Porto Alegre, terça, 19 de outubro de 2021
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França reforça segurança cibernética ante grupos de hackers mais perigosos do planeta; RFI

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Edifício que irá acolher o "Campus Cyber" em La Défense, a 10 km do centro de Paris. © arthurweidmann1 / Twitter

A França se prepara para inaugurar no outono europeu o “Campus Cyber”, um centro especializado em segurança cibernética que reunirá 1.500 especialistas. O objetivo da iniciativa é reforçar a capacidade de reação do país às ameaças e aos ataques cibernéticos, a nova forma de guerra travada no cenário mundial.

Um edifício de 25.000 metros quadrados em La Défense, bairro empresarial e financeiro a oeste de Paris, irá sediar o “Campus Cyber”. Equipes de várias escolas de engenharia informática (Epita, Efrei e outras), de grandes grupos e start-ups, como Orange, Thales, Airbus, CybelAngel e Sekoia, além de integrantes de órgãos públicos e laboratórios de pesquisa, irão trabalhar juntos no local. Na era das guerras híbridas, é fundamental investir no desenvolvimento de tecnologia, mas também reunir talentos capazes de antecipar e defender o país de inimigos. Em fevereiro de 2021, o presidente Emmanuel Macron anunciou que faria € 1 bilhão de investimentos nessa área.

Em sua edição semanal, a revista francesa L’Express descreve os grupos de hackers mais periogosos em ação no mundo ligados aos Estados.

O braço de guerra americano nessa área é o The Equation Group, unidade de espionagem cibernética afiliada à Agência de Segurança Nacional (NSA) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O grupo de espiões digitais já teria pirateado 42 países, entre eles a França, segundo a L’Express. Mas os principais alvos do Pentágono continuam sendo os inimigos Afeganistão, China, Rússia, Irã, Paquistão e Síria, entre outros.

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