Morre o cantor português Roberto Leal

Morre o cantor português Roberto Leal

Cultura Destaque Obituário
O cantor português Roberto Leal morreu na madrugada deste domingo (15), em São Paulo, aos 67 anos. A informação foi confirmada pelo Hospital Samaritano, onde o cantor estava internado.De acordo com a assessoria do cantor, Roberto Leal faleceu às 3h37 vítima de um melanoma maligno (câncer de pele) que evoluiu, atingindo o fígado, causando síndrome de insuficiência hepato-renal. Leal estava internado no hospital desde terça-feira (10).O velório será aberto ao público e acontecerá na segunda-feira (16) na Casa Portugal, das 7h às 14h. O enterro será às 15h, no Cemitério de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, informou a assessoria do cantor.

Biografia

Roberto Leal nasceu em 1951 na aldeia de Vale da Porca, no norte de Portugal. Aos 11 anos veio para o Brasil acompanhado pelos nove irmãos e pelos pais. O cantor ficou famoso no Brasil pela música “Arrebita”, que estreou nos palcos em 1971, na Discoteca do Chacrinha, da TV Globo. Em sua carreira, vendeu mais de 25 milhões de discos. (Agência Brasil)

Clique aqui e veja a entrevista de Roberto Leal para Veruska Boechat, na Band. O cantor fala de sua luta contra o câncer e outras histórias.

 

 

Obituário: Ex-governador de São Paulo Alberto Goldman morre aos 81 anos

Obituário: Ex-governador de São Paulo Alberto Goldman morre aos 81 anos

Notícias Obituário
O ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, morreu por volta das 13h neste domingo (1), aos 81 anos. Goldman estava internado desde 19 de agosto no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, após passar mal e ser submetido a uma cirurgia no cérebro.

A assessoria de imprensa do político informou que ele foi ao hospital no dia 19 de agosto, como parte do tratamento de um câncer na região cervical, mas passou mal e exames constataram sangramento no cérebro. Goldman passou por cirurgia e estava internado desde então.

O governador paulista João Doria lamentou a perda “para a família, para o estado e para o país” e decretou luto oficial de três dias no estado de São Paulo. O governo de São Paulo ofereceu o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, como espaço para o velório de Goldman. No entanto, a família do ex-governador optou por realizar o velório no Palácio 9 de julho, onde fica a Assembleia Legislativa do Estado.

A prefeitura de São Paulo também lamentou, em nota, a morte. “De deputado a ministro, tendo assumido o governo de São Paulo quando José Serra deixou o cargo para concorrer à presidência da República, Goldman foi um dos mais combativos políticos brasileiros, sempre defendendo as causas dos mais necessitados. Vai fazer falta à vida pública do país”. (Agência Brasil)

Santa Cruz e 12 ex-presidentes da OAB interpelam Bolsonaro

Santa Cruz e 12 ex-presidentes da OAB interpelam Bolsonaro

Comunicação Destaque Obituário

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe de Santa Cruz Oliveira, acionou na tarde desta quarta-feira (31) o Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir explicações do presidente Jair Bolsonaro, que apresentou nesta semana uma versão sobre a morte do desaparecido político Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, pai de Santa Cruz e integrante do grupo Ação Popular (AP), que não tem respaldo em informações oficiais.

Leia mais em O Estado de S.Paulo

Obrigado, Seu Milton!!

Obrigado, Seu Milton!!

Destaque Obituário

Milton Jung estará sempre guardado em uma “caixa de memórias” muito especial das lembrança que tenho do Rádio. Era a voz dele, ouvido em um grande rádio na casa do meu tio João, que determinava a hora de junto com minha prima e professora Silésia sairmos em direção ao então Grupo Escolar Visconde Mauá, em Butiá.

Quando fui trabalhar na Rádio Guaíba, falamos diversas vezes sobre isso. Ele foi um dos motivos que eu sempre quis trabalhar na emissora. Na Rádio Sobral, tentei imita-lo – quem nunca tentou -, mas não tinha a velocidade da voz, nem a dicção perfeita e a correção absoluta na pronuncia de palavras estrangeiras. Mais tarde, lembro da Anelise Souza, falando na Famecos sobre como era trabalhar com o Milton, naquela época eu já estava na Gaúcha e convivia com o vozeirão do José Aldair. Foi o último grande “enfrentamento” de dois estilos diferentes de narração dos noticiários jornalísticos no Rádio.

Na Guaíba encontrei grande nomes, fiz mais amizades e pude conhecer o Milton mais profundamente. Uma memória privilegiada, uma educação,  observações e conselhos precisos sobre como eu deveria conduzir o Agora. Obrigado, Seu Milton! O senhor foi um profissional absolutamente correto. Como poucos com quem convivi. E se você caro leitor, quiser saber tudo a respeito dele, leia  a biografia escrita pela jornalista Katia Hoffmann: “Milton Ferretti Jung: gol, gol, gol, um grito inesquecível na voz do rádio” (Editora AGE).    

Ali, dentro do Estúdio, vi ele voltar a ler o Correspondente Renner – agora patrocinado pelo Banco e não mais pela Indústria de Tintas -, na redação rolava a emoção dos jovens e até dos mais antigos, mas nele “não bateu”. Lembro dele ter me dito: “Felipe, foi mais um Correspondente na minha vida.” Eu pensei todas vezes que me emocionei ouvindo ele…   Mas, o Milton era assim para emociona-lo  só falando da família ou do Grêmio.

RIP MILTON FERRETTI JUNG !!!!

Morre Milton Jung, a voz do Correspondente Renner e do grito de Gol, Gol, Gol… se calou

Morre Milton Jung, a voz do Correspondente Renner e do grito de Gol, Gol, Gol… se calou

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Milton Ferretti Jung, uma das mais marcantes vozes do Rádio Brasileiro, se calou nesse domingo(28.07.2019), às 08h. Ele estava internado no Hospital Moinhos de Vento, a causa da morte foi insuficiência respiratória. Os atos fúnebres acontecerão no Crematório Metropolitano, ainda não estão confirmados os horários. Milton foi casado com D.Maria Helena e deixa os filhos Jacqueline, Christian e Milton Jr e quatro netos.

Nascido em  Caxias do Sul29 de outubro de 1935, Milton foi um brilhante  radialista e locutor esportivo brasileiro.  Trabalhou na Rádio Guaíba de 1958 a 2014,após uma passagem de quatro anos pela Rádio Canoas, aonde começou como locutor de radioteatro da emissora. Passou a atuar no programa Correspondente Guaíba em 1964, onde ficou até o fim da carreira.  A jornalista Katia Hoffmann lançou em 2017, a biografia: “Milton Ferretti Jung: gol, gol, gol, um grito inesquecível na voz do rádio” (editora AGE)

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Participou das Copas do Mundo de 19741978 e 1986. Deixou a narração em 1988 e voltou em 1998 narrando algumas partidas do Grêmio ou em casa ou em São Paulo,onde aproveitava para visitar o filho Milton.

Em 2007 teve um AVC quando apresentava o Correspondente .Mesmo assim conseguira narrar toda aquela edição,que à época durava dez minutos.Em 2008,quando completou 50 anos de rádio,Milton recebera homenagens dos principais nomes da emissora,como Luiz Carlos Reche,Jurandir Soares,Vladimir Oliveira e Rui Strelow durante a edição das 13h do Correspondente

Em 2012 narrou os quinze primeiros minutos do Grenal de encerramento do Estádio Olímpico ao lado de Orestes de Andrade,tendo muita repercussão nas redes sociais. Em 2014é demitido da Rádio Guaíba,aonde trabalhara durante quase toda sua carreira.Milton fora dispensado junto com seu amigo e ex-operador de externas Celso Costa,que junto com Milton era o mais antigo profissional da Guaíba. (Felipe Vieira, com informações do Wikipedia)

Aqui a visita de Milton Jung ao Museu do Rádio

 

 

Morre Paulo Henrique Amorim aos 77 anos; do R7

Morre Paulo Henrique Amorim aos 77 anos; do R7

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O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu, na madrugada desta quarta-feira (10), aos 77 anos. O jornalista deixou o legado para a comunicação brasileira. Amorim estava em casa, no Rio de Janeiro, quando sofreu um infarto fulminante — informação confirmada pela mulher dele. Na noite da terça-feira (9), o jornalista havia saído para jantar com amigos.Paulo Henrique Amorim estava na Record TV desde 2003 e deixa um legado para o jornalismo brasileiro, uma vez que passou por diversos jornais, revistas e emissoras de televisão do país. Ele estreou no jornal A Noite, em 1961. Depois foi trabalhar em Nova York, como correspondente internacional da revista Realidade e, posteriormente, da revista Veja.

Na televisão, passou pela extinta TV Manchete e pela TV Globo, também como correspondente internacional em Nova York. Em 1996, deixou a TV Globo e foi para a TV Bandeirantes, onde apresentou o Jornal da Band e o programa Fogo Cruzado. Depois, foi para a TV Cultura. Em 2003, foi contratado pela Record TV, onde apresentou o Jornal da Record segunda edição. No ano seguinte, ajudou a criar a revista eletrônica Tudo a Ver na emissora. Em 2006, assumiu a apresentação do Domingo Espetacular, onde ficou até junho deste ano.

Amorim deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro.

Abaixo uma entrevista de Paulo Henrique Amorim, ao programa AGORA/RÁDIO GUAÍBA, no lançamento em Porto Alegre do Livro O QUARTO PODER.

Morre em São Paulo aos 83 anos o jornalista Salomão Schvartzman

Morre em São Paulo aos 83 anos o jornalista Salomão Schvartzman

Comunicação Notícias Obituário

O jornalista Salomão Schvartzman, de 83 anos, morreu na manhã de ontem (6), às 11h35, em São Paulo. A informação foi confirmada na noite deste sábado pela assessoria de imprensa do hospital Albert Einstein. O hospital não informou a causa da morte.

Schvartzman nasceu em Niterói (RJ) e trabalhou na rádio Scalla FM, na Cultura FM e na BandNews FM. Também trabalhou no jornal O Globo, na revista Manchete e na TV Manchete, onde foi apresentador do programa Frente a Frente.

Ele também foi conselheiro associado ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Agência Brasil

Pai da Bossa Nova, João Gilberto morre aos 88 anos no Rio de Janeiro

Pai da Bossa Nova, João Gilberto morre aos 88 anos no Rio de Janeiro

Comunicação Cultura Notícias Obituário

O cantor, compositor e violonista baiano João Gilberto, considerado um dos pais da Bossa Nova, morreu hoje (6) aos 88 anos, na cidade do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo filho do artista Marcelo Gilberto, que também é músico, em seu perfil na rede social Facebook.

O artista, conhecido por sua reclusão e perfeccionismo, cimentou as bases da Bossa Nova com os discos Chega de Saudade (1959), O Amor, o Sorriso e a Flor (1960) e João Gilberto (1961). Chega de Saudade, de autoria de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, é uma das músicas mais famosas tocadas por João Gilberto. O álbum jazz e bossa nova Getz/Gilberto (1964), uma parceria com o saxofonista estadunidense Stan Getz, foi premiado com o Grammy. Ele também fez composições próprias, como Bim-Bom e Oba-la-la.

A última vez em que João Gilberto pisou nos palcos foi em 2008, por ocasião das comemorações dos 50 anos da Bossa Nova. Houve uma expectativa de que ele voltasse aos palcos em novembro de 2011, em uma turnê nacional com o show João Gilberto 80 anos – Uma Vida Bossa Nova. Mas a primeira apresentação que seria realizada na capital paulista foi cancelada por motivos de saúde do músico e a turnê acabou não acontecendo.

O compositor foi visto cantando e tocando violão pela última vez em 2015: ele aparece em vídeos postados na rede social Facebook por Claudia Faissol, mãe de Luisa, filha caçula do cantor. João estava de pijama e tocava e cantava Garota de Ipanema ao lado da filha.

Devido a problemas financeiros e de saúde do cantor, a filha dele Bebel Gilberto conseguiu a interdição do músico no último dia 15 de novembro. O processo corre em segredo de justiça na 5ª Vara de Órfãos e Sucessões do Rio de Janeiro.

Agência Brasil

Morre sobrinha-neta de Mario Quintana em Porto Alegre. Elena Quintana Oliveira era herdeira das obras do poeta alegretense; do Correio do Povo

Morre sobrinha-neta de Mario Quintana em Porto Alegre. Elena Quintana Oliveira era herdeira das obras do poeta alegretense; do Correio do Povo

Notícias Obituário

A sobrinha-neta de Mario Quintana, Elena Quintana Oliveira, morreu na noite dessa segunda-feira, aos 63 anos, em Porto Alegre. A morte foi confirmada pela Secretaria da Cultura (Sedac) e a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ). O velório ocorre no Cemitério Ecumêmico João XXII, em Porto Alegre até as 18h desta terça-feira.

Nascida em 31 de julho de 1955, Elena trabalhou com o poeta alegretense e era herdeira das suas obras. Atualmente morava e trabalhava no Sítio Ypê Amarelo, em Montenegro, no Vale do Caí.

Mesmo admirando o trabalho do tio-avô desde pequena, por meio do Caderno H do Correio do Povo, ela apenas o conheceu pessoalmente aos 20 anos.

Elena sempre esteve ligada com as artes, principalmente com o teatro. Ela estudou no Departamento de Arte Dramática (Dad) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), com foco em direção. Em 1980 montou o espetáculo “A Estrela e a Sucata”, com base em poemas de Quintana. A partir de então, se tornou uma constante companhia do poeta.

Foi também fundadora do grupo de Teatro Oficina Perna de Pau, na capital gaúcha. Com o grupo dirigiu, ao lado de Marco Forchetti, e atuou no espetáculo “Esconderijo dos Tempos”, que circulou pelo interior do Rio Grande do Sul, Paraná, Uruguai e Argentina, mostrando, sempre nas ruas, os poemas e a vida de Mario Quintana.

Obituário: Morre “Manoel da Loteria”. Porto Alegre perde um de seus mais queridos personagens populares; por Marcello Campos/O Sul

Obituário: Morre “Manoel da Loteria”. Porto Alegre perde um de seus mais queridos personagens populares; por Marcello Campos/O Sul

Cidade Destaque Obituário

Sorriso tímido, olhar de menino, passinho apressado pela Rua da Praia, Ladeira, Andrade Neves e imediações. Dinheiro trocado no bolso direito da camisa social sempre impecável, comprovantes de apostas dobrados no lado do coração, com promessas de fortuna em forma de papel.

Esta imagem singela deixará saudade entre os porto-alegrenses, com a morte do vendedor ambulante Manoel Vilson do Nascimento, 71 anos (completados no dia 4 de junho), o “Manoel da Loteria”, ocorrida por volta das 0h30min deste domingo no Hospital Conceição.

Internado no setor de emergência da instituição, de acordo com familiares ele não resistiu a complicações de um quadro de insuficiência renal e infecção pulmonar. O sepultamento foi realizado no final da manhã deste domingo, no Cemitério da Santa Casa. “Foi tudo muito rápido, de surpresa”, contou o seu afilhado William Oliveira.

Fotos: Marcello Campos/Arquivo Pessoal

Trajetória

Em 2017, durante rápida entrevista concedida ao repórter Marcello Campos, do jornal “O Sul”, Manoel declarou sobre o seu tempo de atividade: “Perdi as contas”. Testemunhos dão como certo, porém, a sua onipresença nas ruas, avenidas e marquises do Centro Histórico pelo menos desde o começo da década de 1970.

Morador da Vila Farrapos, na Zona Norte, ele não deixou mulher, filhos ou patrimônio. Esse pequeno-grande homem entregou à capital gaúcha, porém, um baita legado: o exemplo de superação. As dezenas de depoimentos registrados por amigos e conhecidos no Facebook ao longo do dia não poupavam elogios ao vendedor.

O álbum de tipos folclóricos da cidade ganha mais uma figurinha carimbada. Manoel da Loteria agora está na mesma galeria de tipos inesquecíveis como Bataclan, Gurizada Medonha, Teresinha Morango, Arlindo Alfaiate, Homem dos Cachos, Marimbondo, Maria Chorona, apenas para mencionar os mais conhecidos.