Eleições 2016: Vieira da Cunha deixa Secretaria da Educação para disputar a Prefeitura da Capital

Eleições 2016: Vieira da Cunha deixa Secretaria da Educação para disputar a Prefeitura da Capital

Eleições 2016 Notícias Poder Política Porto Alegre Prédio prefeitura

O secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha, oficializou, hoje, em reunião com o governador José Ivo Sartori e o vice, José Paulo Cairoli, a saída do cargo para disputar, pelo PDT, a Prefeitura de Porto Alegre, em outubro. Ele confirmou à imprensa que hoje cumpre o último dia de trabalho como secretário. A exoneração deve ser publicada, amanhã, no Diário Oficial.

O secretário adjunto, Luiz Alcoba de Medeiros, assume a Pasta de forma interina. Já Vieira da Cunha passa, a partir desta quinta-feira, a buscar ampliar as alianças em torno da pré-candidatura.

Ontem, o prefeito da Capital, José Fortunati, que é do PDT mas havia assumido o compromisso político de dar sustentação à pré-candidatura do hoje vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB), condicionou o apoio de Vieira à formação de uma base consistente. (Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Vieira da Cunha anuncia a aliados que vai concorrer à prefeitura de Porto Alegre. Secretário da Educação deve deixar cargo até esta quinta-feira

Eleições 2016: Vieira da Cunha anuncia a aliados que vai concorrer à prefeitura de Porto Alegre. Secretário da Educação deve deixar cargo até esta quinta-feira

Eleições 2016 Notícias Poder Política Porto Alegre

O atual secretário estadual de Educação, Vieira da Cunha (PDT), anunciou a aliados que irá concorrer à prefeitura de Porto Alegre em 2016. Ele deve deixar o cargo que ocupa até a próxima quinta-feira para poder concorrer nas eleições de outubro.

O vice-prefeito da cidade e também pré-candidato ao posto, Sebastião Melo, confirmou a intenção de Vieira da Cunha de disputar a vaga ao Paço Municipal e disse que recebeu bem a iniciativa do colega. “Eu recebi com muita naturalidade a candidatura do Vieira. Todas as pesquisas apontam para um possível segundo turno e nós vamos trabalhar para chegar lá. Se isso não acontecer, seremos aliados dos parceiros que hoje fazem parte do governo. Assim como também espero que a recíproga seja verdadeira”, explicou.

Do secretariado do governador José Ivo Sartori, dois já anunciaram que deixarão seus cargos participar das eleições de outubro: Miki Breier e Edu Oliveira. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Vieira da Cunha pede para deixar o cargo; Sartori rejeita. Secretário decidiu entrar em férias para repensar situação

Vieira da Cunha pede para deixar o cargo; Sartori rejeita. Secretário decidiu entrar em férias para repensar situação

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O secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha (PDT), pediu para deixar o cargo. O governador José Ivo Sartori (PMDB), porém, negou a solicitação. O pedetista chegou a entregar uma carta de demissão, rejeitada, nessa segunda-feira, pelo chefe do Executivo. Vieira decidiu, com isso, entrar em férias para repensar a situação, em viagem ao exterior iniciada hoje. O retorno dele só ocorre em junho.

De acordo com o apurado pela reportagem, o motivo do pedido foi a indefinição de Sartori em torno da liberação de recursos para ampliar o número de escolas de turno integral no Rio Grande do Sul. Diante do impasse, o Piratini organizou, às pressas, na manhã de ontem, uma cerimônia para o anúncio de um decreto que libera verbas para o projeto.

Com isso, o número de alunos atendidos pelo serviço salta de 9,9 mil para 24 mil estudantes. Com o decreto, o turno integral é ampliado para mais 32 escolas e o Estado passa a contar com 104 instituições de ensino nessa modalidade.

A lei de turno integral em escolas da rede estadual é de autoria da deputada estadual Juliana Brizola (PDT). A finalidade é garantir a formação integral do aluno a partir da ampliação da jornada escolar. Os estudantes terão, no mínimo, sete horas diárias no estabelecimento de ensino, nos turnos da manhã e da tarde, com a oferta de quatro refeições por dia. (Voltaire Porto/Rádio Guaíba)

Vice-governador pede que secretários do PDT convençam bancada a votar a favor da alta de ICMS. Vieira da Cunha e Gerson Burmann devem servir de interlocutores na negociação

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Cairoli1O vice-governador José Paulo Cairoli se reuniu com secretários de estado do PDT, na tarde desta quarta-feira, no Palácio Piratini. O objetivo é de que os comandantes das Pastas de Educação, Vieira da Cunha, e de Obras, Gerson Burmann, sirvam de interlocutores para convencer a bancada trabalhista a votar favoravelmente ao pacote do governo. A meta principal é viabilizar o aumento de ICMS. O secretário da Casa Civil, Márcio Biolchi, também participou. Na próxima semana, deputados pedetistas já devem ser procurados pelas lideranças da legenda.

Burmann enfatizou que a busca vai ser por um apoio integral, para somar todos os oito votos da bancada. “A posição do partido é por uma posição uníssona da bancada e isso não é novidade. Reconhecemos que, entre alguns deputados, há repulsa por alguns projetos, e vamos debater, ponto a ponto, para chegar a uma construção”, enfatizou o secretário de Obras.

Vieira da Cunha também defendeu o apoio da bancada, de todos integrantes da base governista e até da oposição. “Este não é um compromisso apenas do PDT e deve ser do conjunto da Assembleia Legislativa. Para o desenvolvimento do Estado, precisamos ser sensíveis à crise, virando de vez esta página de agonia e de dificuldades financeiras”, argumentou.

O deputado do PDT, Gilmar Sossela, reconhece uma divisão interna, mas projeta um entendimento. No caso do aumento do ICMS, por exemplo, a aposta é por unidade se for estipulado um prazo de quatro anos para a vigência do reajuste.

Porém, com relação às extinções das Fundações Zoobotânica e de Produção e Pesquisa em Saúde os deputados trabalhistas acordaram pelo voto contrário, defendendo a manutenção das atividades. A conclusão é de que os serviços prestados são de interesse público e social, sem oferecer ônus em excesso e, em muitos casos, até gerando receita. Outro argumento da bancada do partido, através do líder, Eduardo Loureiro, é de que a suspensão das atividades possa provocar futuras contratações com a iniciativa privada, gerando despesas ainda maiores. (Rádio Guaíba)