Porto Alegre, quinta, 29 de julho de 2021
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Desmembramento da Economia abre disputa de cargos e Guedes deixa plano de emprego incompleto; Folha de São Paulo

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Ministro, que era contra divisão da pasta, minimiza mudança e avalia que separação de outras secretarias seria mais nociva. Bolsonaro e Paulo Guedes durante solenidade pela sanção da privatização da Eletrobrás, no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira - 13.jul.2021/Folhapress

 

 

O anúncio do desmembramento do Ministério da Economia, com a recriação da pasta do Trabalho, abriu uma disputa por postos considerados estratégicos no governo. O nome do atual secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, é cotado para mais de uma função enquanto técnicos relatam ambiente de incerteza sobre os cargos.

Com a criação do mais novo ministério do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Guedes perderá o controle da área que formula as políticas de emprego do governo. Com isso, fica incompleto o trabalho de implementação de um programa para formalização de jovens, que tramita no Congresso.

Ele também não conseguiu promover uma desoneração da folha salarial das empresas e uma flexibilização das leis trabalhistas.

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