AGV irá requerer aos deputados estaduais que mantenham o veto de Sartori a reajuste

AGV irá requerer aos deputados estaduais que mantenham o veto de Sartori a reajuste

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A Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, entidade formada por mais de 26 mil empresas no RS, entregará, nesta terça-feira (12), ofício para todos os deputados estaduais requerendo a manutenção do veto do governador, José Ivo Sartori referente ao reajuste salarial dos poderes que compõe a estrutura política.

A recomposição salarial, cujo reajuste seria retroativo desde janeiro de 2016, geraria um impacto financeiro, somadas todas as folhas, de cerca de R$ 194,5 milhões neste ano.

Conforme o presidente da AGV, Vilson Noer em um momento de dificuldade, como o que estamos vivenciando, é importante que os recursos e investimentos sejam destinados para infraestrutura, saúde, educação e segurança pública. “Entendemos que precisamos da união de esforços e da conjugação de sacrifícios, para que possamos vislumbrar um futuro de esperança e não de caos”.

Comércio mostra sinais de recuperação no segundo semestre

Comércio mostra sinais de recuperação no segundo semestre

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O varejo gaúcho mostra um otimismo moderado com a perspectiva de desempenho do ano. Embora a perspectiva seja de  um resultado negativo para o primeiro semestre, a recuperação gradual dos indicadores econômicos no segundo semestre deverá amenizar o volume de negócios do ano. Essa é a expectativa da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) depois do relato feito por diretores da entidade em reunião mensal realizada nessa quinta-feira (30). A projeção é que o resultado do primeiro semestre de 2016, comparado a igual período do ano passado, seja 4,2% (nominal) e que chegue ao final do ano com 5 %. “O estado anímico de quem gera emprego e movimenta a economia – industriais e comerciantes – apresenta uma melhora significativa e esperamos que isso altere os rumos do desempenho no ano”, comenta Vilson Noer, presidente da entidade.

Os relatos das lideranças do interior apontam que o melhor “vendedor” dos últimos 30 dias foi o frio. “As baixas temperaturas levaram os consumidores às compras. Nada de grandes volumes de negócios, mas o suficiente para salvar o mês”, diz o dirigente. Ele lembra que algumas regiões apresentaram melhores resultados em função de sua sazonalidade ou perfil econômico. Este é o caso das cidades da zona de plantio do fumo, que começa a comercialização agora e tem no mercado externo o grande atrativo, os municípios da Serra gaúcha em função das indústrias de malhas, e a região produtora do Planalto com a venda de produtos agrícolas.

“Em Farroupilha, as malharias  chegaram  a registrar a presença  de duas mil empresas compradoras. Já em regiões de produção agrícola, como Passo Fundo e Cachoeira do Sul, o comércio verifica um bom resultado de vendas a partir da comercialização de itens agrícolas”, comenta Noer.

Segmentos como eletrodoméstico, veículos, peças, material de escritório e informática, lubrificantes e combustíveis apresentam queda superior aos 15% nos primeiros quatro meses do ano no Rio Grande do Sul, superando o desempenho no Brasil. Já o mercado moveleiro apresentou números positivos em função das exportações.

Maioria de cargos de chefia do varejo gaúcho é de mulheres

Maioria de cargos de chefia do varejo gaúcho é de mulheres

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O presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer destaca que “o predomínio delas é total nas áreas de vendas, e só aqui no Estado, os cargos de chefia e gerencia das lojas são ocupadas por 75% de mulheres”. Não é de hoje que as mulheres estão aumentando sua participação nos setores do varejo e serviços. Elas se caracterizam dia após dia, como grandes vendedoras, gerentes e donas do seu próprio negócio. Uma pesquisa realizada pela Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo aponta que 63,2% dos lojistas destacaram que mais de 70% de seus funcionários são mulheres.

O presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer destaca que “o predomínio delas é total nas áreas de vendas, e só aqui no Estado, os cargos de chefia e gerencia das lojas são ocupadas por 75% de mulheres. Além disso, sabemos que elas contribuem também na formação da renda familiar, onde têm 80% de articulação nas decisões de compra”.

As principais características das mulheres que trabalham no comércio, destacadas pelos entrevistados são que: 47,4% delas são dinâmicas, 42,1% são agregadoras, 36,8% disseram que as mulheres são pró-ativas e antenadas, e 31,6% responderam que elas são inteligentes e inovadoras.

Também há uma grande questão para as mulheres que estão buscando mais o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e no qual suas características sejam reconhecidas e valorizadas. Como opção, surge o empreendedorismo, e a pesquisa da AGV revela que 64,3% das 25 mil associadas da entidade, são administradas por mulheres.

Varejo: Expectativa de vendas para fevereiro de 2016 é 25% superior a de 2015

Varejo: Expectativa de vendas para fevereiro de 2016 é 25% superior a de 2015

Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Poder Política

A expectativa do varejo gaúcho para as vendas do mês de fevereiro são boas. Conforme o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer o mês de fevereiro poderá ter vendas até 25% superiores referentes ao mesmo mês no ano passado, em Porto Alegre e região metropolitana, podendo se estender para o RS. Em fevereiro de 2015, o Estado sofreu com fortes impactos dos bloqueios nas estradas, ainda houve greves dos ônibus na região metropolitana, e como o carnaval foi no final do mês, as aulas iniciaram em março. Além disso, o mês contou com temperaturas que alcançaram os 40 graus. Juntando esses fatores, as vendas foram prejudicadas, e por isso, ficaram abaixo do esperado.

“Neste ano, com o carnaval sendo no início do mês de fevereiro, as aulas já iniciam na segunda quinzena, também a partir da segunda metade do mês, já teremos diversos “liquidas” em todo RS. Portanto, temos todas as condições de superar as vendas de 2015 e gerar a receita de ICMS necessária para pagamento da folha do Estado”, avalia Noer.

 

Desafio do varejo é manter as despesas controladas em 2016, afirma presidente da AGV. 40 mil postos de trabalho foram fechados em 2015

Desafio do varejo é manter as despesas controladas em 2016, afirma presidente da AGV. 40 mil postos de trabalho foram fechados em 2015

Economia Negócios Notícias Poder Política

Entrevistei hoje, o presidente da Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo,  Vilson Noer. Para ele, a economia nacional passa por enormes dificuldades a partir do desequilíbrio político que atingiu o Brasil inteiro. Segundo Noer, o varejo reflete a condição econômica da população, dizendo que com isso as pessoas ficaram muito inseguras e frearam o consumo. Disse que em 2015 foi um ano muito complicado e houve um ajuste muito grande no emprego, com corte de 40 mil das cerca  de 360 mil vagas do setor no RS. Disse que a expectativa para 2016 é manter estável o padrão do ano passado. Destacou que o setor da indústria também foi muito afetado, trazendo reflexos diretos para o varejo. Entende que o lojista deve incentivar suas equipes a manter o nível de atendimento, com eventual queda de preços dos produtos. Disse que entramos em uma era de consumo consciente, o que faz com que a concorrência seja maior. Disse que o desafio do varejista é manter as despesas controladas, em razão do aumento do ICMS, que é um custo extra que ele não tinha no ano passado.

Varejo gaúcho tem o pior Natal em 14 anos

Varejo gaúcho tem o pior Natal em 14 anos

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O comércio do Rio Grande do Sul faz um balanço negativo das vendas para o Natal deste ano, pior volume de negócios desde o ano de 2001. Conforme levantamento da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), os negócios devem registrar uma queda de 10,2% na comparação com igual período do ano passado. A entidade projetava registrar o mesmo desempenho de 2014, somando R$ 5,9 bilhões em vendas. “As crises política e econômica brasileira e a instabilidade crítica das finanças do estado provocaram uma desconfiança e uma prevenção do consumidor. Associado a isso, as chuvas intensas no interior afastou os retardatários das zonas de compra de presentes”, comenta Vilson Noer, presidente da entidade.

Com o resultado, ainda que estejam programadas promoções de saldos para os últimos dias do ano, o comércio do Estado deverá encerrar o ano com um desempenho abaixo em relação ao ano passado. O dirigente aponta iniciativas muito próximas do Natal, como a “Black Friday”, como responsáveis pelo fraco volume de negócios de bens duráveis no ano. “A renda do consumidor não é mais a mesma, o desemprego voltou a atingir a população economicamente ativa e o crédito ficou mais escasso. Entidades da área de eletroeletrônicos, por exemplo, projetam uma queda de 20% no quarto trimestre deste ano para produtos como fogões, lavadoras, refrigeradores”, comenta Noer apontando que estes fatores são essenciais para que o comércio tenha números positivos.

Os dados coletados com 130 entidades do Rio Grande do Sul projetam um tíquete médio de R$ 75,00, dentro da variação projetada incialmente entre R$ 70,00 e R$ 90,00, mas abaixo dos R$ 100,00 que o verificado em 2014. Entre os itens com melhor desempenho estão cosméticos, perfumaria e brinquedos. “Quem ainda dispor de dinheiro vai conseguir bons preços nas promoções de final de ano”, antecipa o dirigente.

 

Comércio gaúcho vai reduzir pela metade a contratação de  temporários

Comércio gaúcho vai reduzir pela metade a contratação de temporários

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O cenário da economia, associado às dificuldades apresentadas no Rio Grande do Sul, são fatores determinantes para que o comércio revise sua política de contratação de temporários em 2015. Conforme pesquisa da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), o setor vai reduzir pela metade o número de contratações em comparação ao ano de 2014. “No ano passado o comércio gaúcho contratou, nos meses de outubro e novembro, um total de 18 mil temporários para um universo de 350 mil trabalhadores do setor em todo o Estado. Para esse ano pelo levantamento realizado, não serão oferecidas mais de 9 mil vagas, uma redução de 50% em relação ao ano passado”, comenta o presidente da entidade, Vilson Noer(foto). O dirigente também aposta na força das próximas estações, de modo especial no Dia das Crianças e no fim de ano que poderá aliviar os resultados do comércio previstos para 2015.

Para Noer, as expectativas para os próximos meses são moderadas considerando o agravamento da crise econômica nacional e estadual associada a alta da inflação e a redução do poder aquisitivo do consumidor. “Embora o Natal seja uma data com grande potencial de venda e de recuperar parte das perdas do ano, os ajustes de custos são necessários e nisso se enquadram menos contratações”, disse.

Conforme o presidente da AGV, as lojas tendem buscar maior produtividade funcional para compensar as perdas do primeiro semestre e, com isso,  as contratações serão menores.