RS: Empresa lança kit de estudo para as fontes renováveis

RS: Empresa lança kit de estudo para as fontes renováveis

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Com o crescimento das energias renováveis, também aumenta a necessidade do desenvolvimento de conhecimento nesse segmento. Observando o potencial do mercado, o Centro Industrial de Equipamentos de Ensino e Pesquisa (Cidepe), empresa de Canoas, lançou, em setembro, um kit de equipamentos para o estudo dessa área. O gerente comercial da companhia, Jorlei Weiss, detalha que o produto consiste em um kit didático de análise de conceitos das diferentes formas de geração de energia renovável (hidrelétrica, eólica e solar). O executivo acrescenta que se trata da simulação, em menor escala, da produção dessas energias, com circulação de água (para a hidreletricidade), com um pequeno aerogerador (para a eólica) e um painel fotovoltaico (para a solar). São avaliadas questões como geração, distribuição, eficiência, consumo, tensão, corrente elétrica, frequência etc.

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Porto Alegre: Hospital Divina Providência realiza mutirão gratuito de prevenção e cuidados de doenças cardiovasculares

Porto Alegre: Hospital Divina Providência realiza mutirão gratuito de prevenção e cuidados de doenças cardiovasculares

Comunicação Destaque Notícias

Cerca de 300 mil pessoas por ano sofrem infartos no Brasil (30% dos casos o ataque cardíaco é fatal). Ciente disso, o Hospital Divina Providência (HDP) realiza um mutirão de serviços e atividades voltadas à conscientização e prevenção destas doenças. Em referência ao Dia Mundial do Coração (29 de setembro), a ação de atendimentos gratuitos ocorre neste sábado, 22 de setembro, no Parque Marinha do Brasil (voltado para a Av. Borges de Medeiros, próximo ao Praia de Belas Shopping). Talvez a Deisi saiba melhor, segue em anexo o croqui do espaço.

“A hipertensão é a principal causa de infarto no mundo todo. Além disso, predispõe a infecções respiratórias, e estas aumentam a demanda energética do coração, ocasionando um desbalanço entre oferta e demanda de energia para o mesmo”, explica o dra. Diane Roso, cardiologista do HDP.

Cerca de 80% das ocorrências, entretanto, poderiam ser evitadas com medidas simples de hábitos saudáveis. Por isso, das 9h às 14h, médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas do hospital estarão disponíveis para prestar orientações e realizar alguns serviços, como cálculo do índice de massa corpórea (IMC); dar dicas nutricionais sobre alimentos “amigos do coração“; informar sobre atividades físicas e medir a pressão arterial.

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Quais são os principais sintomas?

Dor no peito, falta de ar e sudorese. Sintomas menos comuns, mas que também podem ocorrer são: dor no pescoço e na mandíbula, dor na barriga, dor nos braços, dor nas costas, palpitações, taquicardia, náuseas e vômitos, alterações visuais e desmaio.

Como reconhecer que alguém possa estar tendo um infarto?

A pessoa leva a mão no peito, fica ofegante, a pele fica suada e pegajosa e pode acontecer um desmaio.

Como evitar um infarto?

Ter acompanhamento regular de cardiologista, tratar adequadamente a hipertensão e o diabetes, fazer atividade física regular, manter hábitos saudáveis de alimentação, manter os níveis de colesterol controlados, evitar o abuso de álcool, evitar o sobrepeso/obesidade e não fumar.

Quais são os procedimentos em caso de suspeita de infarto?

Ao primeiro sintoma de que algo errado está acontecendo, procurar a emergência pois o rápido reconhecimento e o pronto tratamento pode limitar os danos provocados por um infarto e evitar a morte.

Como este paciente é atendido no HDP?

Na emergência do HDP, especializada em neurocardiovaslular, há protocolos de identificação de infarto de forma que um paciente com sinais/sintomas que podem corresponder a um infarto nunca ficarão aguardando atendimento como um paciente sem risco de vida.

Esse paciente será rapidamente identificado pelo enfermeiro no momento da triagem (por meio de um checklist padronizado e validado para a identificação de infarto), e é submetido a eletrocardiograma em no máximo 10 minutos da chegada, antes mesmo do atendimento pelo médico.

O atendimento médico é priorizado para esse paciente e, já em posse do ECG, o médico pode identificar os tipos mais graves de infarto nesse atendimento inicial. Se for o caso, o paciente pode ser submetido a cateterismo cardíaco para tratamento definitivo da lesão na coronária, disponível 24h e sempre em menos de 90 minutos da chegada ao setor.

Caso o eletrocardiograma não permita a identificação do infarto logo na chegada, o mesmo passará por exames de sangue e de imagem para a correta identificação e somente será liberado caso o diagnóstico de infarto seja devidamente excluído.

Para acompanhamento deste paciente, o Hospital Divina Providência conta com a Linha de Cuidado da Cardiologia, que trata especialmente do diagnóstico e tratamento das doenças do coração e do sistema cardiovascular.

Caminhos de Caravaggio: oficialização em novembro; por Miron Neto

Caminhos de Caravaggio: oficialização em novembro; por Miron Neto

Destaque Turismo
O termo de compromisso para formalização do consórcio de municípios que vão se envolver no roteiro religioso Caminhos de Caravaggio já tem data para ser assinado: dia 10 de novembro. A ligação entre Canela e Farroupilha e as regiões das Hortênsias e Uva e Vinho vai envolver também Gramado, Nova Petrópolis e Caxias do Sul. A partir da oficialização, uma lei municipal criando o roteiro Caminhos de Caravaggio terá de ser aprovada na Câmara de Vereadores de cada cidade.
O roteiro liga os santuários de Nossa Senhora de Caravaggio de Canela e de Farroupilha por estradas de zonas rurais e urbanas dos municípios. São aproximadamente 200 quilômetros, que podem ser feitos a pé ou de bicicleta. Uma caminhada técnica já foi realizada e se constatou que podem ser feitos em torno de 28 quilômetros por dia até chegar ao destino em Farroupilha.
Crianças educando adultos sobre famílias homoafetivas

Crianças educando adultos sobre famílias homoafetivas

Comunicação Destaque Notícias

Hoje a realidade de muita criança é viver em uma família composta de dois pais ou de duas mães. Convivendo com um irmão, tio ou alguém próximo homossexual. Mas acaba se deparando com uma sociedade conservadora nas instituições casamento e família, que comemora o dia do pai e da mãe na escola com uma semana de preparativos, que tem um perfil tradicional de família até mesmo nos programas e desenhos infantis.

Foi pensando nesta criança, que vive sem um referencial, que nasceu o livro O amor é uma festa. “Ele não saiu de uma ideia, nasceu de um sentimento, tanto da minha vida quanto do meu entorno”, explica a autora Marinez Full, que cresceu numa família colorida. Ela conta que cansou de ver crianças próximas perdidas, sem quem as representasse, tendo que conviver diariamente com o preconceito.

A obra traz à tona o assunto sobre a composição familiar, relação humana, amor e respeito. Através de nomes fictícios, recados de crianças reais, que vivem nesse universo LGBT, levantam a questão da diversidade, pluralidade e pedem por uma sociedade com mais empatia e menos preconceito.

De acordo com a autora, este é um livro feito por crianças, mas não necessariamente para elas. “São crianças educando os adultos, porque na verdade essas citações, esses pensamentos são um toque das crianças mostrando que o mundo que elas querem é mais igualitário”, diz. Ela levanta a questão de que são os adultos que criam esses ‘pré-conceitos’, que apontam que o certo é o modelo tradicional, de casais heterossexuais. “Estamos realmente destruindo toda uma geração com decisões erradas, crenças erradas, impondo, quando a nossa obrigação é fazer o oposto disso, construir uma sociedade mais equilibrada”, completa.

As ilustrações do livro, criadas por Chana de Moura, foram feitas em preto e branco propositalmente. Como o universo LGBT é representado pelo arco-íris, Ms. Full buscou o inverso, pois o objetivo é falar e não gritar, é mostrar que todas as formas de amor são uma realidade, por mais que muita gente vocifere contra o amor colorido. “O briefing com a ilustradora mostra o que eu quero transmitir com o livro. É aquilo que te leva a refletir sobre, a pensar, são pequenas frases que dizem tudo, que ficam para a vida”, explica.

O lançamento com sessão de autógrafos acontece dia 27 de setembro, às 19h, na Piperita Sabores Selecionados (Rua General João Telles, 522 – Bom Fim).

Sobre a autora: Ms. Full é poeta e escritora. Feminista, se autoproclama acima de tudo, humanista. É comprometida com causas que lutam por equanimidades de direitos das mulheres, dos negros e dos LGBTIs. É autora também dos livros Olhobservando em 2010 e Coquetel Molotov em 2012 (ambos pela editora Livre Expressão) e Incitações em 2014.

O quê: lançamento e sessão de autógrafos do livro O amor é uma festa, de Marinez Full (Ms.Full). Editora Buqui, 56 páginas, R$ 44.
Quando: Quinta-feira, 27 de setembro, às 19h.
Onde: Piperita Sabores Selecionados (Rua General João Telles, 522 – Bom Fim, Porto Alegre).
Informações para a imprensa – navecomunica
Lucia Porto, Manoela Tomasi, Mariana Costa, Rossana Gradaschi
51 3061-0730 / 51 3061-0731 / 51 3061-0732 / 51 3061-0728/
rossana@navecomunica.com.br

Suíça vai enviar extratos de Paulo Vieira, apontado como operador do PSDB; por Jamil Chade/O Estado de São Paulo

Suíça vai enviar extratos de Paulo Vieira, apontado como operador do PSDB; por Jamil Chade/O Estado de São Paulo

Destaque

Depois de quase um ano de um trâmite judicial, os extratos bancários do ex-diretor da DERSA, Paulo Vieira de Souza, serão enviados ao Brasil. O Estado obteve a informação da Suprema Corte da Suíça, que rejeitou o recurso do brasileiro. A Procuradoria Geral da Suíça também confirmou a decisão, indicando que ela dará início ao envio dos documentos ‘no futuro próximo’.

Os extratos sobre o suspeito poderiam apontar para novos implicados e identificar quem teria feito pagamentos a uma conta que ele manteve na Suíça. Procurada, a defesa de Vieira de Souza indicou que não irá se pronunciar até conhecer a decisão e esperar o trâmite legal da cooperação.

Desde novembro de 2017 o caso vem sendo alvo de uma briga nos tribunais. A defesa do ex-diretor apresentou dois recursos ao longo dos últimos meses. Mas todos eles foram recusados. No processo suíço, o caso é descrito como envolvendo um suspeito por ‘desvio, corrupção e participação em um grupo criminoso’.

Em março deste ano, o Estado revelou que os suíços tomaram a decisão de cooperar com o Brasil na coleta de dados com os bancos, com o objetivo de repassar as informações que poderiam revelar eventuais beneficiados ou quem teria feito depósitos. O objetivo era o de desvendar a origem e o destino das transferências realizadas pelo brasileiro apontado como operador do PSDB, entre 2007 e 2018.

Num email à reportagem, o Ministério Público da Suíça confirmou que uma decisão positiva reafirmando a intenção de realizar o envio dos dados foi tomada por Berna em maio, diante da conclusão dos trabalhos. Os recursos chegaram a somar R$ 113 milhões, antes de terem sido transferidos das contas suíças para o Caribe.

A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Pão, pão, queijo, queijo, É com a realidade que está aí que teremos de construir nossos sonhos, ainda que modestos; por Fernando Gabeira/O Estado de São Paulo

Pão, pão, queijo, queijo, É com a realidade que está aí que teremos de construir nossos sonhos, ainda que modestos; por Fernando Gabeira/O Estado de São Paulo

Artigos Destaque Eleições 2018

Ando muito pelo Brasil, mas não faço pesquisas. Nem pergunto em quem o interlocutor vai votar. Apenas converso. E com isso vou formando um quadro que, às vezes, é confirmado pelas pesquisas que dizem ter estreita margem de erro. Faz algum tempo que tento me acostumar com a realidade que vem pela frente, um confronto polarizado entre dois líderes populares, Lula e Bolsonaro. Como um está na cadeia e o outro no hospital, a eleição ganha um tom de realismo fantástico. É preciso abstrair a dimensão romanesca e cair na realidade: um dos dois será vitorioso, com todas as consequências que isso implica.

Senti no Nordeste que Lula tem muita força. Na Bahia, sobretudo, um sentimento de gratidão a Lula e a popularidade do governo local indicam uma supremacia da esquerda. No Norte, Sudeste e Sul, ouço muito o nome de Bolsonaro. Se o que vi tem o valor de uma pesquisa espontânea, minha inclinação é supor que a aspiração de mudança está encarnando nele.

Às vezes tendo a imaginar se essa imensa resistência ao governo de esquerda não se parece com o susto que os franceses tiveram com o Maio de 1968, optando pela volta de De Gaulle.

Não vejo o momento que virá pela óptica dos anos 60 no Brasil, pelo menos não o descreveria como Roberto Campos ao analisar a queda de Goulart e a tomada do poder pelos militares. Para ele, a alternativa eram anos de chumbo ou rios de sangue. E também não é, como às vezes dizemos brincando, um dilema entre Venezuela e Filipinas. O presidente das Filipinas é um peso-pesado no gênero. E um destino venezuelano é altamente improvável. Maduro não se aguentaria tanto tempo se não tivesse cooptado as Forças Armadas com empregos que rendem muito aos generais. No Brasil isso seria diferente.

Ainda assim, descartando modelos mais assustadores, viveremos uma situação delicada. As duas forças em presença são dificilmente conciliáveis.

Nos Estados Unidos, apesar da rivalidade, em alguns e raríssimos momentos democratas e republicanos reconhecem o interesse nacional. Já a polarização brasileira, de uma certa forma, reduziu as chances de um esboço de projeto nacional para enfrentar a crise e reconstruir o País. Certamente cada uma das partes tem o seu. Mas ele dificilmente atravessa os limites dos seus entusiasmados seguidores.

O estímulo ao equilíbrio deve vir da sociedade, mas isso não é fácil quando a maioria dos eleitores pende para uma visão mais radical. O discurso do equilíbrio é sentido como uma das formas de manter o sistema político-eleitoral. As expectativas são muito maiores.

Num posto de gasolina da estrada, um homem com um longo chapéu de palha me disse: “Voto no Bolsonaro porque é preciso virar a mesa”. Nesses momentos sinto a fragilidade dos instrumentos com que deveríamos contar quando o presidente assumir: Congresso e Supremo Tribunal.

O Congresso, na verdade, é a força sobre a qual a sociedade ainda pode exercer uma influência maior. Ainda assim, com discretíssimas mudanças será sentido mais como parte do problema do que como solução.

O Supremo… Bem, o Supremo todos sabemos que está parcialmente empenhado em neutralizar a Lava Jato. Cada vez que concede um habeas corpus, liberta um condenado, desmembra um processo para tirá-lo de Curitiba, está alimentando o desejo de uma renovação pela direita.

Vejo um amplo jogo de grandes forças sociais e, diante dele, poucas as chances da intervenção individual. Reconheço que vivemos num país com alto nível de imprevisibilidade. Mas, com os dados que tenho, creio que a tarefa será cada vez mais pensar os próximos passos, estabelecer um roteiro de redução de danos. É uma tarefa para todos os que querem sair do atraso, incluídos os eleitores mais moderados dos dois líderes.

Ultimamente têm surgido alguns livros no Brasil sobre a decadência da democracia, que não sofre mais golpes de Estado, mas simplesmente transita para regimes autoritários. Os livros são ótimos, porém o cenário dos últimos anos no Brasil é um livro aberto. Várias vezes o Congresso votou projetos absurdos sabendo que estava cavando um abismo maior entre os políticos e a sociedade. Os escândalos de corrupção, que levaram um grupo para a cadeia e deixaram seu principal aliado agonizando diante da pressão policial, tudo isso contribui para um desencanto geral com o sistema político-partidário.

Não se trata de um “bem que avisei” ou de caça aos culpados, apenas uma constatação importante de como será difícil a nova fase.

Se uma visão mais moderada perder a batalha eleitoral, e isso me parece provável no momento, não terá perdido com isso a sua importância. Ela pode ser um fio de esperança para que surja um projeto de reconstrução mais consensual. E ser uma espécie de algodão entre cristais, lembrando que a guerra fria acabou e é necessário superar os grandes dilemas ideológicos para recuperar o tempo perdido.

A polarização entre dois líderes populares de certa forma simplifica e torna o processo mais caloroso ainda. Mas revela como surgem os líderes nacionais no Brasil democrático. Eles simbolizam também a força da comunicação oral. São capazes de transmitir a mensagem que a forma literária dos intelectuais não consegue.

Claro que seu discurso também é lido, perpassa os jornais e revistas. No entanto, é a linguagem oral, com seus erros, hesitações e exageros, que consegue chegar ao coração dos eleitores em escala nacional. Outros podem usá-la sem êxito. Entra aí um outro fator importante: o papel do indivíduo, sua trajetória e personalidade.

Poderia divagar muito sobre o dilema brasileiro. Poderia até desejar que não fosse assim. Mas seria perda de tempo. Se não estou muito equivocado, essa é a realidade que está aí. E é com ela que teremos de construir incessantemente nossos sonhos, ainda que modestos.

índice*JORNALISTA

Sexteto Gaúcho entra em estúdio para gravar seu primeiro Disco e apresenta o especial Jacob do Bandolim 100 anos

Sexteto Gaúcho entra em estúdio para gravar seu primeiro Disco e apresenta o especial Jacob do Bandolim 100 anos

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No fim de setembro o Sexteto Gaúcho entra em estúdio para gravar seu primeiro disco só com músicas autorais. Com composições de Elias Barboza, Samuca do Acordeon, Mathias Pinto e Lucian Krolow o disco terá 8 faixas dedicadas a música instrumental brasileira e será gravado dia 23 de setembro no Estúdio Soma. Além da gravação, no dia 29 deste mês o Sexteto também apresenta as 17h no Santander Cultural o Especial Jacob 100 anos, show dedicado à comemoração do centenário de Jacob do Bandolim, ingresso antecipados no local.

O Sexteto Gaúcho é um grupo formado por músicos que se conheceram nas rodas de choro de Porto Alegre/RS, apresenta sonoridade tradicional dos conjuntos brasileiros, no seu repertório toca clássicos da música instrumental e da nova geração, incluindo composições contemporâneas de seus integrantes. Na formação Samuca do Acordeon, Elias Barboza (bandolim), Lucian Krolow (flauta), Mathias Pinto (violão 7), Guilherme Sanches (pandeiro) e Alexandre Susin (cavaquinho). Em 2017 se apresentaram no Festival Internacional de Choro em Nova York. Em 2018 se tocaram no 8º Festival Internacional Sesc de Música, 3º Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais e Festival Noite dos Museus. O grupo de músicos também é responsável pela Oficina de Choro do Santander Cultural.

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País deve ter o maior número de falências em 10 anos

País deve ter o maior número de falências em 10 anos

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Com a economia em ritmo lento e os investimentos represados por causa da incerteza do quadro eleitoral, o país deverá ter aumento no número de empresas em recuperação judicial. A tímida retomada econômica, ainda dispersa em poucos setores isolados, e o fraco consumo das famílias dificultam que as companhias consigam sair dessa situação. Sem conseguir reestruturar suas dívidas, elas são levadas à falência, que deve ter, neste ano, o maior volume desde 2008. A tendência pode se prolongar em 2019, em razão da alta do dólar. Analistas preveem que o número de falências chegue a 948 empresas, 34% das quais seriam de médio e grande portes.

(O Globo)

RS: União Europeia diminui importações de soja do Brasil

RS: União Europeia diminui importações de soja do Brasil

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Pressionada pelas ameaças de Donald Trump, a Europa aumenta suas compras de produtos dos Estados Unidos, e o Brasil perde a posição de maior fornecedor de soja para o mercado europeu. Dados publicados pela Comissão Europeia nesta quinta-feira apontam que a exportação dos EUA de soja já atende 52% do mercado do bloco entre julho e setembro de 2018. No mesmo período de 2017, essa taxa era de apenas 25%. Em apenas um ano, as importações da soja norte-americana aumentaram em 133% por parte dos europeus. No total, os produtores dos EUA exportaram 1,4 milhão de toneladas no período dos três meses avaliado por Bruxelas.

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Alemão Caio é encontrado morto em cela na Penitenciária de Osório.  Ex-empresário foi condenado a mais de 41 anos de prisão

Alemão Caio é encontrado morto em cela na Penitenciária de Osório. Ex-empresário foi condenado a mais de 41 anos de prisão

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Carlos Flores Chaves Barcellos, conhecido como Alemão Caio, foi encontrado morto, na madrugada desta sexta-feira, em sua cela na Penitenciária de Osório, no Litoral Norte. O ex-empresário foi condenado a 41 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de José Augusto Bezerra de Medeiros Neto, namorado de sua ex-mulher.

De acordo com a Brigada Militar, Alemão Caio estava na cela EA03, do módulo MV3, da penitenciária, com mais um apenado, que disse aos agentes que estava dormindo no momento da morte do ex-empresário. A suspeita é de que Alemão Caio tenha cometido suicídio. Por volta das 2h de hoje, os apenados chamaram os agentes penitenciários informando a morte de Alemão Caio. O local foi isolado e passou por perícia. O ex-empresário já foi encaminhado ao Demartamento Médico Legal.

A reportagem completa está em Correio do Povo.