Porto Alegre, terça, 09 de agosto de 2022
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União Europeia quer reabrir fronteiras externas a partir de julho; Deutsche Welle

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Relaxamento deve ser gradual, mas não há previsão de abertura para nações em fase aguda da pandemia, como Brasil. Bruxelas propõe fim de controles entre países do bloco na próxima semana e em 1° de julho para os Bálcãs. @picturealiance/Fotostand/Ruehel

 

 

Bruxelas propôs nesta quinta-feira (11/06) que a União Europeia reabra suas fronteiras externas a partir de 1° de julho e as fronteiras internas já na próxima segunda-feira.

O braço executivo da UE, a Comissão Europeia, recomendou que em julho sejam abertas as fronteiras do bloco com países dos Bálcãs Ocidentais: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Kosovo, Montenegro, Macedônia do Norte e Sérbia.

Já a suspensão de restrições em relação a outros países deve ocorrer mais tarde e de forma gradual, segundo uma lista de nações a ser formulada.

Conforme a Comissão Europeia, o relaxamento das restrições para regiões de fora da UE devem depender do atendimento a determinados critérios, como baixas taxas de infecção e a capacidade do país para lidar com a pandemia.

A proposta prevê que os viajantes tenham entrada na UE permitida de acordo com seu local de residência, não pela nacionalidade. Eles não teriam que cumprir quarentena após a chegada.

As restrições devem permanecer para áreas com dados mais preocupantes e poderão ser relaxadas para países “em situação similar ou melhor à da UE”, que estipulem medidas de contenção durante viagens e também estejam dispostos a deixar entrar cidadãos europeus.

Entre as preocupações principais dos europeus, estão nações em que a pandemia ainda não é considerada sob controle, como os EUA e o Brasil.

Os EUA têm o maior número de mortes e infecções do mundo e nesta quinta-feira chegaram à marca de dois milhões de casos registrados.

Já o número de mortos na América Latina passou de 70 mil na quarta-feira, de acordo com dados oficiais da AFP. O Brasil, país mais afetado da região, tem mais da metade do total de mortos no continente: mais de 40 mil, segundo dados divulgados por um consórcio de veículos da imprensa brasileira a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

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