Porto Alegre: Flávio Ilha autografa “Longe daqui, aqui mesmo” hoje no Baden Café

Porto Alegre: Flávio Ilha autografa “Longe daqui, aqui mesmo” hoje no Baden Café

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Depois de escrever textos em coletâneas, finalmente Flávio Ilha, lança um “livro solo”.  Jornalista com JOTA maiúsculo, Ilha na verdade é um arquipélago na função que desempenha com absoluta desenvoltura. Repórter, editor, cronista do nosso tempo e crítico ácido em seus comentários, seja nas redes sociais, seja em artigos…  tive o prazer de acompanhar o trabalho “in loco”, nas muitas vezes que nos encontramos em diferentes pautas. Pois agora, o talentoso jornalista resolveu tirar da gaveta e publicar textos que só João Gilberto Noll, colegas de oficina literária e amigos próximos conheciam. Hoje, no Baden Café, ele autografa seu primeiro livro de contos: Longe daqui, aqui mesmo.

capa_flavio_2Sobre o livro, que reúne oito contos, diz o escritor Tailor Diniz: “Entre um movimento e outro de criaturas que carregam a precariedade da vida no limite do pesadelo com a realidade, quando a própria realidade pode ser o pesadelo ou vice-versa, entre a rotina de ida e volta de personagens sombrios, perpassa o texto uma visão social e psicológica aparentemente fora da narrativa, sutil, mas que, no final, deixa a sensação de um efeito único, fazendo do livro uma obra para ser lida com vagar, com os sentidos atentos às entrelinhas, àquela corrente de águas que vaza invisível, lá no fundo, além da superfície, o que sempre vem a ser o viés mais gratificante da leitura.”

Já o escritor Paulo Scott, considera Longe Daqui, aqui mesmo: “Aqui, intrincados narrativos acomodando extratos variados de tragédias não ditas, não reveladas. Aqui, narradores que variam, sempre dentro de uma função: a de velar a noção oblíqua de que todos nós estamos perdidos e de que continuaremos perdidos – narradores produzidos por um autor talentoso que, consciente ou inconscientemente, dialoga com um de seus mestres da literatura universal. Aqui, uma obra sutil, mas ao mesmo tempo estrondosa, na medida em que toma como matéria-prima o movimento fantasmagórico das esperanças e dos jogos dos relacionamentos que aos poucos vão rachando, eventualmente implodindo, como tudo que precisa, desesperadamente, seguir adiante, e segue.”

 O livro editado pela Diadorim, foi totalmente produzido na oficina de literatura de Noll, em 2016.  As ilustrações são do artista visual João Salazar, que também é músico e autor do EP “Entrópico” (2017)

SERVIÇO:

O lançamento, com sessão de autógrafos, ocorre no Baden Cafés Especiais (rua Jerônimo de Ornelas, 431) a partir das 20h.

LONGE DAQUI, AQUI MESMO
Diadorim Editora
64 páginas
R$ 35
ISBN 9788593107047

Guilherme Cassel lança “Jogo jogado” dia 12 de maio na Palavraria.

Guilherme Cassel lança “Jogo jogado” dia 12 de maio na Palavraria.

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Guilherme Cassel, o meu entrevistado de tantas oportunidades sobre política, economia e reforma agrária, lança no próximo dia 12 seu segundo livro individual. Autor de Contos de Solidão e Silêncios, publicado em 2012, Cassel também participou da coletânea Contos de Oficina 18, organizada por Luiz Antonio de Assis Brasil. O sujeito é pós-graduado em recursos humanos. Foi agente fiscal do Tesouro do Rio Grande do Sul. Atuou como sub-secretário da Fazenda de Porto Alegre, sub-chefe da Casa Civil do governo do Rio Grande do Sul, secretário geral do Governo do Rio Grande do Sul e como chefe de gabinete do então vice-governador Miguel Rossetto.

Em 2003, no início do 1º governo Lula, assumiu a secretaria-executiva do Ministério do desenvolvimento Agrário. Em 2006, foi nomeado interinamente como Ministro, porque Miguel Rossetto foi indicado pelo PT para disputa da vaga de senador pelo Rio Grande do Sul. Acabou efetivado no cargo pelo presidente Lula, após a recusa de Rosseto para retornar ao ministério.

Pois bem, o sujeito que depois foi diretor do Banrisul e hoje é Servidor Público Estadual, aposentado lança agora “Jogo Jogado e outras histórias”. O livro editado pela Libretos, reúne segundo o release de apresentação, sete narrativas lancinantes e febris, com poder de fogo e imaginação para desconcertar o leitor e conduzi-lo aos escombros da condição humana.

Os relatos de crueldade e humor, raiva e dignidade navegam nas águas turvas da tragédia ética que desafia o Humanismo do século 21, por vezes soterrando-o e, logo adiante, dando-lhe nova e talvez derradeira chance. O autor convida à reflexão, propondo mais afeto e menos violência. O evento de lançamento do livro acontece no dia 12 de maio, às 19 horas, na Palavraria, com bate-papo entre o autor e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens.

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Guilherme Cassel

Libretos, 224 páginas

Preço: R$32,00

 

Lançamento:

Dia 12 de maio de 2016 (quinta-feira), às 19 horas

Palavraria – Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim