SIMERS vai São Lucas/Puc após novo caso de violência na saúde em Porto Alegre

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O Sindicato Médico do RS (SIMERS) vai ao Hospital São Lucas da PUC para conferir a situação no local após homem ser morto e outro baleado em frente à instituição, conforme notícia da imprensa. O novo caso de violência acentua a cobrança por medidas do governo estadual e ocorre justamente um dia após o presidente do Simers, Paulo de Argollo Mendes, reunir-se com o secretário estadual de Segurança Pública, Wantuir Jacini.

Argollo considera que as medidas prometidas pelo secretário precisam ser urgentemente implantadas. A entidade verificará as condições para a manutenção do atendimento devido ao impacto da violência. É o oitavo caso do ano de violência em unidade de saúde em Porto Alegre este ano, sendo que a maior parte envolve disparos de arma e mortes.

Dados: Em 2015, foram 33 ocorrências de violência no Estado, sendo 22 em Porto Alegre. O número mais que dobrou frente a 2014, que teve 14 casos (8 na Capital). Os dados compõem monitoramento do SIMERS, com base em relatos e notícias da Imprensa.

Em 2016, subiu para 8 casos, com o desta quarta-feira. Todos em Porto Alegre. Este ano a violência aumentou: houve ataques a postos, como o da Cruzeiro, que teve de ser fechado devido ao nível da violência, com mortes e disparos de metralhadora. Houve tentativa de execução de um homem a tiros dentro da emergência do HPS, execução de um paciente dentro do Cristo Redentor e tiroteio com morte entre bandidos e policiais em frente ao hospital da zona norte.

Reunião na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) entre SIMERS e Jacini definiu pela criação de uma câmara temática para cuidar das questões de segurança na saúde. O grupo de trabalho vai reunir integrantes do SIMERS, outras entidades médicas e órgãos de segurança. Argollo reforçou as principais reivindicações: integração do videomonitoramento existente em diversos órgãos, instalação de botões de pânico, policiamento em cada unidade, aumento do efetivo da Guarda Municipal e até detectores de metais nos acessos.

Secretário da Segurança do RS é a favor de que população ande armada. Wantuir Jacini é contra a legalização das drogas

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O secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Wantuir Jacini, disse, em entrevista ao Programa Agora, que o pacote de medidas anunciado pelo governador José Ivo Sartori deve ter resultados expressivos no combate à criminalidade no Estado. Ao ser questionado sobre a insegurança do cidadão frente à escalada de assaltos e a violência, o secretário destacou que anda armado e que é favorável a concessão do porte de arma ao cidadão, desde que sejam observados as exigências legais.

Na entrevista no estúdio da Rádio Guaíba, ele destacou os números da Operação Desmanche, que busca a desativação de 1,5 mil depósitos irregulares de peças de automóveis nos próximos 8 meses. Jacini destacou que se trata de um trabalho de médio prazo, entre dois e três anos. Também disse que houve redução de 28% no número de veículos roubados no estado em razão da Operação Avante. O secretário também disse que determinou a criação de 700 vagas em Concurso para a Susepe, com a elaboração de edital ainda este ano.

Ao ser questionado sobre medidas imediatas na Segurança Pública, Jacini disse que foi reservada uyma quantia emergencial de R$ 52 milhões em horas-extras, com possibilidade de duplicação das ações da Operação Avante, que já resultou na redução de 30% da criminalidade no centro da capital.Além disso as ações serão estendidas a 19 cidades da Região Metropolitana, com ampliação dos investimentos especializados e perícias da Polícia Civil.

Sobre a elevação de 20% dos homicídios em Porto Alegre, o secretário rebateu dizendo que em 320 cidades gaúchas não há assassinatos há mais de um ano. Disse que no Brasil inteiro os índices são altíssimos e que a solução para as grandes cidades é a qualificação das investigações e o aumento da inteligência nas ações policiais. O secretário disse acreditar que leis fracas estimulam cada vez mais a criminalidade. Afirmou que há muitos Projetos de Lei para aumentar a segurança no Congresso Nacional, a maioria deles para tornar as leis mais flexíveis.

Sobre o aumento de vagas nos presídios, Jacini disse que estão sendo finalizadas 2.450 em Canoas e 670 em Guaíba (que está com 70% das obras concluídas). Outras 1.700 estariam condicionadas a permutas com imóveis públicos desativados. Revelou que no plano detalhado por Sartori não foi citado que em 23 cidades gaúchas o poder público está construindo ou ampliando vagas. Também estaria prevista a construção de 3 novos presídios, que já tem planta, mas ainda não foi escolhido o terreno nem firmada a contratação. Outra novidade é que no semi-aberto seriam destinadas outras 920 vagas, o que ajudaria a desafogar os presídios gaúchos.

O secretário também respondeu a perguntas de ouvintes e falou sobre a apreensão de 10,8 Ton de drogas em 2015, com a superação dessa meta ainda em 2016. (Rádio Guaíba)

INSegurança: Deputado promove debate aberto com Secretário de Segurança Pública na segunda-feira em Porto Alegre

INSegurança: Deputado promove debate aberto com Secretário de Segurança Pública na segunda-feira em Porto Alegre

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Um dos assuntos que mais preocupam e mobilizam os gaúchos atualmente, a segurança pública é tema da Reunião Pública do Mandato que o deputado Tiago Simon (PMDB) realiza na tarde da próxima segunda-feira (27/6).

Para debater iniciativas e soluções para a segurança na Capital, Tiago Simon contará com as presenças do secretário de Estado de Segurança Pública, Wantuir Jacini, e do vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, que farão exposições sobre iniciativas em andamento e previstas para a segurança.

Dia: 27 de junho Horário: 14 horas Local: Assembleia Legislativa do Estado Sala João Neves da Fontoura (Plenarinho)/3º andar

Estado passa a divulgar índices de criminalidade só a cada seis meses

Estado passa a divulgar índices de criminalidade só a cada seis meses

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A Secretaria de Segurança Pública (SSP) vai passar a divulgar somente a cada seis meses os índices de criminalidade no Rio Grande do Sul. Até o ano passado, os dados eram divulgados a cada três meses. Os últimos índices revelados pela Secretaria, relativos ao fim do ano passado, apontaram que houve redução no policiamento e nas prisões em flagrante. A redução da frequência de divulgação dos índices de criminalidade foi confirmada nesta quarta-feira pelo secretário da Pasta, Wantuir Jacini. Segundo o gestor da Segurança Pública, o atraso na divulgação dos dados se deve à implementação de um novo sistema de análise de dados. Segundo Jacini, o atual sistema de levantamento de dados é muito trabalhoso.

“Precisamos atualizar a tecnologia. A tecnologia existente traz muitas dificuldades. (As atuais tecnologias) são manuais, dão muito trabalho para fazer”, explicou Jacini, lembrando que a legislação estadual permite a alteração.

Jacini também negou que a alteração sirva para reduzir a pressão sobre a SSP por resultados melhores. Segundo a assessoria de imprensa da Pasta, o novo sistema já está sendo implementado, e 40 servidores estão sendo treinados há duas semanas. A previsão é que em dois meses os agentes da Segurança Pública já saibam utilizar o sistema. O novo software de gestão dos dados, o Qlikview, foi adquirido com recursos do Programa de Oportunidades e Direitos (POD), parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O investimento do BID no Estado é de US$ 56 milhões, sendo US$ 6 milhões de contrapartida estadual.

Durante a gestão do ex-governador Tarso Genro também houve alteração na periodicidade de divulgação. Em 2013, o intervalo passou de mensal para trimestral.

Durante a entrevista coletiva que antecedeu a participação de Jacini em evento da Federasul, o secretário voltou a defender a atuação da Brigada Militar no acompanhamento dos últimos protestos contra o governo interino de Michel Temer. Para Jacini, a atuação foi adequada inclusive no caso em que um grupo de meninas denunciou abuso de autoridade por parte dos policiais.

“Em toda ação corresponde uma reação. As polícias, no cumprimento da lei, têm uma postura dentro da lei. É preciso que as pessoas que estão fazendo manifestações façam as manifestações, em lugares públicos, que não tirem o direito de ir e vir das pessoas. Foi adequado (o comportamento dos policiais) naquele momento”, defendeu.

Questionado sobre protestos de outros grupos em que também houve bloqueio de vias por diversas horas, como nos atos em apoio ao impeachment na Avenida Goethe, Jacini disse que as lideranças agiram de forma diferente.

“Em outras manifestações as lideranças prontamente se deram conta de que estavam tirando o direito das outras pessoas e pararam, cessaram. (No Parcão) foi falado e eles saíram dali. Se eles não saíssem, aí sim”, argumentou o secretário.

Fonte:Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

Secretário da Segurança reafirma ato de bravura dos policiais que mataram quatro criminosos em frente ao Cristo Redentor

Secretário da Segurança reafirma ato de bravura dos policiais que mataram quatro criminosos em frente ao Cristo Redentor

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Um dia após o governador José Ivo Sartori ter condecorado os policiais militares que atuaram no confronto que terminou com quatro criminosos mortos na sexta-feira passada, em Porto Alegre, o secretário estadual da Segurança Pública, Wantuir Jacini, voltou a destacar como correta a conduta adotada pelos PMs. Nessa quinta-feira, durante evento na Academia de Polícia, Sartori homenageou os quatro PMs que trocaram tiros com os suspeitos em frente ao Hospital Cristo Redentor.

Nesta sexta, em entrevista para o programa A Cidade é Sua, da Guaíba, Jacini ressaltou a bravura dos policiais que conseguiram conter o bando, armado com fuzil e pistolas com dispositivos para rajada. “A viatura da Brigada Militar ficou toda furada de tiros, dados pelos bandidos. A polícia, no cumprimento da lei, usou da energia necessária para conter a agressão que sofria”, frisou.

Wantuir Jacini também avaliou a situação da Segurança no Estado e considerou que os efetivos da Brigada Militar e Polícia Civil vêm realizando prisões de forma sistemática. Ele criticou, porém, a legislação que permite a soltura de parte dos suspeitos capturados em ações de policiamento. Jacini apelou para que a população cobre da classe política medidas para alterar as leis em vigor. Segundo o secretário, apenas uma ofensiva da BM resultou na prisão de quase mil pessoas. Ele lembrou, além disso, que a PC detém mais de cem pessoas semanalmente no Rio Grande do Sul.

Investimentos

Jacini adiantou, também, que a Pasta da Administração já realizou um levantamento de prédios e terrenos pertencentes ao Piratini, aptos a irem a leilão. A ideia, com isso, é reforçar o caixa do Estado e viabilizar investimentos em Segurança Pública. O montante que pode ser arrecado não foi informado pelo secretário. Os leilões devem ocorrer ainda em 2016. (Lucas Rivas/Rádio Guaíba)

Secretário de Segurança Pública explica proposta de criação de Sistema Integrado de Segurança Pública utilizando Guardas Municipais

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Entrevistei nesta terça-feira (05.01.2016), o secretário estadual da Segurança, Wantuir Jacini, que explicou a ideia de um sistema integrado de segurança pública no RS a partir da capacitação das guardas municipais e a unificação dos sistemas de vídeo monitoramento e fiscalização de trânsito. Na entrevista ao Programa Agora/Rádio Guaíba, ele disse que com a saída de centenas de brigadianos por conta de aposentadoria, nos últimos anos, a solicitação é de inclusão de todos os aprovados em concurso, mas não definiu prazos ou deu garantias. “A área econômica do governo estadual está dimensionando como será o pagamento desses servidores”. Ele disse que vivemos em um período econômico e social atípico, o que dificulta a incorporação dos novos servidores.

Jacini também detalhou como seria a integração das guardas municipais de 135 municípios gaúchos com a segurança pública estadual, apontando a oferta de cursos de capacitação para fazer o nivelamento dos agentes. Disse que já passou o tempo em que os guardas municipais faziam apenas a segurança dos prédios públicos. Destacou, no entanto, que a ideia não é que a Guarda Municipal substitua a Brigada Militar, mas aprimore o trabalho policial no Estado. “As instituições já tem academias, instrutores e hoje em dia os treinamentos podem ser feitos com menor custo e ensino à distância”, esclareceu. Jacini destacou que essas coisas não acontecem do dia para a noite, pois são feitas com muito trabalho no cotidiano. Ao responder perguntas de ouvintes o secretário também esclareceu que o uso da Força Nacional é restrito a casos específicos e urgentes. Para ele a unidade, menos de 200 homens, não pode fazer o policiamento ostensivo no lugar de 20 mil brigadianos que atuam no RS.

Estado analisa uso da Força Nacional de Segurança após incêndios em Porto Alegre

Economia Notícias Política Segurança

 

Entrevistei hoje no Agora/Rádio Guaíba, o secretário de Segurança do Estado, Wantuir Jacini. Ele afirmou que vai conversar com o governador José Ivo Sartori sobre a possibilidade de usar a Força Nacional após os incêndios de cinco ônibus e um lotação na zona Sul de Porto Alegre. A questão será analisada em uma reunião marcada para hoje. “A Força Nacional é para atuar em questões e locais específicos, como em presídios, por exemplo. Hoje vamos analisar o caso dos incêndios e depois falar com o governador”, resumiu em entrevista à Rádio Guaíba.

Ainda que tenha comentado a possibilidade usar a Força Nacional na Capital, Jacini declarou que a chegada da corporação a Porto Alegre representaria um desprestígio à Brigada Militar (BM). “A Força Nacional não poderia atuar como um policiamento rotineiro porque os soldados não conhecem a cidade e não teriam o desempenho adequado. Eles têm disponíveis 150 homens, enquanto a BM conta com 2 mil para o mesmo trabalho. Isso seria um desprestígio”, enfatizou.

Conforme Jacini, um plano de ação é elaborado pela secretaria de segurança em conjunto com a BM e EPTC. O monitoramento das garagens dos ônibus está sendo feito e a investigação já tem algumas pistas dos suspeitos de realizarem os incêndios. “O modus operandi indica que foram os mesmos autores em todos os episódios, que usaram motocicletas e uma arma longa. Estamos trabalhando para dar tranquilidade à sociedade”, acrescentou.

RS: Secretário de Segurança nega necessidade da Força Nacional e diz que população pode agir em caso de violência. Demita-o Governador!

RS: Secretário de Segurança nega necessidade da Força Nacional e diz que população pode agir em caso de violência. Demita-o Governador!

Notícias

 Caro Governador José Ivo Sartori, li estarrecido a reportagem da minha colega Samantha Klein/Rádio Guaíba, transcrita abaixo. Um secretário de estado que começa uma frase reconhecendo que a população não está preparada e encerra dizendo que ela pode atuar! É no mínimo um despreparado para o cargo. O Comandante em Chefe da Brigada Militar é o senhor. A decisão de dar mais sensação de segurança a todos nós gaúchos é sua. A Força Nacional de Segurança não vai resolver todos os males da insegurança pública que cresce em nosso Estado e País há vários governos, mas ela vai dar com certeza a ideia de que o governo está fazendo o que está ao seu alcance para minorar o problema que é grave. Por fim, governador demite esse secretário. Não é possível que o sujeito pense no que ele disse e é bem pior que além de pensar… diga. Se é para formular frases infelizes e que causem mais medo a população que já anda apavorada, demita-o. Este senhor, que volte ao cargo dele na Polícia Federal e de preferência bem longe dos microfones.

O secretário estadual da Segurança Pública (SSP), Wantuir Jacini, negou mais uma vez o pedido renovado pelo prefeito José Fortunati para a convocação da Força Nacional de Segurança. Ele ainda respaldou o a própria população a prender aqueles que cometem delitos. As declarações ocorrem após um dia violento na Vila Cruzeiro, zona Sul de Porto Alegre.

“Concordo que a sociedade não tem esse preparo, no entanto, a lei permite que qualquer cidadão prenda em flagrante quem estiver cometendo crimes. A obrigação é da polícia, não estou dizendo que todo cidadão faça isso, mas a pessoas mais desprendidas que fizerem estão respaldadas pela lei. Melhor seria não atuar, mas se for inevitável, que atuem”, afirmou ele, em entrevista ao programa Conexão Guaíba, da Rádio Guaíba.

Quanto ao pedido de Fortunati, Jacini acrescentou que o policiamento ostensivo deve ser realizado pela Brigada Militar. O dirigente ressaltou que a Força Nacional de Segurança somente deve ser solicitada para eventos fora da competência da BM.

“Acontece que a Força Nacional tem 150 homens enquanto a Brigada Militar tem 3 mil. A Força Nacional pode ser empregada para questões específicas, como a necessidade de transferência de detentos de um presídio ou a desobstrução de uma rodovia, como aconteceu no início do ano”, afirmou, referindo-se aos protestos de caminhoneiros que resultou em diversas estradas federais bloqueadas.

Novamente por meio do Twitter, Fortunati cobrou ação mais enérgica na questão da segurança e criticou o titular da SSP: “O secretário de Segurança afirma que eu não o procurei para falar sobre a Força Nacional. Eu falei com o governador, a quem ele é subordinado. Ou ele faz parte de uma república independente dentro do governo?”, escreveu.

Apesar do déficit não há previsão de nomeações

Com relação à nomeação de policiais civis e militares aprovados em concurso, o secretário disse que não existe previsão em função das medidas de contenção de gastos determinadas pelo governador. Atualmente a Brigada Militar tem apenas 17 mil soldados, quando precisaria contar com 33 mil. (Samantha Klein/Rádio Guaíba – Foto: Paulo Nunes/Correio do Povo)