Porto Alegre, sábado, 02 de julho de 2022
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Battisti chama Evo de traidor e diz que foi mantido em centro de espionagem na Bolívia, por Lucas Ferraz/Folha de São Paulo

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Fuga do italiano à Bolívia, onde seria entregue aos italianos, deu-se após a eleição de Bolsonaro, em outubro de 2018. O ex-terrorista Cesare Battisti, ao desembargar na Itália após sua extradição - Alberto Pizzoli/AFP

 

Na correspondência da reportagem com Cesare Battisti, poucos nomes provocaram tanto a sua indignação quanto o de Evo Morales, ex-presidente da Bolívia e outrora um dos líderes da esquerda na América Latina.

“Evo é um traidor e covarde”, afirmou Battisti, em referência ao político que entregou o fugitivo para os italianos.

A fuga do ex-terrorista italiano para a Bolívia se deu após a eleição de Jair Bolsonaro no Brasil, no final de outubro de 2018.

Nos seus últimos dias de liberdade em Santa Cruz de la Sierra, entre o final daquele ano e o início de 2019, Battisti afirmou ter sido recepcionado no país por um representante do MAS (Movimento ao Socialismo), partido de Evo Morales.

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