostrado uma tendência positiva desde que este levantamento começou a ser feito, em janeiro de 2016, com dados desde dezembro do ano passado. A expectativa para maio é de crescimento médio de 8,1% no agregado”, aponta Victor Sant’Ana, economista da entidade.

 

Varejo aponta melhora em levantamento da CDL Porto Alegre

Economia Negócios Notícias Porto Alegre

A CDL Porto Alegre realiza enquetes quinzenais entre os membros da diretoria para monitorar o andamento das vendas. No levantamento feito nesta semana, a estimativa de crescimento nominal médio para as lojas de varejo da Capital em março ficou em 6,1 % positivo na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Quando dividido por segmentos, os índices do setor de moda apontam alta de 8,1% no mês, e os demais apresentaram + 4,7%.

Vale ressaltar que os dados de janeiro (-1,5%) e de março mostram recuperação do crescimento nominal frente aos mesmos meses do ano anterior. Fevereiro registrou indicador positivo de 7,4%. “Embora isso ainda represente uma queda real, há uma tendência de melhora neste início de ano”, destaca Victor Sant’Ana, economista da entidade.

 

Vendas de ovos de Páscoa caem 14% nos supermercados do RS. Já as vendas de pescado crescem 5%

Vendas de ovos de Páscoa caem 14% nos supermercados do RS. Já as vendas de pescado crescem 5%

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As vendas de ovos de chocolate para a Páscoa caíram 14% no supermercados gaúchos em 2016 em relação ao ano passado. O balanço foi divulgado neste domingo pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). O dado confirmou as expectativas, que haviam apontado um consumidor mais retraído para a data. Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, muitos gaúchos recorreram à volta da tradição de preparar pequenos cestos, com balas, tabletes, coelhinhos e presentes menores.

De acordo ainda com a Agas, 40% dos consumidores deixaram as compras para a última hora. “Nestes três últimos dias, houve descontos de cerca de 20%, mas algumas lojas conseguiram fazer promoções do tipo compre um e leve dois em determinadas marcas”, informou Longo.

Quem quis garantir o ovo favorito antecipou as compras, comportamento que ficou mais evidente entre os gaúchos que adquiriram os chamados “ovos premium”. As vendas do tipo, com maior valor agregado, mantiveram-se estáveis em relação a 2015, e representaram cerca de 13% do total. Em média, os preços dos ovos de chocolate subiram 15% na comparação com a Páscoa passada.

A surpresa negativa do setor foi uma queda de 5% nas vendas de caixas de bombom, uma das apostas do segmento para 2016. Já a comercialização de pequenos tabletes de chocolate e de balas cresceu 2%. Ao total, os supermercados gaúchos comercializaram 7,6 milhões de ovos de Páscoa e 5,8 milhões de caixas de bombom.

Outro produto típico da data, as colombas pascais tiveram vendas semelhantes às do ano passado.

Vendas de pescado crescem 5%

Se as vendas de chocolates estiveram abaixo do esperado, a comercialização de pescados cresceu 5%, em volume físico, na comparação com a Páscoa de 2015. O crescimento, entretanto, não se reverteu em valores financeiros, uma vez que boa parte dos gaúchos migrou de pescados mais caros, como bacalhau e salmão, para produtos mais acessíveis, como o peixe panga. Ao todo, foram 520 toneladas de peixes vendidas, 95% na forma congelada.

Para o domingo de Páscoa, as temperaturas baixas inibiram o crescimento dos churrascos em família e, consequentemente, da comercialização de bebidas e carnes. (Correio do Povo)

Varejo prevê R$ 270 milhões com vendas de Páscoa

Varejo prevê R$ 270 milhões com vendas de Páscoa

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Para algumas pessoas, é impossível não pensar em Páscoa sem chocolate. Porém, há quem passe a data muito bem sem os tradicionais doces, e essa é a aposta dos lojistas do Rio Grande do  Sul. Pesquisa realizada pela Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) aponta que 43,2% dos entrevistados gostariam de ganhar roupas, enquanto 38,6% optam pelos tradicionais chocolates, 18,2% livros e 15,9% cosméticos. Com isso, a expectativa é que o setor movimente R$ 270 milhões em vendas de produtos para a data, o mesmo arrecadado no ano passado.

Conforme o presidente da AGV, Vilson Noer, apesar da frágil confiança dos consumidores no atual cenário da economia nacional, a Páscoa carrega um simbolismo muito forte e as pessoas sempre compram ao menos uma lembrança. “Mesmo com o tíquete médio sendo o mesmo do ano passado, R$ 50,00, é possível equiparar as vendas deste ano com as de 2015, pela maior quantidade de itens apontados da pesquisa”.

O levantamento também aponta que 75% dos consumidores diminuirá o número de pessoas presenteadas, em relação ao ano passado. Um total de 45,5% presenteará de três a quatro pessoas, enquanto em 2015, a maioria dos entrevistados daria presentes para cinco ou mais pessoas. Os filhos receberão presentes de 61,4%, os cônjuges/namorados 59,1%, 36,4% presenteará os sobrinhos/afilhados, e 20,5% os pais. Entre os presentes de quem vai comprar, o chocolate lidera a preferência com 77,3% das indicações, seguido de roupas (29,5%) e brinquedos (22,7%).

As lojas de rua são as preferidas para comprar os presentes, conforme indicação de 54,5% dos consumidores. A pesquisa ainda revela que 59,1% pagará as compras com dinheiro, 36,4% com cartão de crédito e 18,2% com cartão de débito.

Vendas do comércio varejista têm queda de 1,5% em janeiro

Economia Negócios Notícias
São Paulo - Movimento no comércio da rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, durante o Black Friday (Rovena Rosa/Agência Brasil)
De janeiro de 2015 a janeiro de 2016, queda nas vendas do comércio varejista atinge 10,3%
As vendas do comércio varejista do país fecharam  janeiro deste ano com retração de 1,5% sobre dezembro, na série livre de influências sazonais. Quando comparada a janeiro de 2015, série sem ajuste sazonal, a queda chega a 10,3% no décimo resultado negativo consecutivo.

No acumulado dos últimos doze meses, a queda é de 5,2% – a perda mais intensa de toda a série histórica, iniciada em 2001, mantendo uma trajetória de redução iniciada em julho de 2014, quando chegou a 4,3%.

Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) foram divulgados hoje (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que a receita nominal do setor fechou janeiro estável na série livre de influências sazonais (0,1% de variação) e crescimento de 1% em relação a janeiro do ano passado. No acumulado dos últimos doze meses, a receita nominal acusou diminuição de 2,8%.

Média móvel

Com a redução de 1,5% verificada em janeiro, frente a dezembro de 2015, a variação da média móvel trimestral (comparada à média móvel dos três meses encerrados em dezembro) ampliou o ritmo de redução ao passar de -0,5% para 1,2%. Já a média móvel da receita nominal fechou também estável (-0,1%) em janeiro.

Na série sem ajuste sazonal, o total das vendas assinalou uma redução de 10,3% em relação a janeiro de 2015, décima variação negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Assim, o resultado para o volume de vendas teve perda de ritmo em relação ao segundo semestre de 2015 (-6,3%).

A taxa anualizada de -5,2%, indicador acumulado nos últimos 12 meses, assinalou a perda mais intensa da série histórica, iniciada em 2001, e manteve a trajetória descendente observada a partir de julho de 2014 (4,3%). A receita nominal apresentou taxas de variação de 1,0% em relação a janeiro de 2015 e de 2,8% nos últimos doze meses.

Quanto aos dados relativos ao comércio varejista ampliado –  incluindo o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção – as variações sobre o mês imediatamente anterior também foram negativas, com taxas em janeiro de -1,6% para volume de vendas e de -0,7% para a receita nominal.

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a queda foi de 13,3% para o volume de vendas e de 4,7% na receita nominal. No acumulado dos últimos doze meses, as perdas foram de -9,3% para o volume de vendas e de -2,3% para a receita nominal.

Atividades

A queda de 1,5% nas vendas do comércio varejista em janeiro de 2016, em relação a dezembro de 2015, reflete variações negativas em seis das oito atividades pesquisadas pelo IBGE.

Setorialmente, os principais destaques negativos vieram do recuo de 4,3% no setor de móveis e eletrodomésticos, segunda taxa negativa consecutiva nessa comparação, período que acumulou perda de 12,3%; depois, aparecem hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,9%), atividades de maior peso na estrutura do varejo e com recuo pelo terceiro mês.

A atividade de combustíveis e lubrificantes fechou com redução de vendas (3,1%); o item outros artigos de uso pessoal e doméstico caiu 1,8%; tecidos, vestuário e calçados (-0,5%); e livros, jornais, revistas e papelarias (-0,1%).

Já artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos,  perfumaria e cosméticos tiveram variação de 0,1%, mantendo-se praticamente estáveis em relação a dezembro de 2015.

Considerando o varejo ampliado, a redução de 1,6% aumentou em janeiro o ritmo de queda frente a dezembro (-1%). O resultado de janeiro sofreu influência, principalmente, das vendas em material de construção (-6,6%), após crescimento de 3,2% no mês anterior; seguido por veículos e motos, partes e peças (-0,4%).

Comparação com 2015

A queda de 10,3% nas vendas do comércio varejista na comparação com janeiro de 2015 (série sem ajuste sazonal), além de ter sido a décima taxa negativa seguida, registrou o recuo mais acentuado desde os 11,4% de março de 2003.

Segundo o IBGE, todas as oito atividades do varejo acusaram variações negativas, com destaque para móveis e eletrodomésticos (retração de 24,3%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (queda de 5,8%); combustíveis e lubrificantes (-14,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-12,5%); tecidos, vestuário e calçados (-13,8%); e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-24,0%).

A pesquisa indica que o setor formado por móveis e eletrodomésticos foi o exerceu o maior impacto negativo no desempenho global das vendas. “Com uma dinâmica de vendas associada à disponibilidade de crédito, os resultados do setor, abaixo da média geral, foram influenciados, principalmente, pela elevação da taxa de juros , além da redução da renda real das famílias”, informou o IBGE.

Em janeiro de 2016, a segunda maior contribuição negativa na formação da taxa das vendas do varejo veio da atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de -5,8% sobre janeiro de 2015.

Já o item combustíveis e lubrificantes foi responsável pelo terceiro maior impacto negativo na formação da taxa global ao fechar janeiro de 2016 com queda de 14,1% diante de janeiro de 2015. O desempenho do setor foi influenciado pela alta de preços dos combustíveis.

Varejo Ampliado

O desempenho negativo do setor de veículos, motos, partes e peças (queda de 18,9% entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016) foi o principal fator para que o comércio varejista ampliado fechasse janeiro com queda de 13,3%,  a mais acentuada da série histórica.

A atividade respondeu por 38% da redução da taxa global do varejo ampliado. A redução das vendas no segmento está associada ao menor ritmo da atividade econômica e menor ritmo na oferta de crédito.

Embora com menor peso, a redução das vendas no segmento de material de construção também influenciou o resultado, com a variação no volume de vendas de -18,5% na comparação com o janeiro de 2015, consolidando a maior queda da sua série histórica.

Segundo o IBGE, embora permaneçam alguns incentivos ao setor, como a manutenção dos níveis do crédito habitacional, o desempenho da atividade, abaixo da média, “reflete o atual quadro macroeconômico, especialmente no que tange a crédito e massa de rendimento real das pessoas ocupadas”. (Agência Brasil)

Varejo gaúcho tem o pior Natal em 14 anos

Varejo gaúcho tem o pior Natal em 14 anos

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O comércio do Rio Grande do Sul faz um balanço negativo das vendas para o Natal deste ano, pior volume de negócios desde o ano de 2001. Conforme levantamento da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), os negócios devem registrar uma queda de 10,2% na comparação com igual período do ano passado. A entidade projetava registrar o mesmo desempenho de 2014, somando R$ 5,9 bilhões em vendas. “As crises política e econômica brasileira e a instabilidade crítica das finanças do estado provocaram uma desconfiança e uma prevenção do consumidor. Associado a isso, as chuvas intensas no interior afastou os retardatários das zonas de compra de presentes”, comenta Vilson Noer, presidente da entidade.

Com o resultado, ainda que estejam programadas promoções de saldos para os últimos dias do ano, o comércio do Estado deverá encerrar o ano com um desempenho abaixo em relação ao ano passado. O dirigente aponta iniciativas muito próximas do Natal, como a “Black Friday”, como responsáveis pelo fraco volume de negócios de bens duráveis no ano. “A renda do consumidor não é mais a mesma, o desemprego voltou a atingir a população economicamente ativa e o crédito ficou mais escasso. Entidades da área de eletroeletrônicos, por exemplo, projetam uma queda de 20% no quarto trimestre deste ano para produtos como fogões, lavadoras, refrigeradores”, comenta Noer apontando que estes fatores são essenciais para que o comércio tenha números positivos.

Os dados coletados com 130 entidades do Rio Grande do Sul projetam um tíquete médio de R$ 75,00, dentro da variação projetada incialmente entre R$ 70,00 e R$ 90,00, mas abaixo dos R$ 100,00 que o verificado em 2014. Entre os itens com melhor desempenho estão cosméticos, perfumaria e brinquedos. “Quem ainda dispor de dinheiro vai conseguir bons preços nas promoções de final de ano”, antecipa o dirigente.