Saúde: Hospital Moinhos de Vento oferece exame de doppler transcraniano feito por especialistas da Academia Brasileira de Neurologia.  Exame é utilizado na pesquisa e investigação de doenças vasculares cerebrais

Saúde: Hospital Moinhos de Vento oferece exame de doppler transcraniano feito por especialistas da Academia Brasileira de Neurologia. Exame é utilizado na pesquisa e investigação de doenças vasculares cerebrais

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Referência em saúde no Sul do Brasil, o Hospital Moinhos de Vento possui serviços de excelência em diversas especialidades médicas. Dentre eles está o Centro de Acidente Vascular Cerebral (AVC), que faz parte do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia da instituição. Além dos exames, o Hospital Moinhos de Vento conta com uma unidade específica neuro-cardiovascular para o atendimento dos pacientes com AVC na emergência. O AVC, popularmente conhecido por derrame cerebral, ocorre quando o fluxo sanguíneo de parte do cérebro é interrompido. Ele é divido em dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. Os principais fatores de risco são: pressão alta; tabagismo; colesterol elevado; diabetes; arritmias cardíacas (fibrilação atrial) e histórico familiar.

Dispondo de atendimento de emergência, internação hospitalar, centro de tratamento intensivo (CTI), bloco cirúrgico e consultórios, o Serviço está divido em núcleos especializados em cada área da neurologia, contando com profissionais que são referência local e nacional e com a tecnologia mais avançada para o correto diagnóstico e tratamento.

Um bom exemplo disso é o doppler transcraniano, um exame de ultrassonografia que avalia o fluxo sanguíneo cerebral das principais artérias do cérebro. Ele é utilizado na pesquisa e investigação de doenças vasculares cerebrais. O Hospital Moinhos de Vento conta com especialistas capacitados pela Academia Brasileira de Neurologia para a realização da apuração.

A médica do Serviço de Neurologia, Angélica Dal Pizzol, aponta as principais indicações do exame. Investigação etiológica do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI), pesquisa de forame oval patente, prevenção primária de AVC em crianças com anemia falciforme, monitorização de vasoespasmo cerebral, avaliação de hipertensão intracraniana e diagnóstico de morte encefálica, explica.

A análise é realizada com o paciente deitado, aplicando-se gel nas têmporas e na região posterior do pescoço. É um exame não invasivo e sem a utilização de contraste, podendo ser repetido diversas vezes sem risco para o paciente. O agendamento para o doppler transcraniano pode ser feito através do site www.hospitalmoinhos.org.br ou pelo telefone (51) 3314-3434.

 

Porto Alegre: Corrida Contra o AVC reúne mais de 500 participantes

Porto Alegre: Corrida Contra o AVC reúne mais de 500 participantes

Cidade Destaque Esporte Saúde

O que são chuva forte e vento gelado em uma manhã de fim de semana para quem já superou dois acidentes vasculares cerebrais e, aos 72 anos, esbanja alegria de viver? “É ainda mais motivação para superar desafios e correr por uma vida saudável”, responde o aposentado João Guedes. Ele foi um dos mais de 500 participantes da 4ª edição da Corrida Contra o AVC, realizada no Parque da Redenção, na Capital, neste sábado (27).

 

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Dona Edi Foto: Cleber Bertoncello

Com apoio do Hospital Moinhos de Vento, uma das instituições de referência no Brasil no atendimento a vítimas da doença, a ação promovida pela Secretaria Municipal de Saúde busca conscientizar e informar a

população sobre fatores de risco, sintomas e formas de lidar. A iniciativa também marcou o Dia Mundial de Combate ao AVC, celebrado nesta segunda-feira (29), e integra a campanha apoiada nacionalmente pelo Moinhos e que ocorre em mais de 100 cidades brasileiras.

Dentre os principais sintomas e fatores de risco ao AVC estão: pressão alta, diabetes, colesterol elevado, arritmia cardíaca, fumo, obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada. Embora a faixa etária que registre mais casos é a acima dos 65 anos, a doença pode atingir até mesmo crianças.

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Seu João Foto: Cleber Bertoncello

Tendo um percurso de cinco quilômetros para a corrida e três para a caminhada, sendo ambos os trajetos dentro do Parque da Redenção, a Corrida Contra o AVC reuniu gente de todas as idades. O primeiro a chegar, por exemplo, foi Matheus da Silva, de 18 anos, que sonha em ser corredor profissional. Já a pessoa de mais idade a participar foi a aposentada de Esteio Edi Menezes da Costa, 78 anos. “Corro há 15 anos. Fui olhar uma corrida e me apaixonei. Às vezes, os mais jovens não querem fazer nada, mas tem de se mexer sim”, ensina a atleta, que já disputou inclusive maratonas, em que o percurso é de 42 quilômetros.

 

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Dr. Sheila Martins, neurologista do Moinhos. Foto: Cleber Bertoncello

Eleita este mês vice-presidente da World Stroke Organization, a organização mundial de AVC, e presidente da Rede Brasil AVC, Sheila Martins enfatiza a importância de eventos como a corrida deste sábado. “Mais de 90% dos casos podem ser prevenidos se as pessoas conhecerem os seus fatores de risco, mas o AVC ainda é uma doença desconhecida. Saber reconhecer os sinais de alerta e chamar rapidamente o socorro pode salvar uma vida ou, pelo menos, diminuir as sequelas. Por isso, chamar a atenção, divulgar e informar as pessoas é tão importante, além da prática de exercícios diminuir os riscos”, explica a neurologista, uma das maiores especialistas mundiais na área.

Para demonstrar a importância e o impacto da doença, ela aponta alguns dados e números preocupantes: são cerca de 400 mil casos de AVC por ano no Brasil, sendo que mais de um quarto desses pacientes acaba morrendo. Somente no Rio Grande do Sul, aproximadamente 8 mil pessoas morrem todos os anos vítimas de acidente vascular cerebral.

Sheila Martins, contudo, destaca que quase 80 milhões de pessoas no mundo são sobreviventes da doença e “precisam de suporte da família, dos amigos e das instituições para que possam melhorar e se reintegrar à sociedade”.

Incidência de infarto e AVC aumenta nos dias frios

Incidência de infarto e AVC aumenta nos dias frios

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Geralmente, os dias frios despertam atenção para o aumento das doenças respiratórias. Mas, as baixas temperaturas trazem outro alerta, o risco de complicações cardiovasculares. A incidência dos casos de infarto aumenta em 30% e os casos de AVC – Acidente Vascular Cerebral – 20%. “Fatores externos também colaboram com este aumento da incidência de infarto em dias de baixa temperatura. Um deles é a diminuição na atividade física durante este período do ano. Vale lembrar que o consumo de gorduras saturadas e comidas calóricas é maior, descompensando os níveis de colesterol”.

Segundo estudos, quando se sente frio o organismo libera substâncias que contraem as artérias para reter mais calor e ajudar o resto do corpo a enfrentar as baixas temperaturas. Em contrapartida, esse mesmo mecanismo aumenta a espessura dos vasos sanguíneos. Isso dificulta a circulação e aumenta consideravelmente o esforço que o coração precisa fazer para bombear sangue.

As baixas temperaturas prejudicam principalmente idosos, de acordo com o coordenador do Núcleo de Neurologia do Hospital Samaritano de São Paulo, Dr. Renato Anghinah. “Pessoas nessa faixa etária podem ter mais complicações porque estão mais susceptíveis ao aumento da pressão arterial e transtornos de coagulação sanguínea, além de mais propensão às infecções típicas do frio, que podem ser fatores desencadeantes de eventos cardiovasculares.”

Sinais do infarto

Alguns ataques cardíacos são tão súbitos e intensos que os sintomas são muitas vezes facilmente reconhecidos pela dor intensa, o desmaio, o aperto no coração. Outros são fulminantes, não deixando muitas vezes chances de atitude. Porém, alguns se instalam lentamente, com dor leve ou apenas desconforto que podem ir piorando gradativamente.

Frequentemente, essas pessoas demoram a perceber o que está acontecendo. Em alguns casos, há sintomas que podem ser confundidos com de outras doenças. E quanto maior o fator de risco (idade, doenças associadas, sedentarismo e até o tabagismo), maior a necessidade de excluir, mesmo em sintomas leves, o ataque cardíaco.

  • Dor no peito: a maioria dos casos apresenta dor no peito que dura alguns minutos ou vai e vem. Pode ser como uma pressão desconfortável, dor, aperto ou opressão;

  • Dor, desconforto ou dormência em outros locais: braços, costas, pescoço, mandíbula ou estômago;

  • Falta de ar: mesmo sem dor no peito;

  • Outros sinais: sudorese fria, náuseas, vômitos e visão turva.

Sinais de AVC

Em alguns casos, alguns destes sintomas acontecem por um curto período de tempo e desaparecem. Isto pode está relacionado a um ataque isquêmico transitório. Esses ataques são muito importantes, pois sinalizam um risco grande de AVC e devem ser considerados também emergência médica.

  • Dormência súbita ou fraqueza da face, braço ou perna, especialmente de um dos lados do corpo;

  • Confusão súbita, fala ou compreensão difíceis;

  • Perda súbita de visão em um ou ambos os olhos;

  • Dificuldade súbita de andar, tonturas, perda de equilíbrio e coordenação;

  • Dor de cabeça súbita e intensa, sem causa aparente.

Porto Alegre: Suplente de Vereador Raul Fraga sofre AVC

Porto Alegre: Suplente de Vereador Raul Fraga sofre AVC

Cidade Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura Saúde

O suplente de vereador Raul Fraga (PMDB) sofreu um Acidente Vascular Cerebral. Ele foi encaminhado ao Hospital Moinhos de Vento, que ainda não divulgou nenhum boletim médico sobre o estado de saúde do parlamentar. Médico Comunitário, formado em 1979 pela UFRGS, trabalha há mais de 30 anos na saúde pública de Capital e da Grande Porto Alegre. Raul Fraga é atualmente segundo suplentes da bancada do PMDB e hoje assumiria a vaga do vereador Valter Nagestein, que pediu licença de 10 dias para tratar de assuntos particulares.