Porto Alegre, quarta, 25 de maio de 2022
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Com refinarias privatizadas, gasolina custaria 19% a mais; e diesel, 12%; Correio Braziliense

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Observatório Social da Petrobras apontou que o preço da gasolina pode subir ainda mais, caso haja uma privatização. (crédito: Ed Alves/CB/DA.PRESS)

 

 

O Observatório Social da Petrobras (OSP) aponta que, se as refinarias que fazem parte do plano de desestatização da Petrobras já tivessem sido privatizadas, estariam vendendo a gasolina por um preço, em média, 19% mais caro do que o cobrado hoje sob gestão da estatal. Já o diesel S-10 custaria 12% acima do valor atual.

A estimativa é baseada nos valores cobrados pela Acelen — Refinaria de Mataripe (antiga Rlam), na Bahia, antes e depois de sua privatização, em dezembro de 2021. A projeção mostra que a média da diferença do preço da gasolina e do diesel ao longo deste ano, entre janeiro e maio, seria de 7% e 12%, respectivamente. E revela ainda que a Refinaria Isaac Sabbá (Reman), em Manaus (AM), se já fosse privada, cobraria R$ 0,65 a mais pela gasolina e R$ 0,86 mais caro pelo diesel.

Os dados mostram que, segundo a estimativa, a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim (MG), teria a maior alta entre as refinarias privatizadas, passando a cobrar R$ 4,86 pela gasolina, em vez dos atuais R$ 3,94; e R$ 6,25 pelo diesel, no lugar dos R$ 5,04 de hoje — um aumento de R$ 0,92 e R$ 1,22, respectivamente.

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