Porto Alegre, sexta, 20 de maio de 2022
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Maioria dos líderes do PL nos Estados está envolvida em processos judiciais; O Estado de São Paulo

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Ao menos 18 dos 27 dirigentes do partido do presidente Jair Bolsonaro foram ou ainda são alvo de algum tipo de investigação; sigla é comandada por Valdemar Costa Neto. Valdemar Costa Neto na cerimônia de filiação de Jair Bolsonaro. Foto: Neto Sousa/Estadão - 30/11/2021

Ao escolher o PL para concorrer à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro se alia, nos Estados, a dirigentes partidários que são réus em ações penais. Os processos variam de desvio de verbas em obras de rodovias a sequestro e cárcere privado. Entre os presidentes regionais de siglas que vão organizar o palanque de Bolsonaro Brasil afora há, ainda, um condenado por tortura e um deputado envolvido no mensalão, esquema operado pelo primeiro governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Levantamento do Estadão sobre o histórico judicial dos presidentes estaduais do PL mostra que ao menos 18 dos 27 dirigentes foram ou ainda são alvo de algum tipo de investigação. Destes, quatro respondem a processos que se arrastam na Justiça e dois tentam reverter condenações.

Para se filiar à legenda, Bolsonaro não fez ponderações sobre ficha corrida dos responsáveis pela sua campanha.

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