Roupas seguem como o presente preferido para os pais

Roupas seguem como o presente preferido para os pais

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Ao que tudo indica, os pais ficarão muito felizes no próximo 14 de agosto.  Pesquisa realizada em parceria entre CDL POA e Sindilojas Porto Alegre sobre o comportamento do consumidor para a data aponta que o que eles mais querem ganhar são roupas, calçados e acessórios. A maioria dos entrevistados diz que pretende dar justamente estes itens.

O levantamento elaborado pela Vitamina Pesquisa aponta que 37% dos patriarcas adorariam ser presenteados com roupa, 13% calçado, 9% celular, 6% carteira e 3% bolsa. Sobre o que irá comprar para a sua figura paterna, roupa também aparece em primeiro (44%), seguido de calçado (10%), perfumaria (8%), objeto decorativo (5%), livro (5%) e carteira 3 %. A pesquisa completa será divulgada nos próximos dias.

“Quero que você me aqueça nesse inverno” é lema dos apaixonados gaúchos neste Dia dos Namorados gelado

“Quero que você me aqueça nesse inverno” é lema dos apaixonados gaúchos neste Dia dos Namorados gelado

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“Só quero que você me aqueça nesse inverno” poderia ser o “hino” deste Dia dos Namorados, que prevê temperaturas baixíssimas no Sul do Estado. Esta é uma das leituras que pode ser feita para o resultado da pesquisa para a data, realizada pela CDL POA e Sindilojas Porto Alegre. “De acordo com o nosso levantamento, os namorados já pretendiam dar roupas, por ser algo útil, individual e, também, especial. Portanto, aproveitaram a queda brusca nos termômetros dos últimos dias para comprarem casacos, jaquetas, calças e blusões, o que também coincide com a nossa expectativa, pois vimos que a maioria dos apaixonados deixa para comprar os presentes na véspera da data”, avaliou o presidente da CDL POA, Alcides Debus. Do total de consultados, 52% afirmaram que deixariam para adquirir o presente do seu amor, na última semana.

Segundo o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, as projeções dos lojistas são muito positivas. A estimativa é de que o período mais romântico do ano movimente R$ 70 milhões no comércio da Capital, considerando, especialmente, as vendas nestes primeiros dias de junho. O ticket médio deve ficar em torno de R$ 180,00. “A data exige um empenho maior, pois errar na escolha do presente pode representar um desinteresse ou a falta de conhecimento sobre os gostos do parceiro, por isso a compra tem um valor muito mais simbólico”, observou Kruse. Assim, os artigos mais citados na pesquisa foram roupas (38%), itens de perfumaria ou maquiagem (16%), acessórios (15%), calçados (11%) e eletrodomésticos e eletrônicos (5%). Sendo que a maioria dos entrevistados (67%) planeja pagar à vista em dinheiro. O levantamento foi realizado pela Zooma Consumer Experience, entre os dias 18 e 29 de abril.

Pesquisa revela que 87,7% dos gaúchos querem ir às compras para o Inverno

Pesquisa revela que 87,7% dos gaúchos querem ir às compras para o Inverno

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Após as altas temperaturas registradas no mês de abril que fizeram com que os gaúchos tirassem do guarda-roupa as camisetas, as blusas, as bermudas e os vestidos, finalmente o frio se aproximou. Acompanhando as mudanças climáticas, as vitrines estão se preparando para atender a demanda dos clientes por novidades das próximas estações. Segundo a pesquisa Tendências AGV, da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, 87,7% dos gaúchos fará compras de calçados e/ou vestuários para o inverno.

A pesquisa revela ainda que 71,7% dos entrevistados apontam a crise econômica como fator para reduzir o número de compras. Porém, os gaúchos não deixarão de consumir o que acham importante. Um percentual de 45,3% dos gaúchos planeja comprar até três itens das novas coleções. Conforme o presidente da AGV, Vilson Noer, ainda estamos passando por momentos de turbulência econômica, mas a pesquisa demonstra que a população não deixará de fazer compras. “Os consumidores tem diminuído gastos, fazendo cortes no orçamento, e por isso, 44,8% dos entrevistados revelaram que aproveitarão para fazer compras  nas promoções e nas condições de pagamento facilitado”, destaca.

A troca de estação sempre traz novidades em cores, cortes e modismos. Roupas no estilo animal print, conjuntos estampados, peças pretas e beges, ponchos, são algumas inspirações para as coleções de outono/inverno 2016. A pesquisa da AGV mostra que 53,3% dos gaúchos se preocupam com moda ao fazerem suas compras, e que 77,2% dos consumidores optarão por roupas mais básicas, 40,6% por roupas pretas, e 17,8% por peças de cor nude. O local escolhido para as compras por 80,2% dos consumidores são as lojas de rua. Noer reafirma a importância dos lojistas se reinventarem para que possam atender os anseios do público. “A pesquisa demonstra claramente que os gaúchos querem e irão às compras neste inverno e então é imprescindível que o varejo esteja pronto para recebê-los”, projeta.

 

Varejo prevê R$ 270 milhões com vendas de Páscoa

Varejo prevê R$ 270 milhões com vendas de Páscoa

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Para algumas pessoas, é impossível não pensar em Páscoa sem chocolate. Porém, há quem passe a data muito bem sem os tradicionais doces, e essa é a aposta dos lojistas do Rio Grande do  Sul. Pesquisa realizada pela Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) aponta que 43,2% dos entrevistados gostariam de ganhar roupas, enquanto 38,6% optam pelos tradicionais chocolates, 18,2% livros e 15,9% cosméticos. Com isso, a expectativa é que o setor movimente R$ 270 milhões em vendas de produtos para a data, o mesmo arrecadado no ano passado.

Conforme o presidente da AGV, Vilson Noer, apesar da frágil confiança dos consumidores no atual cenário da economia nacional, a Páscoa carrega um simbolismo muito forte e as pessoas sempre compram ao menos uma lembrança. “Mesmo com o tíquete médio sendo o mesmo do ano passado, R$ 50,00, é possível equiparar as vendas deste ano com as de 2015, pela maior quantidade de itens apontados da pesquisa”.

O levantamento também aponta que 75% dos consumidores diminuirá o número de pessoas presenteadas, em relação ao ano passado. Um total de 45,5% presenteará de três a quatro pessoas, enquanto em 2015, a maioria dos entrevistados daria presentes para cinco ou mais pessoas. Os filhos receberão presentes de 61,4%, os cônjuges/namorados 59,1%, 36,4% presenteará os sobrinhos/afilhados, e 20,5% os pais. Entre os presentes de quem vai comprar, o chocolate lidera a preferência com 77,3% das indicações, seguido de roupas (29,5%) e brinquedos (22,7%).

As lojas de rua são as preferidas para comprar os presentes, conforme indicação de 54,5% dos consumidores. A pesquisa ainda revela que 59,1% pagará as compras com dinheiro, 36,4% com cartão de crédito e 18,2% com cartão de débito.

Impactados pela insegurança, porto-alegrenses gastaram menos com roupas e mais com materiais de construção em 2015, aponta Sindilojas

Impactados pela insegurança, porto-alegrenses gastaram menos com roupas e mais com materiais de construção em 2015, aponta Sindilojas

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As lojas de vestuário e calçados da Capital registraram queda de 6,4% nas vendas em 2015, em relação ao ano anterior, conforme levantamento divulgado hoje pelo Sindilojas (Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre). A entidade destaca que o resultado confirmou a tendência de queda no setor já registrada pelo IBGE no Rio Grande do Sul. Em nível estadual, segundo o instituto de estatísticas, o volume de vendas de roupas e calçados caiu 12,3% de janeiro a novembro, em comparação com 2014.

A menor disposição dos consumidores em gastar com vestuário foi percebida principalmente nos meses em que os servidores públicos estaduais tiveram salários parcelados e paralisaram atividades, de acordo com o Sindilojas. A queda nas vendas foi de 18% em agosto e de 21% em setembro. O vice-presidente da entidade, Arcione Piva, também atribui o resultado à sensação de insegurança nas ruas gerada pelos protestos de policiais.

Em contradição, o setor de materiais de construção encerrou o ano com saldo positivo de vendas, 3,4% maior do que no ano anterior. Para o representante, o resultado revela que, ao deixar de gastar para melhorar o guarda-roupa, os porto-alegrenses investiram em reformas para manter a segurança dentro de casa. “Temos um problema de insegurança. Então, tenho que arrumar minha casa para ficar mais tempo dentro de casa. Isso é um fator para a venda dos materiais de construção em 2015, porque as famílias se voltaram a cuidar das suas casas e se proteger”, analisa.

Os dados foram apresentados na pesquisa Termômetro do Varejo, realizada mensalmente pelo Sindilojas para avaliar a atividade econômica dos três segmentos. (Bibiana Borba/Rádio Guaíba)