Porto Alegre, sexta, 19 de agosto de 2022
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Por que o gás dos EUA não vai resolver a crise na Europa; Deutsche Welle

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Guerra na Ucrânia provocou boom na exportação de gás liquefeito produzido nos EUA, mas gargalos impedem que o país compense a perda do fornecimento da Rússia. Além disso, metas climáticas ficaram em segundo plano. Terminais de GNL, como o de Roterdã, são escassosFoto: Lex van Lieshout/ANP/AFP/Getty Images

 

 

Enquanto a União Europeia (UE) diminuiu suas compras de gás russo em reação à invasão da Ucrânia, a demanda do bloco por gás natural liquefeito (GNL) vem subindo a níveis jamais vistos.

Os EUA são agora o maior exportador mundial de gás natural, mas limites políticos, econômicos e técnicos impedem que o país possa correr ao resgate da Europa. Ainda que o setor esteja em plena expansão, a falta de capacidade de exportação continua sendo um gargalo para o abastecimento da Europa e do resto do mundo.

Enquanto isso, ambientalistas insistem que o rápido crescimento das exportações de GNL é uma forma destrutiva de lidar com a crise energética e apontam que existem outras soluções que poderiam contemplar o cumprimento das metas climáticas globais.

“Este é um caminho arriscado em termos de nossas necessidades energéticas e do nosso clima”, afirma Robin Schneider, diretora-executiva da ONG Campanha do Texas para o Meio Ambiente, sediada nos Estados Unidos.

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