Porto Alegre, sexta, 20 de maio de 2022
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A estratégia de Lula para ter o apoio de FHC e da velha guarda tucana na chapa com Alckmin. por Bela Megale/O Globo

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FHC e Lula em almoço a convite do ex-ministro Nelson JobimFHC e Lula em almoço a convite do ex-ministro Nelson Jobim | Reprodução / Twitter

 

 

Aliados de Lula e o próprio ex-presidente intensificaram as articulações para conseguir apoio à possível chapa com Geraldo Alckmin. O foco prioritário das conversas é a ala histórica do PSDB, especialmente Fernando Henrique Cardoso. Recentemente, um interlocutor de Lula se reuniu com o ex-presidente tucano e pediu sua avaliação sobre a chapa com Alckmin. O aliado do petista saiu satisfeito com o que ouviu e ficou convencido de que FHC fará gestos de apoio à iniciativa.

Outro fator que animou os petistas e o entorno de Lula foi a conversa do ex-presidente com o ex-senador Aloysio Nunes, na semana passada. Nunes externou publicamente seu apoio ao movimento, que classificou como “muito positivo para a política” e uma indicação de “convergência e disposição de fazer uma política mais ampla”. A fala fez com que petistas e aliados de Lula vissem a possibilidade de ter apoio da ala histórica do PSDB já no primeiro turno das eleições.

— Esperávamos que um apoio desse grupo pudesse acontecer mais para frente, mas vimos esses movimentos recentes com uma possibilidade de que isso se antecipe. — disse um aliado de Lula à coluna.

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