Temer escolhe Aloysio Nunes Ferreira como líder do governo no Senado. Tucano disputou as eleições de 2014 como vice na chapa de Aécio Neves

Temer escolhe Aloysio Nunes Ferreira como líder do governo no Senado. Tucano disputou as eleições de 2014 como vice na chapa de Aécio Neves

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O presidente interino Michel Temer escolheu o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para a liderança do governo no Senado. De acordo com a assessoria de Temer, o senador e o presidente encontraram-se no início da tarde de hoje no Palácio do Planalto.

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Senadores Aécio Neves (PSDB-MG) eAloysio Nunes (PSDB-SP). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Na eleição presidencial de 2014, ele concorreu como vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG). Além de ter exercido mandatos de deputado estadual e federal por São Paulo, Aloysio Nunes foi vice-governador do estado de 1991 a 1994.

No ano passado, o senador teve o nome citado em um pedido de abertura de inquérito para apurar supostas doações ilegais de campanha. Embora o nome do senador paulista tenha sido citado em depoimentos de delação premiada do presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, investigado na Lava Jato, o caso não é relacionado à operação. Na ocasião, o senador negou qualquer irregularidade.

Temer já havia definido também a liderança do governo na Câmara dos Deputados com a escolha do deputado André Moura (PSC-SE).

Os líderes do governo no Senado e na Câmara fazem a articulação entre o Planalto e os parlamentares e com a base aliada no Legislativo. (Agência Brasil)

Após encontro com Temer, Skaf diz que vice não é a favor de aumento de impostos

Após encontro com Temer, Skaf diz que vice não é a favor de aumento de impostos

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Após reunião de cerca de seis horas com Michel Temer, neste domingo (24), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou que o vice-presidente não é a favor de aumentos de impostos. “Ele ouviu atentamente a tudo isso [propostas] e não é a favor de aumento de impostos”, declarou Skaf, na saída do encontro, em Brasília. O presidente da Fiesp complementou afirmando que Temer “concorda” com a visão da federação, contrária à alta na carga tributária.

“Eu vim conversar com o vice-presidente e tentar mostrar uma realidade que as empresas, que as pessoas, estão passando. Há uma falta de total confiança no atual governo, na atual presidente, e essa falta de confiança faz com que os investimentos parem, e faz com que o consumo também pare, por insegurança do emprego. Tem que se restabelecer a confiança no Brasil e, com confiança e credibilidade, a roda da economia volta a andar”, afirmou Skaf, que estava acompanhado de outros diretores da Fiesp, e apoia abertamente o impeachment de Dilma.

O presidente da Fiesp afirmou ainda que há formas de equilibrar as contas sem prejudicar programas sociais. “Há muito desperdício, há muito gasto que pode ser evitado. Sem dúvida, o governo pode fazer hoje o mesmo que todas as empresas estão fazendo: procurando negociar bem as suas compras, renegociar algumas situações, de forma a enquadrar suas despesas na capacidade das receitas”, explicou. (JB)

Cunha quer vice no comando caso seja afastado

Cunha quer vice no comando caso seja afastado

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ) articula para que seu vice, Waldir Maranhão (PP-MA) (foto), assuma a presidência da Câmara caso seja afastado do cargo pelo Supremo em fevereiro. O peemedebista defende que não deve haver nova eleição, uma vez que ele ainda poderia recorrer da decisão. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

Ibope: aprovação de possíveis substitutos de Dilma não passa de 11%

Ibope: aprovação de possíveis substitutos de Dilma não passa de 11%

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Pesquisa realizada pelo Ibope entre 12 e 16 de setembro, e divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Estado de S. Paulo, revela que o vice-presidente Michel Temer tem índices de reprovação semelhantes aos da presidente Dilma Rousseff. Segundo o levantamento, 11% dos entrevistados acham a atuação do vice como ótima ou boa, 29% como regular e 40% como ruim ou péssima. Outros 21% não responderam.

Temer e Dilma estão tecnicamente empatados em desaprovação. Na última pesquisa Ibope divulgada em junho, ela tinha 9%, com margem de erro de dois pontos porcentuais.

A popularidade de Temer varia de 7% no Sul a 12% no Nordeste; de 10% entre os mais pobres a 11% entre os mais ricos.

Ainda de acordo com a pesquisa Ibope, os presidentes da Câmara e do Senado, que ocupam o terceiro e o quarto lugares na linha sucessória de Dilma, tiveram a seguinte avaliação: Eduardo Cunha tem 11% de ótimo/bom e 35% de ruim/péssimo; Renan Calheiros, 8% de ótimo/bom e 40% de ruim/péssimo. (Jornal do Brasil)