TCU coloca sob suspeita contrato de R$ 220 milhões do Ministério da Saúde, por Lígia Formenti e Fabio Serapião/O Estado de S.Paulo Investigação foca funcionário que deixou a Tecpar para cargo no governo e voltou à empresa, após negociar compra de remédio do laboratório

TCU coloca sob suspeita contrato de R$ 220 milhões do Ministério da Saúde, por Lígia Formenti e Fabio Serapião/O Estado de S.Paulo

Uma compra de R$ 220 milhões feita pelo Ministério da Saúde, que contou com a participação de um funcionário cedido pela empresa ganhadora do contrato, está sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU). Rodrigo Silvestre, que deixou o cargo de assessor no laboratório paranaense Tecpar em 2016 para assumir um cargo na Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos, voltou à empresa neste ano, depois de atuar na negociação. Na volta, foi promovido a diretor industrial.

A contratação, firmada em 2017, tinha como objetivo o fornecimento do trastuzumabe ao Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento é usado no tratamento para câncer de mama. O TCU, porém, determinou a suspensão da parceria com o laboratório, que é vinculado ao governo do Paraná, por suspeita de irregularidades e sobrepreço.

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