Porto Alegre, segunda, 17 de janeiro de 2022
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Área histórica de Santa Maria vai se transformar em distrito criativo; Jornal do Comércio

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Avenida Rio Branco, Vila Belga e Estação da Gare são alguns dos pontos que vão passar pela revitalização. /GUILHERME BRUM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Uma área histórica da cidade de Santa Maria, na região central do Estado, está prestes a passar por reformulação em busca de novo propósito. O Centro da cidade, que por muito tempo abrigou atividades relacionadas à estação férrea, considerada a mais importante da região Sul do Brasil, deve ganhar contornos de inovação e cultura. A prefeitura, juntamente com entidades locais e as instituições de ensino superior, modelam o projeto Distrito Criativo, que engloba o Centro Histórico e mais regiões tombadas como patrimônio da cidade, a fim de revitalizar as antigas construções e criar um polo de diversidade aos moradores e turistas da cidade.

A ideia é que três pontos – avenida Rio Branco, Vila Belga, e a estação da Gare, assim como o entorno desses locais – ganhem nova vida. Parte das edificações instaladas nessas regiões estão abandonadas, sobretudo a partir da década de 1980, conforme explica o vice-prefeito de Santa Maria, Rodrigo Decimo, que encabeça a iniciativa, por conta do desestímulo às ferrovias. A intenção das partes que integram o projeto é ter, nesses locais, empresas pequenas, voltadas para a economia criativa, como artesanato, comércio em geral, restaurantes e locais de convívio, a fim de estimular a uma parte importante do município o retorno da circulação de pessoas.

Para tanto, um grupo viajou a Florianópolis-SC, a fim de conhecer o Distrito 48, projeto semelhante feito pela capital catarinense para revitalizar uma parte histórica da cidade, o Porto Digital, em Recife-PE e também a iniciativa do Instituto Caldeira, em Porto Alegre, de revitalização do Quarto Distrito. “Vimos ideias muito interessantes nas cidades e planejamos algo semelhante para Santa Maria. Temos um potencial grande, com universidade federal, a questão militar que também é presente, e é uma região cuja história está presente”, avalia Decimo.

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