Porto Alegre, sábado, 16 de outubro de 2021
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Sem peças do exterior, indústria busca aumentar produção local, mas esbarra em custos altos; O Estado de São Paulo

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Com escassez de itens e aumento de custos trazidos pela pandemia, setores industrias tentam se organizar para depender menos de importações, mas situação brasileira dificulta investimentos; há iniciativas individuais que estão prosperando. Garcia, da Thermoval, está reduzindo compras da China com produção local Foto: Celio Messias/Estadão

 

 

A falta generalizada de produtos importados especialmente da Ásia desde o início da pandemia levou a indústria brasileira ao consenso da necessidade de nacionalizar parte dos itens que vêm de fora do País.

Porém, esse movimento, que resultaria em desenvolvimento de tecnologias locais e empregos, encontra dificuldades em se concretizar em razão do cenário de incertezas econômicas e políticas e principalmente pelo fato de que produzir no Brasil continua sendo mais caro do que em vários países.

A escassez de máscaras e respiradores na chegada do coronavírus ao Brasil, que depois se estendeu, entre outros, para semicondutores, insumos para a indústria química e peças para automóveis, se agravou ainda mais com o aumento dos preços desses itens e dos fretes, além da indisponibilidade de contêineres e de navios para entregas. O caso dos semicondutores é o mais visível diante dos anúncios de paradas de produção em várias montadoras.

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