Porto Alegre, quarta, 29 de junho de 2022
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Cúpula da Petrobras passa por 'militarização' após chegada de Silva e Luna; O Estado de São Paulo

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Presidente da empresa recheou sua assessoria com colegas da caserna e levou ex-chefe da Marinha para a Transpetro; número de oficiais na cúpula da Petrobras é mais do que o triplo do que havia na gestão anterior. 'Assessores não decidem gestão', diz estatal sobre nova equipe de militares de Silva e Luna. Foto: André Dusek/Estadão - 1/3/2018

 

 

Em meio à disparada dos preços dos combustíveis no País e às benesses concedidas pelo presidente Jair Bolsonaro aos caminhoneiros, como o subsídio para o óleo diesel, uma mudança significativa ocorrida na cúpula da Petrobras passou praticamente despercebida pelo público.

Sem alarde, o general Joaquim Silva e Luna, presidente da companhia, recheou a sua assessoria com colegas da caserna, em linha com a “militarização” ocorrida em outras estatais e na administração direta federal desde o início do atual governo, em 2019.

Segundo apurou o Estadão, Silva e Luna já contratou pelo menos seis militares para atuar em postos de apoio à presidência da Petrobras e da Transpetro, a maior subsidária da estatal, desde que assumiu o comando, em meados de abril, em substituição ao economista Roberto Castello Branco, defenestrado por Bolsonaro por se opor a interferências no preço do diesel e até por trabalhar em home office na pandemia.

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