Porto Alegre, domingo, 14 de agosto de 2022
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Alto contágio torna Brasil atrativo para testar vacina; países ricos já reservaram 1,3 bi de doses; O Estado de São Paulo

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Brasil também está na lista dos que já reservaram imunizantes; EUA, Reino Unido, Europa e Japão estão na dianteira de corrida por doses. A médica e pesquisadora a dra. Sue Ann, durante entrevista ao Estado realizada no Instituto D'Or de Pesquisa (IDOR), em Botafogo na zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Wilton Junior/Estadão

 

 

Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e Japão saíram na frente na corrida para estocar vacinas contra o coronavírus e, juntos, já reservaram mais de 1,3 bilhão de doses – todos esses imunizantes estão em fase de testes. O fato curioso é que o Brasil também está no topo desse ranking, mas por razões contraditórias. Por ter milhares de infectados, tornou-se atrativo para realização de testes e, como consequência, garantiu a prioridade na compra dessas possíveis vacinas.

O Brasil fechou acordo em junho para receber 100 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. A aproximação aconteceu inicialmente porque na Inglaterra não havia quantidade de infectados suficiente para tornar rápida a fase de testes. E o Brasil, além reunir alto número de contaminados, tem laboratórios com tecnologia e capacidade para desenvolver vacinas. Foi firmada a parceria com a Fiocruz.

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