BahTchê Papo estreia hoje às 21h no canal Bah! E o convidado do meu primeiro programa é o jornalista David Coimbra

BahTchê Papo estreia hoje às 21h no canal Bah! E o convidado do meu primeiro programa é o jornalista David Coimbra

Agenda Comunicação Cultura Destaque Poder Política Porto Alegre Saúde Vídeo

Eu estreio hoje (05.08) o BahTchê Papo, programa semanal de entrevistas no Canal Bah!. O programa irá ao ar aos domingos, a partir das 21h,  além de reprises durante a semana na grade do canal. A ideia é conversar com pessoas dos mais diferentes ramos sem que a pauta se prenda só na especialidade do entrevistado. Meu convidado do primeiro programa é o jornalista David Coimbra, que recentemente lançou o livro. Hoje eu venci o câncer,  onde escreve como lidou com seus próprios medos ao enfrentar uma doença que colocou sua vida de cabeça para baixo. Logo em seguida a um diag­nóstico assustador por sua gravidade, o autor se mudou para os Estados Unidos com sua família para tentar um tratamento experimental que foi sua salvação.

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O programa terá a agenda social da semana com Guaracy Andrade.

Nós vamos conversar sobre os  textos por vezes crus de tão hones­tos e sobre sua luta para recobrar a saúde, mas não só sobre isso. Por sinal, o meu amigo e entrevistado me surpreendeu ao escrever uma crônica na Zero Hora, onde relata parte do nosso encontro. Confira abaixo. Eu já tinha conversado com David tão logo fiquei sabendo que o livro estava pronto para ser lançado. Desta vez aprofundamos outros temas.

 

A programação ainda conta com a participação especial de outro grande amigo, o jornalista Guaracy Andrade, que fará uma retrospectiva dos eventos sociais acontecidos na semana e adiantará o que deve ser notícia.  O Canal Bah! está nas frequências 20 e 520 da NET. Para a região do Vale do Sinos, pode ser conferido nos canais 26 e 526. A programação também pode ser acompanhada, em tempo real, pela página do Facebook:  https://www.facebook.com/canalBahtv/ e pelo site www.bahtv.com.br.

 

LEIA MAIS: David Coimbra lança “Hoje eu venci o câncer”. Livro com relatos inéditos sobre como o jornalista enfrentou a doença chega às livrarias na segunda-feira

 

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Fernanda Pandolfi deixa Zero hora. Saiba como será a “idaevolta” da jornalista

Fernanda Pandolfi deixa Zero hora. Saiba como será a “idaevolta” da jornalista

Comunicação Negócios Notícias Porto Alegre Turismo

A jornalista Fernanda Pandolfi deixa de assinar em julho a coluna REDE SOCIAL, no jornal Zero Hora. Menos de três anos depois de assumir o espaço na página dois do Segundo Caderno de Zero Hora, ela sai para se dedicar a um projeto pessoal na web, uma plataforma de informações sobre viagens chamado “idaevolta”. O projeto está sendo desenvolvido pela Agência Digital Plano e colocará Fernanda em contato com seu público, via vídeo e texto em diferentes redes sociais. A ideia é que mais do que dicas de viagens como hotéis, restaurantes e pontos turísticos, ela relate como vivem “os nativos” dos lugares visitados. Quando estiver em Porto Alegre, ela irá retratar a cidade. Em sua apresentação como nova colunista de Zero Hora, Fernanda já dizia que: – Conhecer pessoas e lugares me motiva. Agora ela se dedicará a isso em seu projeto pessoal. Parabéns e sucesso Fernanda!!!!

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Júlia Alves

A nova titular da coluna Rede Social será a jornalista Júlia Alves, formada pela PUC-RS, que já faz parte da equipe de Fernanda Pandolfi, onde circula pelos eventos e mantém as redes sociais da coluna ativas. Jéssica Nakamura, seguirá também no espaço do jornal e web que tem ainda ainda a fotógrafa Andréa Graiz e eventualmente Adriana Franciosi.

Se eu não esqueci ninguém, desde 2003, quando Paulo Raymundo Gasparotto deixou a coluna que escreveu por décadas em Zero Hora, Júlia Alves será a oitava jornalista a passar pela página que já foi da dupla Guaracy Andrade & Fernanda Zaffari, Fernanda Zaffari em voo solo, Paola Deodoro, Mariana Bertolucci, Claudia Ioschpe, Milena Fischer e mais recentemente de Fernanda Pandolfi.

O Festival dos Festivais; por Roger Lerina/Zero Hora

O Festival dos Festivais; por Roger Lerina/Zero Hora

Cultura Mundo Notícias

Confirmadíssimo o line up do aguardado festival que o povo apelidou de “Oldchella”: de 7 a 8 de outubro, em Indio, na Califórnia, no mesmo local onde rola o Festival de Coachella, seis dos mais emblemáticos nomes do rock’n’roll estarão reunidos.

O concerto de três noites começa na sexta-feira, com os ROLLING STONES e BOB DYLAN e sua banda, seguido na noite de sábado por PAUL McCARTNEY e NEIL YOUNG _ com o grupo Promise of the Real _, com o fim de semana chegando ao fim no domingo à noite, com ROGER WATERS e THE WHO.

Os shows começam depois do pôr do sol, com cada atração apresentando um set completo. E a produção do evento avisa: esses três dias no Empire Polo Club serão a única oportunidade de assistir a essas lendas todas juntas.

Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 9, segunda-feira, pelo site DesertTrip.com. Os ingressos para admissão geral, isto é, de pé no campo, custam US$ 199 por dia e US$ 399 para as três noites. Fui! ( Só me resta desejar ao Roger… Boa viagem!!!)

Chargista Marco Aurélio deixa as paginas de Zero Hora

Chargista Marco Aurélio deixa as paginas de Zero Hora

Cidade Comportamento Comunicação Cultura Notícias Poder Política Porto Alegre Publicidade

A tradicional charge de Marco Aurélio, publicada há décadas, nas primeiras páginas não será mais vista em Zero Hora. A empresa deve anunciar nos próximos dias, que o chargista deixará o dia a dia do jornal impresso. Funcionário há 46 anos do Grupo RBS, ele não se afastará totalmente da empresa. Marco Aurélio, irá publicar seus trabalhos uma vez por semana, na ZH Digital.

Substituto de Moisés Mendes já trabalha na redação da Zero Hora

Substituto de Moisés Mendes já trabalha na redação da Zero Hora

Cidade Comportamento Comunicação Cultura Direito Economia Educação Notícias Poder Política Porto Alegre

Zero Hora não deve ir ao mercado contratar um profissional para substituir o colunista Moisés Mendes. A ideia que já está sendo trabalhada há algum tempo é uma “solução caseira”. Nesta sexta-feira, na interatividade das redes sociais surgiram sugestões de jornalistas gaúchos com “visão de esquerda”. O “viés”  é pré-requisito para contrapor os “liberais”que escrevem no jornal. Não há ainda uma definição por parte da direção de quem será a pessoa a ocupar o espaço, mas o “vestibular” pela vaga já começou. Nos últimos dias vários jornalistas da redação com “olhar de esquerda”, estão tendo seus textos analisados. A resposta do público pelos canais dos leitores de Zero Hora, será um dos critérios para a escolha definitiva do nome. A opção de trazer alguém de fora da empresa existe, mas poucos apoiam ela.

Com todos que eu conversei, ficou claro a intenção de que o futuro articulista tem que cair no agrado dos “socialistas gaúchos” – veja o elogio de Tarso Genro – e provocar reações do outro lado. Como por exemplo fez Moisés no texto: A direita estudantil. Ali ele dizia: “A direita brasileira só consegue produzir alguma reflexão em cima da reflexão alheia, quando o assunto é a autocrítica sob um mínimo de honestidade intelectual.” A resposta do instituto Liberal foi forte: “A história da corrupção brasileira é indubitavelmente atrelada ao tamanho do Estado, que é o seu verdadeiro e único genitor. A “direita” de Moisés não passa de um bode expiatório, um chiste, um clichê, uma fabula moderna criada nos diretórios dos partidos de esquerda. A “direita” de Moisés é um moldura adequada de inimigo que na realidade não existe. ” O texto publicado no site da instituição e assinado por Guilherme Macalossi, leva o título de: A direita de Moisés Mendes.

A intenção de Zero Hora, que deve anunciar o nome até maio, é que quem ocupar o cargo tenha ótimo texto, seja polêmico para causar repercussão e que tenha perspectiva de vida longa no novo posto. As apostas estão abertas, a roleta está girando e a única certeza que se tem é a bolinha tem que que parar na cor vermelha.

 

Moisés Mendes deixa Zero hora

Moisés Mendes deixa Zero hora

Comunicação Cultura Direito Notícias Poder Política
O jornalista Moisés Mendes anunciou hoje que está deixando o jornal Zero Hora. Nesta sexta-feira ele enviou um e-mail a amigos e leitores explicando os motivos da saída: “Solicitei meu afastamento em 29 de fevereiro, dias após ter sido informado de que a Zero juntaria as edições de sábado e domingo em uma superedição com o melhor de ZH. Eu deixaria de escrever no espaço que ocupava no domingo e seria mantido como articulista em outros três dias da semana.

Moisés ocupava espaço na edição dominical desde o final de 2014

No final de 2014, o jornalista já havia pedido demissão, após o anuncio de mudanças entre colunistas. Daquela vez o motivo foi a comunicação que Moisés deixaria de escrever no espaço que compartilhava Paulo Sant’Ana. Ele ocupava a penúltima página nas edições de terças e sextas. Moisés, pediu demissão, mas foi demovido de sua ideia em função do apelo de leitores e colegas de redação. Naquela época ele disse ao blog Jornalistas/RS: “Fiquei comovido, não imaginava que teria tanto apoio. Agora tenho uma responsabilidade ainda maior com o leitor”. Da minha parte quero agradecer ao Moisés, na década de 90, quando foi editor de Economia de ZH abriu amplos espaços para reportagens que produzi para a Rádio Gaúcha. Ouvinte atento do Rádio e sem que o jornal tivesse coberto o assunto me chamava junto com a Bela Hammes e mandava eu baixar o texto. depois eles corrigiam os erros de pontuação e gramática e estampavam no jornal. O ápice foi uma manchete principal de capa na cobertura da privatização da Aços Finos Piratini, hoje Gerdau.
Moisés tinha grande admiração de parte dos leitores de Zero Hora. Em um de seus textos de maior repercussão, QUEM TEM MEDO DE BOLSONARO?  Recebeu elogios de Tarso Genro, ainda exercendo o cargo Governador do RS. Após ler o texto, Tarso publicou em suas redes sociais: “Artigo de Moisés Mendes sobre Bolsonaro, na ZH de hoje, dignifica o jornalismo de opinião. Orgulha todos os que são democratas e humanistas. Defendi, quando era Ministro da Justiça, que não era preciso mudar a Lei da Anistia, para punir quem torturou, matou e estuprou. Bastaria o Supremo dizer que esta mesma Lei da Anistia não se aplica a estes crimes, que não podem ser compreendidos como crimes políticos. A discussão foi distorcida por setores da mídia, cúmplices do Regime, como se quiséssemos mudar a lei para agredir as instituições militares e, assim, intimidar os que defendem a punição, na verdade, de crimes hediondos ou comuns mesmo dentro do direito formal do próprio regime. Hoje, o STF passa a reconhecer que Lei da Anistia deve ter nova interpretação, não para julgar instituições, mas indivíduos criminosos.”

Confira na íntegra a mensagem que Moisés Mendes enviou a amigos e leitores, na manhã desta sexta-feira, explicando sua saída da Zero.

Agradecimento
Esse e-mail é para agradecer pelo convívio, no momento em que comunico meu desligamento de Zero Hora. Agradeço a leitura, o reconhecimento e a crítica, nesses 27 anos em que atuei em muitas áreas do jornal.
Solicitei meu afastamento em 29 de fevereiro, dias após ter sido informado de que a Zero juntaria as edições de sábado e domingo em uma superedição com o melhor de ZH. Eu deixaria de escrever no espaço que ocupava no domingo e seria mantido como articulista em outros três dias da semana.
É óbvio que tais deliberações são da natureza e das prerrogativas de qualquer comando em qualquer atividade. Mas ainda tentei defender minha permanência na edição nobre do jornal, certo de que o espaço não era meu, mas do leitor de ZH. Não obtive êxito, procurei entender o contexto da decisão tomada pela direção e optei por sair. Aprendemos, nas mais variadas situações, que é preciso saber a hora de ir embora.
Faço esse breve esclarecimento porque só agora, após minhas férias, foi formalizada minha saída. Os que me acompanharam e contribuíram para o meu trabalho merecem pelo menos uma despedida.
Obrigado pelos questionamentos, pelos alertas e até pela total discordância com o que escrevo. Sempre acolhi com respeito as observações de quem me lê e continuarei defendendo com radicalidade, como obrigação de jornalista, a ampla liberdade de expressão.
Pluralidade, diversidade e livre circulação de ideias, no jornalismo e em todas as áreas que contribuem para a propagação de informações e de opiniões, não podem ser meros recursos mercadológicos. Somente serão efetivas se estiverem a serviço do debate, dos avanços civilizatórios e da democracia.
Abraço
Moisés Mendes
(Aos que perguntarem, não tenho nenhum projeto no momento. Este é meu e-mail pessoal, que ofereço aos leitores e amigos sem restrições).

12884594_1734198536799142_1091046480_nEm uma breve nota publicada, na página 4, da edição de hoje(25.03.2016), o vice-presidente editorial da RBS, Marcelo Rech trata do assunto, lamentando a decisão em caráter pessoal da saída do profissional com 27 anos de casa. Rech garante ainda que: “Zero Hora convidará articulistas de perfil similar ao de Moisés para colaborar com colunas e comentários que mantenham a diversidade de opiniões que caracteriza o jornal.

ZH apresenta superedição de fim de semana e novidades para 2016

ZH apresenta superedição de fim de semana e novidades para 2016

Comunicação Negócios Notícias

Na manhã desta quarta-feira, 17, Zero Hora realizará um café da manhã para apresentar oficialmente a superedição de fim de semana da publicação, além de outras novidades no produto que estão previstas para 2016. Para participar do encontro, foram convidados representantes de agências de publicidade, veículos e parceiros comerciais.

A apresentação ficará por conta do diretor de Marketing e Produto dos Jornais RS, Marcelo Leite, que apresentará aos presentes os projetos e oportunidades comerciais para este ano. Segundo a assessoria de Marketing do Grupo RBS, a ideia do encontro é tirar dúvidas sobre o novo formato da publicação de final de semana e alinhar o trabalho com os parceiros.

Os convidados serão recepcionados no espaço Conexão, localizado na sede da organização. (Coletiva.net)

ZH apresenta projetos para plataformas digitais

ZH apresenta projetos para plataformas digitais

Comunicação Notícias Poder

A vice-presidente de Jornais e Mídias Digitais do Grupo RBS, Andiara Petterle, não tem resposta para a pergunta mais feita por seus interlocutores: “Até quando o jornal impresso resiste?” Por sinal, nem ela, nem ninguém tem a resposta “absolutamente” correta. Enquanto não se sabe a data exata da impressão do último jornal… redações e escolas do mundo inteiro se preparam para o digital sem abandonar o modelo criado por Gutemberg. O jornal passa por um período de transformação, mas continua essencial e em crescimento observou ela na palestra “5 mensagens do jornal ao multiplataforma: transformação e oportunidades”, durante o “Tá na Mesa”, promovido pela Federasul, nesta quarta-feira (04).“Antes o jornal trazia as notícias no dia seguinte. Hoje é na hora e com interação. Se consome notícia todo o dia”, lembrou. O jornal é cada vez mais digital. E o jornalismo é cada vez mais relevante. Como há “muitas vozes” falando muito sobre tudo, a

Andiara Petterle apresentou projeto de distribuição do jornal em tablet Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Andiara Petterle apresentou projeto de distribuição do jornal em tablet Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

credibilidade do jornal é muito importante para o público. Nesse contexto, as marcas jornalísticas são muito relevantes, tanto que são fontes para os leitores, que checam nos jornais as informações que circulam nas redes sociais. “Com isso, os jornais crescem em todo o mundo e no Brasil, mas pelo meio digital. Pesquisas mostram que 92% dos brasileiros acessam links de notícia pelo celular e que a maioria dos links compartilhados são de conteúdo jornalístico”, mostrou. Outro dado importante é que 58% das pessoas confiam mais no jornal do que em outras mídias.

Como o gaúcho é entre os brasileiros o que mais lê jornal, Andiara garantiu que a ZH promete conteúdo diferenciado para a versão impressa do jornal, que passará a contar com maior analise e profundidade dos fatos. Ela não citou, mas eu exemplifico, vem por aí um maior número de cadernos especiais com grandes reportagens com a feita por Letícia Duarte, no acompanhamento dos refugiados na Europa. Fora isso a ideia é alcançar cada vez mais aos leitores conteúdo em uma plataforma digital, mantendo os mesmos padrões e formato da versão impressa.

Dois novos projetos estão prontos para serem lançados.  O primeiro, ZH Tablet, que entra em operação em dezembro, promete inovar o mercado de notícias com conteúdo multimídia, disponibilizado somente para assinantes e pelo dispositivo móvel. Já o outro, ZH Noite, é um projeto-piloto,  uma edição extra vespertina online do jornal, com os principais fatos do dia, que poderão ser acessados a partir das 19h.  Com isso, uma nova modalidade de assinatura será criada, ao custo de R$ 110/mês, o leitor recebe em casa um tablete da marca Sansung, modelo Galax Tab E com 9,6 polegadas, como garantia de maior interatividade. “O equipamento é segurado e o usuário vai contar com um suporte para aprender a navegar pelos principais menus”, adiantou a vice-presidente. Para aqueles que já possuem o equipamento móvel é possível fazer a assinatura para ter acesso ao aplicativo do veículo. Ao total, o jornal passa a disponibilizar 48 edições digitais aos seus leitores com formato muito próximo do que é visto hoje. Pioneiro no mercado de notícias brasileiro com a perspectiva de oferecer serviços relevantes para a base de usuários, que na sua maioria possui idade superior aos 35 anos, o O ZH Tablet vem sendo elaborado e discutido desde abril. Já ZH Noite é considerado um projeto-piloto que será testado durante o verão, estação em que ocorre o maior volume de transferências de endereço dos assinantes. Uma preocupação nesse caso é o pequeno número de residências no litoral com um bom serviço wifi. Já que baixar todo esse material em 3 ou 4G sairá caro para o interessado. “A mudança nas plataformas está pautada em uma pesquisa que fizemos com os nossos leitores que responderam adorar o jeito de ler o jornal”, contou Andiara. Na plataforma digital os conteúdos multimídia, com vídeos e áudios, prometem captar a atenção do leitor que com poucos clics terá contato com os principais fatos do dia.  (Felipe Vieira e equipe com informações da Assessoria de Imprensa da Federasul e Zero Hora – Foto do alto: Ivan Andrade)

 

 

 

 

Gilberto Leal anuncia fim de um ciclo

Gilberto Leal anuncia fim de um ciclo

Comunicação Notícias

Após 46 anos na Zero Hora, o jornalista Gilberto Leal anunciou que deixará o jornal, onde atuava como colunista. Especializado em automobilismo, Gilbertinho, como é carinhosamente chamado pelos colegas, encerra sua carreira na Redação na próxima segunda-feira, 26, mas seguirá trabalhando no blog zerohora.com/gilbertoleal.

Em entrevista concedida ao Coletiva.net, o jornalista contou que irá se dedicar mais ao blog e à PUCRS, onde ministra aulas do curso de Jornalismo na Famecos. Gilberto disse que “chega uma hora que é preciso desacelerar”, por isso decidiu, em conjunto com a equipe do jornal, deixar a publicação. “Estou muito feliz com a receptividade que o blog tem e, com ele, eu tenho mais possibilidades para trabalhar, pois o jornal impresso é limitado para certas coisas”, informou.
Gilberto iniciou sua trajetória como repórter da editoria geral no jornal Zero Hora em 1970 e consagrou-se como o jornalista mais antigo da casa. Ele fez parte do grupo que começou a TVCOM e, até março de 2014, por 19 anos, participou do programa Carros e Motos e por dois anos no Tudo +.O blog começou em 2014 no site zerohora.com e no clicRbs e continuará sendo publicado nos dois portais. Segundo Gilberto, “o blog tem a vantagem de permitir a cobertura em tempo real como fiz nos Salões de Paris em 2014, Detroit e Frankfurt, e em apresentações nacionais e internacionais de veículos”.

Nos 46 anos de Zero Hora teve passagens pela TVGaúcha da RBSTV,  e pelas rádios Gaúcha e Atlântida. Em março de 2014, além de assinar a coluna, passou a representar institucionalmente o jornal Zero Hora junto ao setor automotivo (fabricantes, concessionários, fornecedores e instituições e associações representativas).

Leia mais sobre a história do jornalista:

Gilberto Leal: O mais antigo                                                          (Coletiva.net)

Encontros com o Professor lança último livro da série de entrevistas. Vou ler o que nunca consegui assistir

Encontros com o Professor lança último livro da série de entrevistas. Vou ler o que nunca consegui assistir

Comunicação Cultura Notícias Poder

Eu nunca consegui ir no Encontros com o Professor. Como saia da TV após o horário do início do evento, nas vezes que tentei me deparei com o Studio Clio lotado e com gente aguardando do lado de fora. Não tinha como entrar e resignado eu ia em frente sabendo que tinha perdido a oportunidade de ouvir duas grandes pessoas, o Ruy e o entrevistado. Lamentei muitas das entrevistas que perdi. Para quem não sabe, no evento em formato de um talk-show, Ruy Carlos Ostermann recebia semanalmente um expoente da cultura brasileira para uma conversa informal com a participação do público. E aí com ele esbanjava cultura e charme. O Ruy é uma figura das mais carinhosas com quem trabalhei. Um sujeito de muito conteúdo, um leitor voraz e um ouvido atento a boa música. Um gentleman. Um profissional reconhecido como brilhante por onde passou: maravilhoso colunista em jornal, no rádio grande comentarista de futebol e  âncora de programas com seu estilo “erudito entendível” e passagens marcantes pela TV como o Dois Minutos de Futebol, um comentário que antecedia a programação jornalística da então TV Gaúcha e depois um programa de fim de noite, quando a Globo ainda permitia que suas afiliadas tivessem horários noturnos, o Plenário. Criado pelo Roberto Appell e produzido pela Monica O`May. O programa foi inovador, em formato de Arena, hoje muito utilizado na TV, mas naquela época não me lembro de algo semelhante.

Eu não vi o Professor no Studio Clio, mas não foram poucas as vezes que me acomodei no estúdio da Gaúcha e silenciosamente assisti o mestre sendo generoso com seus entrevistados(na foto do grande Ricardo “Kadão” Chaves, Ruy entrevista Caco Barcellos no lançamento de Rota 66. Márcio Pinheiro preparava uma reportagem para Zero Hora e eu quieto, bebendo na fonte). Substitui o Ruy algumas vezes e me limitei a não inventar. Ostermann é um grande entrevistador e no meu caso uma inspiração. Ele sempre conseguiu facilitar a aproximação do público de temas e pessoas que normalmente circulam em espaços restritos e elitizados. Tanto no Gaúcha Entrevista, quanto no Encontros… Um evento que finalizava com apresentações musicais de grupos locais, caracterizados pela extrema qualidade do trabalho e pela pouca repercussão na mídia comercial do país. Por sinal, acompanhado do produtor Paulo Moreira, Ruy abriu espaço para músicos locais de jazz em um programa que comandou na então Itapema FM. Durante uma hora, em meio a Coltrane, Gillespie, Miles e tantos outros… volta e meia surgia um “jazzista nativo”. Em uma evolução do programa resolveram tira-lo do estúdio e levar para o Solar Palmeiro, onde realizaram Jazz Sessions. Bem bacanas! Bons tempos…

Completando dez anos ininterruptos, o projeto Encontros com o Professor chega ao oitavo (e último) volume do livro que registra a série de entrevistas realizadas por Ruy Carlos Ostermann. No dia 8 de outubro, às 19h, no StudioClio, local que durante seis anos recebeu o projeto da Signi, encerra-se o ciclo de conversas comandadas pelo Professor ao longo desse período com a publicação das entrevistas realizadas em 2012 e 2013. Esses dois últimos anos do evento, os encontros aconteceram no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo. O livro Encontros com o Professor – Cultura Brasileira em Entrevista trará a síntese dos encontros com Ná Ozzetti, Fanny Abramovich, Adão Iturrusgarai, Amanda Costa, André Neves, Luiz Coronel, Mario Prata, Ivo Nesralla, Fabiano de Souza, Gustavo Spolidoro, Luís Augusto Fischer, Sergius Gonzaga, Luis Fernando Verissimo, Enéas de Souza, Cláudia Laitano e os comunicadores do Sala de Redação.

Infelizmente, em função das férias agendadas há algum tempo não vou poder buscar o autógrafo do mestre. Mas, por gentileza da Cristiane Ostermann, que já me enviou o livro vou levar Ruy e seus entrevistados para tomar sol no litoral nordestino. Antecipadamente meus desejo de sucesso e um beijo professor! Muito obrigado pelos ensinamentos e pela oportunidade de acompanhar tão próximo teu trabalho genial.

 

SERVIÇO

Encontros com o Professor – Cultura Brasileira em Entrevista

Lançamento do 8° livro da série

Data: 08/10/2015

Horário: 19h

Local: StudioClio (Rua José do Patrocínio, 689 – Cidade Baixa, Porto Alegre)

Valor de capa: R$ 20,00