Porto Alegre, domingo, 14 de agosto de 2022
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Governo discute parceria com a ONU para estruturação de PPPs em unidades de conservação

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Em mais um passo para estimular o desenvolvimento do Estado, por meio de investimentos privados e visando a melhoria dos serviços públicos, objetivo central do programa RS Parcerias, o governador Eduardo Leite se reuniu, na tarde desta terça-feira (7/1), com representantes do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS).

Braço da ONU que apoia governos e outras instituições nas áreas de infraestrutura e gestão de projetos, a UNOPS é cotada pelo Rio Grande do Sul para ajudar na estruturação de possíveis parcerias público-privadas (PPPs) de unidades de conservação (UCs) gaúchas.

As UCs são territórios com características naturais relevantes definidos e protegidos por lei pelo poder público. Atualmente, o Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC) do RS abrange 23 áreas. Dessas, cinco foram eleitas como prioritárias pelo governo do Estado:

Parque Estadual de Itapuã (em Viamão)
Parque Estadual de Itapeva (em Torres)
Parque Estadual do Delta do Jacuí (em Porto Alegre)
Parque Estadual do Turvo (em Derrubadas)
Parque Estadual do Tainhas (nos municípios de Jaquirana, São Francisco de Paula e Cambará do Sul)
Além das UCs, o governador pediu à diretora da UNOPS no Brasil, Claudia Valenzuela, que o organismo estude, em parceria com os secretários de Parcerias, Bruno Vanuzzi, de Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos, e de Governança e Gestão Estratégica, Claudio Gastal, e as respectivas equipes, a possibilidade de estabelecer parcerias com a iniciativa privada no Jardim Botânico, na Capital.

“Nosso governo entende que, com a participação da iniciativa privada, esses locais vão ter melhor cuidado e preservação de suas riquezas ambientais, aliado ao potencial de desenvolvimento econômico a partir da exploração do turismo sustentável e ecológico”, destacou Leite.

A UNOPS irá avaliar as áreas elencadas pelo governo e deverá apresentar propostas. A partir disso, o Estado irá ou não estabelecer um convênio com o organismo para dar andamento aos projetos, levando em conta aspectos ambientais, econômicos e financeiros.