Jornalista Gil Gomes morre aos 78 anos em São Paulo, por G1 SP

Jornalista Gil Gomes morre aos 78 anos em São Paulo, por G1 SP

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O jornalista e radialista Gil Gomes morreu na madrugada desta terça-feira (16) em São Paulo, informou a assessoria do Hospital São Paulo. Famoso na crônica policial, ele tinha 78 anos.

Na noite de segunda, o jornalista passou mal em sua casa, no bairro Jardim da Saúde, Zona Sul da capital. Ele foi socorrido por equipe do Samu e levado para o pronto-socorro do Hospital São Paulo. A morte foi confirmada nesta madrugada.

Cândido Gil Gomes Jr. nasceu na Mooca, bairro de imigrantes italianos de São Paulo, em 1940. Dono de uma voz potente, começou a carreira jornalística aos 18 anos, em uma rádio, como locutor esportivo. Dez anos depois, na Rádio Marconi, passou a cobrir reportagens policiais.

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Soprano espanhola Montserrat Caballé morre aos 85 anos

Soprano espanhola Montserrat Caballé morre aos 85 anos

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A soprano espanhola Montserrat Caballé morreu neste sábado, em um hospital de Barcelona, aos 85 anos, de acordo com informações do centro médico. A artista estava internada no hospital catalão desde a metade do mês passado, por conta de uma doença que vinha sofrendo há algum tempo. O funeral de Montserrat Caballé, considerada por muitos críticos como a melhor soprano do século XX, acontecerá na próxima segunda-feira, em Barcelona, sua cidade natal.

Sua extraordinária voz permitiu que era se apresentasse nos mais importantes palcos do mundo obras como “La serva padrona” (Pergolesi); “Cosi fan tutte” (Mozart); “Norma” e “I puritani” de Bellini. Em seu repertório também se destacaram “Il trovatore”, “La Traviata”, “Um ballo in Maschera” e “Aida”, todas de Giuseppe Verdi. Ela também interpretou as heroínas “Isolda” e “Sieglinde” de Wagner, assim como nas quatro obras de Giacomo Puccini: “Tosca”, “La Boheme”, “Madame Butterfly” e “Turandot”.

Montserrat Caballé conquistou um prêmio Grammy e foi agracia com o Príncipe das Astúrias das Artes em 1991, a mais alta distinção concedida na Espanha. (Correio do Povo)

Morre Geoff Emerick, célebre engenheiro de som dos Beatles. Ele esteve esse ano em Porto Alegre ministrando Palestra e Master Class Premium

Morre Geoff Emerick, célebre engenheiro de som dos Beatles. Ele esteve esse ano em Porto Alegre ministrando Palestra e Master Class Premium

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 Faleceu na noite desta terça-feira, em Los Angeles, nos Estados Unidos, Geoff Emerick, engenheiro de som inglês conhecido mundialmente por gravar os Beatles. Em junho, ele esteve em Porto Alegre, onde palestrou sobre sua carreira e falou sobre a experiência com uma das bandas de rock mais famosas de todos os tempos e  ministrou uma Master Class Premium de três dias de duração. A capital foi a única cidade a sediar os encontros no Brasil.
Unsung-Heroes
O jovem Geoff com George Martin e os Beatles. Foto: reprodução

Geoff Emerick foi um dos mais importantes engenheiros de áudio da história e revolucionou as técnicas de gravação em estúdio. Mesmo quem nunca ouviu falar neste nome, sem dúvida conhece os seus trabalhos. O engenheiro de som é responsável por álbuns icônicos, incluindo Revolver, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e Abbey Road, dos Beatles. Com apenas 15 anos de idade, ingressou na EMI Records em Londres. Aos 17 já era responsável pelas masterizações e com 19 já era engenheiro chefe, trabalhando ao lado do produtor George Martin nos discos dos Beatles. Vencedor de diversos Grammys, incluindo Grammy técnico, tem sido influência na indústria musical nos últimos cinquenta anos. Jeff Beck, Supertramp, Cheap Trick, Elvis Costello, Johnny Cash, America e muitos outros também estão na lista de artistas gravados por Emerick. (Felipe Vieira com colaboração de Marcos Abreu e site Rock Gaúcho)

Aos 42 anos, morre o ator Leonardo Machado. Gaúcho de Porto Alegre tinha carreira respeitada na TV, no cinema e no teatro; GaúchaZH

Aos 42 anos, morre o ator Leonardo Machado. Gaúcho de Porto Alegre tinha carreira respeitada na TV, no cinema e no teatro; GaúchaZH

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Um dos rostos mais conhecidos da dramaturgia gaúcha nas últimas décadas, Leonardo Machado morreu às 23h35min desta sexta-feira (28), aos 42 anos. Desde 2016, ele lutava contra um câncer de fígado. O ator estava internado no Hospital Moinhos de Vento.

Vencedor do Kikito de melhor ator no Festival de Gramado de 2009, como protagonista do drama político Em Teu Nome, de Paulo Nascimento, Leo, como era chamado por amigos e colegas, projetou-se nacionalmente com o prêmio e a performance como um jovem militante de esquerda obrigado a viver no exílio durante a ditadura militar no Brasil. Na sequência, veio o convite para trabalhar em produções da Globo, como Viver a Vida e Malhação e a série Na Forma da Lei (2010). Mas foi no Rio Grande do Sul que dedicou-se de forma intensa no cinema, no teatro e na TV.

— Vivendo fora do Estado, a gente continua com a cabeça aqui. Tu te sentes meio despatriado. Eu me sentia um estrangeiro vivendo no Rio. Não era nem um cidadão carioca, nem era mais gaúcho. Tu acabas ficando sem identidade. A maioria dos meus amigos nesses lugares onde morei era do Rio Grande do Sul. Aí tu te dá conta dessa situação, de que não consegue viver longe. A saudade foi decisiva para o meu retorno. Me dei conta de que o centro do mercado é o centro do país, mas a minha qualidade de vida aqui é completamente diferente. Prefiro morar aqui e trabalhar lá. Fiquei praticamente um ano trabalhando no Rio de Janeiro. Mas mantive a minha base aqui em Porto Alegre. Voltei, e agora não pretendo sair daqui nunca mais — disse em entrevista a ZH em 2011.

A reportagem completa está em GaúchaZH.

Morre Tito Madi, mestre da canção romântica brasileira

Morre Tito Madi, mestre da canção romântica brasileira

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Um dos grandes nomes da música romântica no Brasil, Tito Madi morreu aos 89 anos na manhã desta quarta-feira. O cantor e compositor estava internado com pneumonia no hospital São Lucas, em Copacabana, e teve falência múltipla dos órgãos.

Compositor da geração pré-bossa nova, teve grande influência sobre o movimento com seus sambas-canções. Foi uma referência para cantores como João Gilberto, Roberto Carlos e Wilson Simonal. Seu maior sucesso, “Chove lá fora”, teve repercussão internacional, tendo sido gravada por Freddy Cole, o grupo americano The Platters, além de Milton Nascimento. Tito Madi é autor também de Gauchinha Bem Querer. (Clique e ouça a gravação)

A carreira de Tito Madi teve início em 1952, quando a moderna canção de amor brasileira estava no auge. Suas composições “Não diga não” e “Cancei de ilusões” chegaram ao topo das paradas”.

Em 2008, o compositor teve um AVC, o que fez com que perdesse parte dos movimentos do corpo e passasse a usar uma cadeira de rodas para se locomover. Ainda assim, lançou em 2015 “Quero dizer due eu amo”, seu último disco, gravado em dupla com o pianista Gilson Peranzzetta.

Mr. Catra morre em São Paulo aos 49 anos. Cantor tratava câncer no estômago; do G1 SP

Mr. Catra morre em São Paulo aos 49 anos. Cantor tratava câncer no estômago; do G1 SP

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O cantor de funk Wagner Domingues Costa, o Mr. Catra, de 49 anos, morreu neste domingo (9), por volta das 15h20. Ele estava internado no hospital Hospital do Coração (HCor), na capital paulista.

A assessoria de imprensa do cantor disse que “com enorme pesar”, comunica o falecimento de Catra, “em decorrência de um câncer gástrico”.

No início de 2017, o cantor foi diagnosticado com um câncer no estômago. Na ocasião, ele disse que tinha parado de beber e reduzido o número de cigarros que fumava para realizar as sessões de quimioterapia.

Catra deixou três esposas e 32 filhos.

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Beatriz Segall morre em SP aos 92 anos; do G1

Beatriz Segall morre em SP aos 92 anos; do G1

Cultura Destaque Obituário

Em uma carreira de mais de 70 anos dedicada aos palcos e à TV, Beatriz Segall viveu em 1988 o papel que a eternizou na teledramaturgia brasileira. Após 192 capítulos da novela “Vale tudo”, a vilã interpretada pela atriz carioca morria com três tiros e fazia o país inteiro se perguntar: “Quem matou Odete Roitman?” (veja fotos da carreira da atriz) (

Veja momentos marcantes da carreira da atriz Beatriz Segall em fotos e vídeos e a repercussão no meio artístico.

Morre a atriz Beatriz Segall, aos 92 anos

Morre a atriz Beatriz Segall, aos 92 anos

Beatriz Segall esteve internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e tinha recebido alta no dia 21 de agosto por problemas respiratórios. O hospital não informou quando ela voltou a ser internada. A causa da morte não foi divulgada.

Segundo a assessoria de imprensa da atriz, Beatriz Segall morreu por volta de 12h. Ela será velada no próprio hospital a partir das 19h e o corpo será cremado nesta quinta-feira (6) em Cotia, na Grande São Paulo.

Beatriz Segall na minissérie 'A, E, I, O… Urca', de 1990 (Foto: Acervo TV Globo)Beatriz Segall na minissérie 'A, E, I, O… Urca', de 1990 (Foto: Acervo TV Globo)

Beatriz Segall na minissérie ‘A, E, I, O… Urca’, de 1990 (Foto: Acervo TV Globo)

Saúde

Em 2013, Beatriz Segall tropeçou em pedras portuguesas soltas em uma calçada da Gávea, Zona Sul do Rio, e ficou pelo menos 20 dias em casa para se curar de um grande hematoma em seu rosto. Na ocasião, o ex-prefeito Eduardo Paes pediu desculpas à atriz.

Em 2015, Beatriz Segall se machucou com gravidade ao cair no palco durante a apresentação da peça “Nine – Um Musical Feliniano”, em São Paulo. Naquela ocasião, ela passou por uma cirurgia no braço direito e acabou substituída no espetáculo.

A última participação da atriz na TV foi na série “Os experientes”, há quase três anos.

Carreira

Odete Roitman foi a personagem que marcou a carreira de Beatriz Segall na TV brasileira. A associação com a sofisticada personagem da novela de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères foi tanta que Segall passou a receber apenas convites para papéis refinados.

“Odete Roitman é uma personagem que vai ficar na história; não por um valor meu, mas por tudo o que a novela reuniu. Até hoje eu sou chamada de Odete na rua. Em Cuba me chamaram de Dona Odete”, disse a atriz.

“Criou-se um mito, que atrapalha um pouco, de sempre fazer papel de chique, de bem-vestida. Eu queria fazer o papel de uma mulher bem povão, mas o público não aceitou.”

Odete Roitman  (Foto: Rede Globo)Odete Roitman  (Foto: Rede Globo)

Odete Roitman (Foto: Rede Globo)

A reportagem completa está no G1.

Morre, aos 72 anos, Claudio Weber Abramo, ex-diretor da Transparência Brasil; por Valmar Hupsel Filho/O Estado de S. Paulo

Morre, aos 72 anos, Claudio Weber Abramo, ex-diretor da Transparência Brasil; por Valmar Hupsel Filho/O Estado de S. Paulo

Destaque Obituário

Morreu neste domingo, aos 72 anos, o jornalista Cláudio Weber Abramo, vice-presidente da ONG Transparência Brasil, entidade da qual foi diretor-executivo por 15 anos. Ele estava internado no Hospital Samaritano e não resistiu às complicações decorrentes de um câncer. Cláudio Weber Abramo deixa mulher, quatro filhos, seis netos e uma enteada. O corpo será cremado no Horto da Paz.

Bacharel em matemática pela USP e mestre em filosofia da ciência pela Unicamp, Claudio Weber Abramo era uma das principais referências no combate à corrupção e pela integridade das instituições públicas. Foi um dos mais importantes articuladores para a elaboração da Lei de Acesso à Informação (LAI), aprovada em 2011.

Claudio Weber Abramo também foi responsável por ferramentas online pioneiras para que jornalistas pudessem trabalhar melhor com dados públicos, como o Excelências – que reúnde informações sobre a atuação de congressistas e processos na Justiça dos quais são alvo.

A notícia completa está em O Estado de São Paulo.

Uma das fundadoras do Grupo Zaffari, Santina De Carli Zaffari morre aos 102 anos

Uma das fundadoras do Grupo Zaffari, Santina De Carli Zaffari morre aos 102 anos

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Morreu, neste domingo, Santina De Carli Zaffari, matriarca da família Zaffari e presidente emérita do Grupo Zaffari, aos 105 anos. Ao lado do marido, Francisco José Zaffari, Santina fundou o Grupo Zaffari, em 1935, na cidade de Erval Grande, no Alto Uruguai. Conhecida pela determinação, otimismo e religiosidade, Santina dedicou vida aos negócios e a família, formada por 12 filhos, 31 netos e 19 bisnetos.

De acordo com o comunicado da empresa, a matriarca, nascida em Caxias do Sul, “conduzia com sensatez e liderança a família e os negócios que fundou ao lado de seu marido, Francisco José”. Recém-casados, o casal se mudou para Erval Grande, na região do Alto Uruguai.

A partir dos anos 40, o negócio da família se expandiu e iniciaram a distribuição de combustíveis, além de transportar mercadorias para terceiros. Vinte anos depois, Santina, Francisco José e os filhos, que já trabalhavam no empreendimento, chegaram a Porto Alegre e abriram o primeiro atacado. Rapidamente, o comércio se transformou na primeira unidade da rede de autosserviço supermercadista do Grupo Zaffari.

“Para Santina De Carli Zaffari, o pequeno estabelecimento fundado em 1935 era o projeto de vida que permitiria ao casal prover o sustento de sua família. Era também sua convicção que um projeto de vida tem sempre um princípio, uma crença. No caso da família Zaffari, era a certeza de querer servir bem a seus clientes e retribuir o apoio que sempre recebeu da comunidade onde esteve inserida”, diz o comunicado do Grupo Zaffari.

Pelo legado criado por ela e pela família, Santina foi a primeira empresária a receber, em 2005, a distinção Mulher Supermercadista, concedida pela Associação Gaúcha de Supermercados. O velório será realizado no Cemitério Ecumênico João XXIII, em Porto Alegre, a partir das 15h deste domingo. A cerimônia de despedida ocorrerá às 20h. (Correio do Povo)

Morre o jornalista Lucídio Castelo Branco. Testemunha de alguns dos momentos mais difíceis da história política brasileira

Morre o jornalista Lucídio Castelo Branco. Testemunha de alguns dos momentos mais difíceis da história política brasileira

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Faleceu nesta quarta-feira, aos 91 anos de idade, o jornalista Lucídio Castelo Branco. Nascido em Teresina, Piauí, em 13 de novembro de 1926, Lucídio Castelo Branco morou no Rio de Janeiro de 1939 a 1949, quando veio para Porto Alegre. Gaúcho de coração e por opção, foi presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul (1965 a 1967) e também da Federação Nacional dos Jornalistas (1968 a 1971). Bacharel em Direito pela Ufrgs, Lucídio era jornalista da época em que não era necessário o diploma. Mas deixou para a categoria sua maior conquista: a regulamentação profissional através de negociação com o Ministério do Trabalho. Escreveu sua autobiografia, “Da memória de um repórter” lançado em 2002, no qual relata os principais episódios em 48 anos de trabalho. A obra ainda resgata uma parte da história política vivida pelo jornalista e conta suas experiências em coberturas políticas, sua grande paixão até a chegada da censura nos anos 60 e 70. Leia o perfil de Lucídio Castelo Branco publicado por Coletiva.net, em dezembro de 2007.

A festa dos 90 anos, em 2016, mereceu um relato da jornalista Rosane de Oliveira:

Envelhecer sem rancor

Meu amigo Lucídio Castelo Branco comemorou 90 anos. Com ele aprendi que a lucidez caminha de mãos dadas com o bom humor

Das festas para as quais fui convidada neste ano de 2016, o aniversário do amigo, colega e leitor Lucídio Castelo Branco é forte candidato ao topo do ranking de mais marcante. Ainda faltam dois casamentos de amigos queridos, um no dia 10, outro no dia 17, e o reencontro da minha turma de faculdade, no próximo fim de semana, para comemorar os 35 anos da nossa formatura, mas o aniversário do Lucídio, também conhecido por Castelinho, vai ficar como a festa que valeu por cem livros de autoajuda. Porque fazer 90 anos com saúde, lucidez e bom humor é uma bênção. Impossível não perguntar: qual é a receita?

Lucídio circulou de mesa em mesa. Como não eram muitas e a música não era dessas que ensurdecem os convidados, deu para conversar com o aniversariante, ouvir suas histórias e entender o segredo de envelhecer com dignidade:

– Quero viver enquanto não sentir dor. Quando eu morrer, vocês podem dizer: morreu uma pessoa feliz.

Eis a primeira lição: para viver bem, é preciso não guardar rancor. Lucídio, contam os amigos que convivem com ele há mais tempo do que eu, sempre foi uma pessoa bem-humorada. Passou 10 anos desses 90 cuidando da mulher, vítima de Alzheimer. Foram 67 anos de casamento, três filhos, seis netos e uma bisneta que ela não chegou a conhecer. Morreu faz quatro anos.

Acham que ele se queixa? Não. Com uma ternura incomum, lembra que, no fim, a mulher já não reconhecia ninguém, mas mudava a expressão quando ouvia a voz dele. Foi para casar-se com ela que o jovem apaixonado, nascido no Piauí, trocou o Rio de Janeiro pelo Rio Grande do Sul, aprovado em um concurso do Tribunal de Justiça Militar. Foi aqui que o rapaz enveredou pelos caminhos do jornalismo, seguindo os passos do irmãos, o lendário Carlos Castelo Branco, durante décadas o colunista político mais respeitado do Brasil. Lucídio trabalhou na Folha da Tarde, foi chefe da sucursal do Jornal do Brasil em Porto Alegre, lutou incansavelmente pela valorização da profissão de jornalista e hoje é um atento observador do que acontece no país. Está assustado, mas não se deixa abater. Caçula de uma família de seis filhos, ainda tem três irmãos vivos. A mais velha tem 101 anos e segue lúcida. O segredo? Lucídio ri:

– A fé e os filhos. Minha irmã teve 15 filhos.

Quando o primeiro filho adoeceu, a irmã, muito religiosa, fez uma promessa: se salvasse o bebê, teria tantos filhos quantos deus quisesse. A criança morreu, mas ela cumpriu a promessa do mesmo jeito. Teve outros 14. Essas histórias de família, o Lucídio contou em plena festa de aniversário. Fiz um pedido: que me convide para os cem, daqui a 10 anos. (Com informações da Coletiva.net e Gaúcha/ZH)