Porto Alegre: Alunos do Colégio realizam manifestações contra e a favor da eleição de Bolsonaro. Veja os vídeos

Porto Alegre: Alunos do Colégio realizam manifestações contra e a favor da eleição de Bolsonaro. Veja os vídeos

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Os alunos do Colégio Rosário, um dos mais tradicionais de Porto Alegre, realizaram nesta segunda-feira uma série de manifestações contra e a favor da eleição de Jair Bolsonaro, como novo presidente do Brasil. Durante a manhã, um grupo de alunos de alunos ligados ao GER -Grêmio Estudantil Rosariense-,  com a participação de vários professores e monitores do colégio, se manifestaram contra o presidente eleito. Durante algum tempo ocuparam o pátio central do Colégio e  gritaram “Seremos a resistência!”.

Imediatamente, ao que parece de forma espontânea, estudantes favoráveis ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, responderam de vários lugares no entorno. A maioria deles com canções e gritos de apoio ao futuro ocupante do Palácio do Planalto.  Esse grupo de alunos promete uma manifestação organizada para esta terça-feira, dia 30/10, em apoio à democracia.

A diretoria do Colégio Rosário divulgou uma nota onde trata do assunto:

 

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Entidades da segurança preparam nova manifestação na quinta-feira

Entidades da segurança preparam nova manifestação na quinta-feira

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O Bloco de Segurança Pública, que reúne as entidades de classe do setor, anunciou neste domingo a realização de uma manifestação na próxima quinta-feira, após o feriado de Sete de Setembro, em Porto Alegre. O objetivo é protestar contra o sucateamento da área e o parcelamento dos vencimentos das categorias na Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários.

O ato público deve ocorrer na área central da cidade, mas ainda não há uma definição do local . O presidente da Amapergs Sindicato, Flávio Berneira, que representa os agentes penitenciários, observou também que os detalhes ainda não foram concretizados, como o horário da mobilização que poderá ocorrer, tanto pela manhã, como à tarde.

A manifestação das categorias integra o conjunto de novas ações que o Bloco da Segurança Pública está discutindo para o mês de setembro. Flávio Berneira revelou que uma das ações deve ser a solicitação de audiência com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em Brasília. “Vamos pedir tudo o que estiver ao alcance do ministério, inclusive a liberação de recursos”, explicou o presidente da Amapergs Sindicato, referindo-se à ajuda do governo federal para minimizar a crise na segurança pública gaúcha.

A vinda da Força Nacional, solicitada pelo próprio Governo do Estado, foi uma delas, mas tem caráter temporário e está sendo considerada insuficiente para conter a criminalidade na Capital. O dirigente destacou ainda a ideia de encaminhar o pedido de uma reunião com o novo secretário estadual da Segurança Pública, Cezar Schirmer. As categorias mantêm uma operação padrão desde a sexta-feira passada e prometem mantê-la até que ocorra o pagamento integralizado dos salários por parte do governo. (Correio do Povo)

Delegado da PF confirma informações de Veja. Revista garante que PGR não tem mais dúvidas de que Lula comandou trama contra a Lava Jato

Delegado da PF confirma informações de Veja. Revista garante que PGR não tem mais dúvidas de que Lula comandou trama contra a Lava Jato

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Parceria: Em acordo de delação premiada, o ex-senador Delcídio do Amaral revelou que seguia ordens do ex-presidente
Parceria: Em acordo de delação premiada, o ex-senador Delcídio do Amaral revelou que seguia ordens do ex-presidente. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula/VEJA

Em sua última aparição pública, na manhã de quinta-feira, Lula estava abatido. Cabelos desgrenhados, cabisbaixo, olhar vacilante, entristecido. Havia motivos mais que suficientes para justificar o comportamento distante. Afinal, Dilma Rousseff, a sucessora escolhida por ele para dar sequência ao projeto de poder petista, estava sendo apeada do cargo. O fracasso dela era o fracasso dele. Isso certamente fragilizou o ex-presidente, mas não só. Há dois anos, Lula vê sua biografia ser destruída capítulo a capítulo. Seu governo é considerado o mais corrupto da história. Seus amigos mais próximos estão presos. Seus antigos companheiros de sindicato cumprem pena no presídio. Seus filhos são investigados pela polícia. Dilma, sua invenção, perdeu o cargo. O PT, sua maior criação, corre o risco de deixar de existir. E para ele, Lula, o futuro, tudo indica, ainda reserva o pior dos pesadelos. O outrora presidente mais popular da história corre o risco real de também se tornar o primeiro presidente a ser preso por cometer um crime.

VEJA teve acesso a documentos que embasam uma denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente. São mensagens eletrônicas, extratos bancários e telefônicos que mostram, segundo os investigadores, a participação de Lula numa ousada trama para subornar uma testemunha e, com isso, tentar impedir o depoimento dela, que iria envolver a ele, a presidente Dilma e outros petistas no escândalo de corrupção na Petrobras. Se comprovada a acusação, o ex-presidente terá cometido crime de obstrução da Justiça, que prevê uma pena de até oito anos de prisão. Além disso, Lula é acusado de integrar uma organização criminosa. Há dois meses, para proteger o ex-presidente de um pedido de prisão que estava nas mãos do juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato, a presidente Dilma nomeou Lula ministro de Estado, o que lhe garantiu foro privilegiado. Na semana passada, exonerado do governo, a proteção acabou.

Há várias investigações sobre o ex-­presidente. De tráfico de influência a lavagem de dinheiro. Em todas elas, apesar das sólidas evidências, os investigadores ainda estão em busca de provas. Como Al Capone, o mafioso que sucumbiu à Justiça por um deslize no imposto de renda, Lula pode ser apanhado por um crime menor. Após analisar quebras de sigilo bancário e telefônico e cruzar essas informações com dados de companhias aéreas, além de depoimentos de delatores da Lava-Jato, o procurador-geral Rodrigo Janot concluiu que Lula exerceu papel de mando numa quadrilha cujo objetivo principal era minar o avanço das investigações do petrolão. Diz o procurador-geral: “Ocupando papel central, determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Costa Marques Bumlai e Maurício de Barros Bumlai (…), Luiz Inácio Lula da Silva impediu e/ou embaraçou a investigação criminal que envolve organização criminosa”.

Novo protesto contra Temer ocorre no final da tarde desta sexta no Centro da Capital; por Bibiana Borba/Rádio Guaíba

Novo protesto contra Temer ocorre no final da tarde desta sexta no Centro da Capital; por Bibiana Borba/Rádio Guaíba

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Manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (PMDB) anunciam protesto para o final da tarde desta sexta-feira, no Centro de Porto Alegre. A concentração começa às 18h30, na Esquina Democrática, de onde devem partir em caminhada a partir do início da noite, sem trajeto definido. Além de rejeitar o afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff (PT), o grupo contesta a represália da Brigada Militar durante a manifestação realizada na noite passada, no bairro Cidade Baixa.

Ao menos cinco bombas de gás lacrimogêneo foram usadas para dispersar a manifestação de cerca de 500 pessoas, enquanto caminhavam pelas ruas Lima e Silva, Loureiro da Silva e José do Patrocínio. A BM alegou a necessidade de desobstruir o trânsito de veículos na região, conforme protocolo de ação estabelecido recentemente pela Secretaria de Segurança Pública do Estado.

A manifestação, organizada pelo Levante Popular da Juventude, havia partido da frente da sede municipal do PMDB, na avenida João Pessoa, no final da tarde. A ideia, segundo organizadores, era promover uma encenação teatral ironizando a tomada do poder pelo PMDB sem eleições diretas.

Uma nota de repúdio à violência policial na Cidade Baixa foi divulgada pela Frente Brasil Popular, movimento que vinha organizando manifestações anteriores de apoio a Dilma Rousseff. O grupo anuncia nova mobilização em Porto Alegre também no sábado à tarde, no Parque da Redenção.

Movimentos que apoiam Impeachment de Dilma preparam manifestação contra ato de Waldir Maranhão para hoje em Porto Alegre

Movimentos que apoiam Impeachment de Dilma preparam manifestação contra ato de Waldir Maranhão para hoje em Porto Alegre

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Os integrantes dos Movimentos favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff , estão sendo convocados via Redes Sociais para uma manifestação contra o ato do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão, de anular o processo de Impeachment na Câmara dos Deputados. “Estamos atentos à tentativa de interferir, sem legitimidade, no processo de impeachment, atentando contra o estado democrático de direito. Não aceitaremos golpe governista atraveés da decisão do vice-presidente da Câmara dos Deputados.” Ainda segundo o post na página do MBL, no Facebook: “Num ato desesperado, na calada da noite, o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, pediu a anulação do processo de Impeachment.  Desrespeitou o STF, desrespeitou a Câmara dos Deputados, desrespeitou o Senado, desrespeitou a nós, brasileiros. Não vamos nos dispersar. Falta pouco!”  A manifestação coordenada pelo MBL, VPR e Banda Loka, acontece na Avenida Goethe a partir das 19 horas.

Advogados gaúchos apresentam notícia-crime contra Sérgio Moro; por Marco Weissheimer/Sul 21

Advogados gaúchos apresentam notícia-crime contra Sérgio Moro; por Marco Weissheimer/Sul 21

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Um grupo de advogados e advogadas do Rio Grande do Sul apresentou nesta quinta-feira (7), na Procuradoria Regional da República da 4ª Região, notícia-crime contra o juiz Sérgio Moro “tendo em vista a ocorrência de fatos que constituem, em tese, crimes de ação pública”. Reconhecendo o mérito das revelações feitas durante algumas das investigações da força tarefa responsável pela Operação Lava Jato, os advogados criticam “o método condenável das ações desencadeadas pelo referido grupo de trabalho, a partir de buscas e apreensões e prisões espetaculosas, sistematicamente realizadas com o acompanhamento, muitas vezes simultâneo, dos grandes meios de comunicação”. E apontam quatro crimes que teriam sido cometidos pelo magistrado no episódio das escutas telefônicas envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Capitaneada pelos advogados Carlos Frederico Guazzelli e Jorge Garcia, a notícia crime é assinada também por Gumercindo Coutinho, Mário Madureira, Glênio Ferreira, Jorge Buchabqui, Valmir Batista (ex-presidente da OAB-RS), Silvia Burmeister (Presidente da Associação Nacional de Advogados Trabalhistas) e Maria Cristina Carrion (Secretária Adjunta da OAB-RS), entre outros nomes. A reportagem completa está no Sul 21.

Presidente da FETAG/RS condena discurso de secretário da Contag feito no Palácio do Planalto pregando violência

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O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag-RS) no Rio Grande do Sul, Carlos Joel da Silva, disse que as declarações do secretário da Contag foram feitas no calor da discussão. Em entrevista, ele disse que a entidade não apoia em nenhuma vírgula o que disse Aristides. Destacou que os agricultores querem a reforma agrária dentro dos termos da Constituição Federal, pois a entidade preza pela harmonia e a legalidade.

Ao ser questionado sobre o que deve acontecer no RS durante o Grito da Terra deste ano, adiantou que serão negociadas com os governos estadual e federal as tradicionais pautas de valorização do agricultor familiar, incluindo preços mínimos, a luta por uma saúde por qualidade e a segurança pública. Esclareceu que o dever da Fetag é representar os agricultores, não sendo uma entidade partidária contra ou em defesa do governo. Sobre a posição política da entidade, disse ser contra a corrupção, destacando que quem é culpado tem que sair, sem penalizar o país com desemprego batendo à porta e com elevação dos custos para o produtor rural. Para ele o Congresso tem que conduzir com isenção o processo de impeachment da presidente Dilma.

Hoje à tarde foi distribuída a imprensa uma nota oficial da Contag Região Sul, reafirmando às críticas feitas ao secretário da Confederação em evento no Palácio do Planalto Confira a íntegra do texto.

 

SOBRE PRONUNCIAMENTO DO SECRETÁRIO DE FINANÇAS E  NOTA DA REGIÃO SUL DA CONTAG
As Federações dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul,  Santa Catarina e Paraná, componentes da Regional Sul da Contag, após tomar conhecimento do pronunciamento do Secretário de Finanças e Administração da CONTAG, Sr. Aristides Veras dos Santos, na última sexta-feira, dia 01, em evento no Palácio do Planalto, manifesta-se publicamente de forma contrária à posição e a forma colocada pelo mesmo.

A CONTAG, as Federações, os Sindicatos e os movimentos sociais, precisam lutar pela melhoria das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores rurais. Devem buscar a reforma agrária, recursos para financiamento rural, a manutenção dos direitos previdenciários e demais direitos sociais, mas sempre de maneira pacífica. Criticamos a utilização da violência contra os trabalhadores, quando estes se manifestam pelos seus direitos. Por isso entendemos que não são os  trabalhadores que devem incentivar a utilização de meios radicais e violentos na busca de seus direitos, se querem justamente a liberdade e o direito de se manifestar.

A Região SUL se manifesta veementemente contra o conteúdo do pronunciamento do Secretário de Finanças e Administração da CONTAG, no que se refere à forma de atuação do Movimento Sindical. Esse não reflete o entendimento da base, que quer Justiça Social, mas não quer violência, não quer retaliação e quer que a corrupção e a roubalheira sejam investigadas e os culpados sejam punidos, sejam eles quem quer que os tenham cometido, porque o desvio de recursos públicos prejudica muito toda a sociedade e são os trabalhadores que mais sofrem em razão disso. E se não há recursos para garantir terra, saúde, previdência, segurança, educação, é também porque o dinheiro é mal aplicado.

Reiteramos nosso posicionamento em favor da defesa dos direitos e contra qualquer tipo de violência, qualquer que seja a origem e a causa e também, o total apoio à investigação de todos os crimes cometidos contra a população, inclusive a corrupção. Pois é entendimento do MSTTR do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná de que o papel do MSTTR em todas as suas
instâncias é de defender, amparar e organizar os trabalhadores e trabalhadoras,  e sempre lutar para manter os direitos dos trabalhadores e tendo a isenção de bandeiras politicas partidárias.

Assim, solicitamos um esclarecimento do Companheiro Presidente da CONTAG sobre tal declaração, para que possamos esclarecer o assunto junto a nossa base estadual e regional, a qual o Senhor é oriundo.

Carlos Joel da Silva,                                                  Ademir Mueller

Presidente FETAG-RS.                                         Presidente da FETAEP.

Grupo de advogados gaúchos se posiciona contra impeachment de Dilma

Grupo de advogados gaúchos se posiciona contra impeachment de Dilma

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Um grupo de advogados do Rio Grande do Sul reuniu-se hoje para organizar estratégias de atuação para denunciar ilegalidades nos processos de impeachment da presidente Dilma Rousseff e de investigação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O encontro ocorreu no começo da noite na Assembleia Legislativa do estado. O grupo se encontra há cerca de 15 dias e se intitula Advogados pela Legalidade. Segundo os próprios membros não se trata de uma instituição juridicamente organizada — mas sim de colegas do direito que sentiram a necessidade de se posicionar contra o que entendem ser um golpe de Estado.

“No século 20, os golpes vinham com tanques de guerra. No século 21, os golpes vêm de toga”, disse um dos coordenadores do grupo, o advogado Antonio Escosteguy Castro(foto). Ele citou a queda de Manuel Zelaya, em Honduras, e o impeachment de Fernando Lugo, no Paraguai, como exemplos de destituições com legitimação jurídica — mas que, segundo o advogado, ferem a democracia. “É tarefa dos advogados democratas enfrentarem essa disputa para não permitir que esses golpes não se legitimem aqui no Brasil”.

Os juristas que se manifestaram durante a reunião mostraram-se indignados com a decisão da OAB federal de apoiar o impeachment de Dilma. Segundo eles, a diretoria “usurpou a legitimidade da Ordem, que não lhes pertence, para apoiar um golpe”. Castro destacou que o assunto não foi amplamente discutido pela categoria e afirmou acreditar que a decisão “fratura a Ordem por décadas”.

Os próximos passos do grupo de advogados incluem avaliar a adesão da categoria à causa em nível estadual e promover eventos com juristas e intelectuais para esclarecer a população. As ações também devem se estender para as redes sociais. (Agência Brasil)

Fiscais Federais protestam contra nomeação política na superintendência do RS

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A Delegacia Sindical do Sindicato dos Fiscais Federais Agropecuários realiza nesta sexta-feira (12) uma mobilização em frente ao prédio do Ministério da Fazenda em Porto Alegre. A atividade, prevista para iniciar às 8h30, com caixas de som e reunião dos servidores na entrada da sede é um protesto contra a nomeação de um político para o cargo de Superintendente Federal da Agricultura no estado. O nome do novo titular, Luciano Maronezi do PTB,  foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta, juntamente com a exoneração de Roberto Schroeder, que é fiscal federal agropecuário.

“Lutamos durante anos para garantira nomeação de um técnico no cargo de superintendente. Nossa conquista durou apenas seis meses”, afirma a delegada sindical Consuelo Paixão Côrtes, referindo-se ao período em que Schroeder foi titular do cargo, sem contar os três meses em que foi interventor por conta das irregularidades constatadas na gestão anterior. A DS-RS enviou um ofício à Ministra da Agricultura, Kátia Abreu, enumerando motivos para a permanência de um técnico à frente da superintendência.

A orientação do Sindicato é  para que ocorram paralisações também no interior, nos frigoríficos e no Porto de Rio Grande.  A entidade não descarta prosseguir com a mobilização na segunda-feira (15). “Estamos indignados com esta situação que traz o retrocesso para nossa superintendência”, conclui Consuelo.

Movimento Brasil Livre prepara manifestação contra Dilma dia 13 em Porto Alegre

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Conversei no programa Agora/Rádio Guaíba, com um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre, no Rio Grande do Sul, Felipe Pedri. Ele falou sobre o momento político e a manifestação contra a presidente Dilma, que deve acontecer dia 13, no Parque da Redenção em Porto Alegre.