Porto Alegre, quinta, 18 de abril de 2024
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RS: FEDERASUL promoveu em Passo Fundo acolhimento do jovem no mercado de trabalho

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A FEDERASUL realizou nesta sexta-feira, 01, em Passo Fundo a edição piloto do Projeto de Acolhimento do Jovem no Mercado de Trabalho. A iniciativa do Grupo de Trabalho de Educação da entidade tem como objetivo criar um ambiente mais acolhedor para os jovens dentro das empresas. Para isso, reuniu na UPF – Universidade de Passo Fundo, alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental, professores da rede pública e representantes de duas grandes empresas do município. Realizou uma pesquisa, usando a metodologia “focus Group”, para identificar a percepção e o sentimento de todos sobre como o acolhimento está acontecendo atualmente.

O coordenador do GT de Educação da FEDERASUL, Fernado de Paula, explicou que as gerações atuais tem um perfil diferente das anteriores, são multiconectadas, possuem um raciocínio mais rápido e que as empresas precisam aprender a lidar com eles para uma melhor valorização e potencialização de seus talentos. “Somente assim conseguiremos construir um ambiente amigável para os jovens que estão tendo a primeira experiência no mercado de trabalho”, acrescentou.

O encontro de Passo Fundo foi realizado em parceria com a UPF, Secretaria de Educação do RS, Prefeitura Municipal e ACISA – Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio de Passo Fundo. Ele será referência para a continuidade do projeto em outros municípios do Estado a partir do próximo ano e que reunirá também alunos do ensino médio. Outros municípios que tiveram conhecimento do projeto já manifestaram interesse em realizar a experiência.

A expectativa do coordenador do GT de Educação é de que a FEDERASUL possa contribuir para superar as dificuldades enfrentadas hoje pelo setor produtivo tanto na contratação como na retenção de pessoas nas empresas. “Nosso desafio é encontrar alternativas que atendam as expectativas dos jovens que estão cada vez mais seletivos e que se não se sentem engajados com o trabalho, não aderem. Precisamos de um ambiente mais amigável para que o jovem se sinta mais acolhido, mesmo que isso represente mudanças nas empresas”, explicou.