Porto Alegre, quinta, 23 de setembro de 2021
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“Era de uma magnitude tão inimaginável, que meu raciocínio travou”, diz brasileiro que presenciou 11/9 em Nova York; RFI

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As torres gêmeas do World Trade Center em chamas, depois de terem sido atingidas por aviões sequestrados por terroristas da rede Al Qaeda em 11 de setembro de 2001. AP - Richard Drew

Neste sábado (11), os Estados Unidos vão lembrar os 20 anos dos ataques do 11 de setembro de 2001. O maior atentado terrorista em território americano mudou o curso da história no país e no mundo. O brasileiro Hélio Bodini, radicado há anos em Nova York, presenciou os ataques contra as torres gêmeas do World Trade Center. Nesse podcast especial da RFI, ele lembra que “a magnitude [da tragédia] era tão inimaginável que travou o raciocínio” dele.

Eram pouco mais de 9h da manhã (pelo horário local) de 11 de setembro de 2001 quando Hélio Bodini, depois de ouvir a notícia dos ataques pela TV, subiu ao terraço de seu prédio em Nova York. O primeiro avião pilotado por um terrorista da Al Qaeda havia atingido a torre norte às 8h46, e o segundo alvejou a torre sul às 9h03.

“Conseguíamos ver as torres gêmeas enfumaçadas, a fumaça saindo. E aí rolou um branco na cabeça de pelo menos 20 a 30 minutos. Eu nunca senti isso na vida. Não conseguia formar uma opinião, tipo: é verdade? É a televisão? É a mídia? Isso está realmente acontecendo? O que é isso? Porque era de uma magnitude tão inimaginável que o nosso raciocínio travou por completo”, recorda Bodini. Agora, o 11 de setembro tem um triplo significado para o brasileiro: é seu aniversário, o dia em que chegou aos Estados Unidos e os atentados.

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