Porto Alegre, terça, 30 de novembro de 2021
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Bolsonaro adota método de fritura para promover troca-troca no governo

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O governo do presidente Jair Bolsonaro cunhou uma marca na hora das demissões: a fritura. O método consiste em exposição pública do funcionário, com um tsunami de críticas e dificuldade do alvo em acesso ao presidente.

Ao longo do ano, foram repetidos os casos em que ministros e autoridades que entraram na mira das reclamações públicas do presidente deixaram o governo. O caso que abriu a porta para os demais foi o da demissão de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência.

No segundo mês de governo, quando estourou o escândalo das candidaturas laranjas no PSL, o filho do presidente, vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), acusou publicamente Bebianno de ter mentido sobre ter conversado com o pai. O próprio presidente veio a público dizer que não tinha conversado com Bebianno, e instaurou-se uma crise.

Neste cenário, Bolsonaro fez o que se tornou um clássico ao exonerar um ex-aliado: o ameaçou em público de demissão. Em entrevista à Record, Bolsonaro disse que o ministro poderia voltar “às origens”.

O presidente, logo, foi repreendido pela atitude, o que também se repetiu nos demais casos. Na época, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), então aliada do presidente, afirmou que Bolsonaro não poderia “fazer puxadinho da Presidência da República dentro de casa para expor um membro do alto escalão do governo”.

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