Porto Alegre, segunda, 17 de janeiro de 2022
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DESEMPREGO CAI NO BRASIL E ENCERRA 2019 EM 11%

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Taxa de pessoas desempregadas no último trimestre do ano atinge patamar mais baixo desde 2015, aponta IBGE. Por outro lado, trabalho informal aumenta e afeta mais de 41,4% da população ocupada, o maior índice desde 2016.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad), divulgados nesta sexta-feira (31/01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram que o desemprego caiu no final de 2019, fechando o último trimestre em 11%, o menor patamar desde os últimos três meses de 2015.

Os números significam que o desemprego no país atingiu 11,6 milhões de pessoas, o que representa uma queda de 7,1% (883 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior, encerrado em setembro. Também houve queda em relação ao mesmo trimestre de 2018.

A média anual do desemprego em 2019 ficou em 11,9%, recuando em relação a 2018, quando foi de 12,3%. Segundo o IBGE, na comparação com 2014 – que foi o ano com números mais baixos (6,8 milhões de desempregados) –, a população sem trabalho quase dobrou, crescendo 87,7% em quase cinco anos.

Também no ano, a média de pessoas desocupadas em 2019 foi de 12,6 milhões, um recuo de 1,7% em relação a 2018, o que equivale a 215 mil indivíduos.

Apesar de um aumento no número de trabalhadores com carteira assinada (1,8% no último trimestre), os dados revelam uma alta no trabalho informal, que atingiu seu maior contingente no país desde 2016, chegando a 41,4% da população ocupada (38,4 milhões de pessoas).

Os informais incluem trabalhadores sem carteira, domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.

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