Debate na Guaíba reúne nove candidatos a prefeito e prioriza segurança e educação. Mobilidade urbana, funcionalismo, saúde, cultura, infraestrutura, desenvolvimento e sustentabilidade também foram abordados ao longo de mais de três horas e meia

Debate na Guaíba reúne nove candidatos a prefeito e prioriza segurança e educação. Mobilidade urbana, funcionalismo, saúde, cultura, infraestrutura, desenvolvimento e sustentabilidade também foram abordados ao longo de mais de três horas e meia

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Segurança, educação e mobilidade urbana foram os principais temas abordados no debate dos candidatos à Prefeitura de Porto Alegre, realizado pela Rádio Guaíba na tarde desta terça-feira. Com mais de três horas e meia, o debate foi dividido em três blocos, além da primeira manifestação em que cada candidato teve dois minutos para se apresentar aos ouvintes. No primeiro e no segundo blocos, os candidatos debateram temas sorteados pela produção. No terceiro e último bloco, as perguntas foram com temas livres.

Estiveram no debate os nove candidatos a prefeito: Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Júlio Flores (PSTU), Luciana Genro (PSOL), Marcello Chiodo (PV), Maurício Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan Junior (PSDB), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB). Além de segurança, educação e mobilidade urbana, foram abordados temas relacionados ao funcionalismo, saúde, cultura e projetos de infraestrutura, desenvolvimento e sustentabilidade.

Vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (PMDB) defendeu a gestão José Fortunati diante de ataques dos concorrentes. Uma das principais críticas à atual gestão se refere à demora para que as obras sejam finalizadas. Melo ressaltou que a Prefeitura aproveitou a Copa do Mundo para tirar do papel projetos que a cidade tinha a necessidade de realizar. “Tenho recebido como representante do governo muitas críticas sobre as obras da Copa. A oportunidade de buscar recursos foi aproveitada. Você vai no Beira-Rio e vê como a área foi valorizada. A saída da rodoviária também é um exemplo. Fazer obra em uma cidade viva não é fácil, mas podem ter certeza que todas essas obras ajudarão muito quando ficarem prontas. A cidade esperava por essas obras por 60 anos e nós tiramos elas do papel”, defendeu Melo.

A licitação do transporte pública, realizada no ano passado, foi outro ponto que gerou grande debate e críticas dos candidatos de oposição. Raul Pont (PT) criticou o fato de as empresas já estarem pedindo reajuste nos valores das passagens. “O transporte coletivo é um problema que o porto-alegrense vive diariamente. Saímos de uma licitação em que foi aumentado o valor das passagens, mas agora as empresas querem um novo reajuste. A inflação vem diminuindo e as empresas querem aumentar os valores A resposta da prefeitura com a EPTC é de que vai diminuir linhas e tabelas, prejudicando a população”, criticou.

Dentro do mesmo tema, Luciana Genro (PSol), defendeu o fortalecimento da Carris e a ampliação do transporte hidroviário. “O problema do transporte público em Porto Alegre é muito grave. Precisamos fazer uma auditoria na planilha de custos das empresas. Queremos também garantir que o dinheiro do Tri, pago antecipadamente, seja administrado pela Prefeitura e não pela ATP. Também queremos diversificar os modais de transporte em Porto Alegre. Já era para existir um catamarã da Ilha da Pintada, diminuindo para cinco minutos um percurso que atualmente leva 40. No meu governo o sistema hidroviário vai ser utilizado. Podemos ligar as zonas sul e norte e ainda as ilhas dessa forma”, projetou.

Nelson Marchezan Júnior (PMDB) defendeu a diminuição de gastos nas secretárias e com cargos de confiança (CCs). “Hoje temos 27 secretarias e 37 órgãos com status de secretaria. Se o prefeito for fazer uma reunião com todos os seus secretários, vai demorar 12 horas. Isso é impossível. Isso ocorre para acabar colocando a pressão de vários partidos que compõem a base para formar o tempo de TV de uma candidatura. Hoje temos mais de mil CCs. São R$ 150 milhões por ano. Pensamos em agir em interesse da sociedade, nas pessoas, e não na nossa próxima campanha para prefeito. Por essa razão os serviços públicos não são tão bem utilizados como desejamos”, avaliou.

No tema educação, Júlio Flores (PSTU) defendeu a ampliação das escolas de educação infantil no município. “Teremos de ampliar e muito as escolas de educação infantil para dar conta desse déficit. Mães e pais sofrem efetivamente com isso. Temos ainda que diminuir as escolas conveniadas que nada mais são que conceder a iniciativa privada e isso não serve para o governo. Temos de ter as escolas nas mãos da prefeitura e no controle dos trabalhadores. Precisamos, inclusive, de creches 24 horas que atendam crianças desassistidas. Temos que direcionar o nosso ensino para a população. Hoje, o ensino está a serviço de formar mão de obra barata, não qualificando os filhos dos trabalhadores. Esse projeto precisa ser construído e apoiado nos convênios que temos que aplicar na sociedade”.

O assunto segurança também foi amplamente debatido pelos candidatos. Maurício Dziedricki (PTB) ressaltou a necessidade de integração entre a Guarda Municipal e a Brigada Militar. “Fui secretário de obras e fizemos a substituição de toda a iluminação pulica. Conseguimos reduzir assim 70% dos crimes nas áreas que ficaram melhor iluminadas. A prefeitura pode investir mais com a criação do fundo municipal de segurança, uma integração com motoristas do Uber e de táxi. Temos de ampliar as parcerias com o governo do Estado, que deu as costas para a Porto Alegre. Queremos fazer com que a Guarda Municipal atue ao lado da Brigada Militar”, defendeu.

A infraestrutura de Porto Alegre gerou críticas do candidato Fábio Ostermann (PSL). “A infraestrutura de Porto Alegre vem sofrendo por anos e anos de má gestão. Temos de entender por que as obras em Porto Alegre demoram tanto tempo, porque as pavimentações são tão precárias, temos fios desencapados nas ruas. Por que a nossa infraestrutura é tão precária? Penso que é porque a prefeitura abrange muitas obrigações e não tem capacidade para executar essas políticas públicas para modernizar e adaptar as nossas vias ao fluxo de pedestres, carros e motos”, disse.

Uma aproximação da prefeitura com os servidores foi defendida pelo candidato João Carlos Rodrigues (PMN). “Dentro do meu projeto está trabalhar em parceria com o servidor público. É ele quem sabe como gira a máquina. O servidor vai nos auxiliar no governo que queremos implantar, que é técnico e qualificado. O técnico não é quem representa um partido político, é o concursado que está no serviço público e conhece. Temos de qualificar e investir no servidor público. Temos de ter o servidor engajado no processo de construção”, disse.

No mesmo assunto, Marcelo Chiodo (PV), defendeu a criação de mecanismos para que a sociedade possa avaliar a prestação de serviços públicos. “Trabalhei dentro do serviço público e todos que estavam comido trabalhavam muito. O secretário adjunto não pode ser um CC ou político. Tem que ser um funcionário de carreira porque ele fica com a memória da secretária. Segundo passo é a avaliação do funcionário, que hoje é a própria secretária. Quem deve avaliar é a população. Queremos inovar. Qualquer obra ou serviço da cidade deve ter um acompanhamento por aplicativo com avaliação, ali veremos o que houve naquela parte da gestão. Não adianta a secretária avaliar secretária”, completou. (Rádio Guaíba e Correio do Povo)

Eleições 2016: SIMERS entrega pedidos da população sobre saúde a candidatos da Capital

Eleições 2016: SIMERS entrega pedidos da população sobre saúde a candidatos da Capital

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O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) promove, na próxima segunda-feira (5 de setembro), às 9 horas, no Hotel Deville (Av. dos Estados 1909 – Sala Piratini – Porto Alegre), um encontro com os candidatos à prefeitura de Porto Alegre. A entidade entregará os resultados da Campanha Desejos para a Saúde, que contou com a votação dos moradores sobre prioridades para melhorar a saúde pública. Uma plataforma digital recebeu os temas mais urgentes entre 21 de julho e 30 de agosto.

Um dossiê sobre a saúde da Capital foi elaborado pelo SIMERS, contendo a votação e um diagnóstico completo sobre os problemas no SUS. Em seguida, cada candidato responderá a perguntas sorteadas, relacionadas a suas plataformas políticas para a saúde. “Pela primeira vez uma plataforma aberta possibilitou que os moradores pudessem eleger prioridades e agora vamos levar a quem pode dar alguma resposta e fazer algo”, destacou o presidente do Sindicato, Paulo de Argollo Mendes(foto).

Até o momento, já confirmaram presença os candidatos Sebastião Melo (PMDB), Luciana Genro (PSOL), Fabio Ostermann (PSL), Nelson Marchezan Junior (PSDB), Marcello Chiodo (PV) e João Carlos Rodrigues (PMN).

Gestão e educação dominam debate dos candidatos à Prefeitura de Porto Alegre

Gestão e educação dominam debate dos candidatos à Prefeitura de Porto Alegre

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Críticas à atual gestão municipal, problemas na educação e segurança foram os temas que dominaram o debate promovido pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS), realizado nesta quinta-feira e transmitido pela Rádio Guaíba e site do Correio do Povo.

Palavras como falta de gestão, inchaço da máquina pública, insegurança e falhas administrativas foram usadas pela maioria dos concorrentes contra Sebastião Melo (PMDB), atual vice-prefeito e que tenta a continuidade do projeto de governo.

Melo não se esquivou de responder. O atual vice-prefeito ressaltou as obras da Anita, da Cristóvão, o novo transporte público e projetos como o da Orla do Guaíba. “Nós sabemos que precisamos melhorar, mas já fizemos muita coisa. Eu me preparei para ser prefeito e junto com meus companheiros de chapa iremos continuar melhorando a cidade”.

Na abertura, o presidente do Sescon-RS, Diogo Chamun, fez uma pergunta para todos os candidatos, baseado no relatório do Projeto Gestão Pública Eficaz, que analisou a administração pública da Capital. Diogo questionou a necessidade de implementar um novo modelo de gestão da educação e de como resolver o problema. O primeiro candidato a responder foi Raul Pont (PT) e o último foi João Carlos Rodrigues (PMN)

Raul Pont (PT)

Diz que vai implementar uma escola de inclusão, retomando o modelo das gestões passadas do Partido dos Trabalhadores, como o projeto dos ciclos. Criticou a falta de vagas na área infantil e que irá atacar essa frente.

Luciana Genro (Psol)

Fala que Porto Alegre vive uma grave crise na educação. Que a cidade não está oferecendo escolas infantis de qualidade. Para ela, a Prefeitura não tem um projeto pedagógico. Diz que irá construir um modelo discutindo com a família, professores e diretores e incrementar a escola infantil.

Fábio Ostermann (PSL)

Propõe a criação de bolsas de estudo em escolas privadas.

Sebastião Melo (PMDB)

Enaltece os feitos realizados pela gestão atual, que segundo ele, aumentou de 14 para 24 mil o número de crianças nas escolas. Além disso, citou a garantia de US$ 80 milhões, via empréstimo do BID para reforma das escolas e implementação de wi-fi e qualificação de bibliotecas.

Júlio Flores (PSTU)

Começa criticando o governo municipal, estadual e federal. Diz que como professor sabe das dificuldades dos alunos e das escolas. Cita a necessidade de um novo projeto educacional que esteja à serviço de todos.

Maurício Dziedricki (PTB)

Promete aumentar o número de escolas, diz que é preciso uma escola que ajude a pensar e não só a obedecer. Defende uma reforma pedagógica, o horário estendido para creches e um maior incentivo ao Funcriança.

Nelson Marchezan Jr (PSDB)

Defende uma mudança radical no setor público. Para ele, a educação de Porto Alegre é uma das piores do Brasil.

João Carlos Rodrigues (PMN)

Segundo o candidato, a retomada de gincana entre as escolas irá motivar os alunos a frequentarem as aulas. Defende o turno integral.

No segundo bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si, com temas sorteados sobre segurança, saúde, educação, funcionalismo, mobilidade urbana, desenvolvimento, sustentabilidade e infraestrutura.

Sobre desenvolvimento, Luciana Genro criticou o grande número de cargos de confiança, o que chamou de “loteamento partidário” e que isso acarreta em má qualidade de gestão. Propõe um governo técnico, com os melhores de cada área e promete cortar 70% dos CCs.

Sebastião Melo iniciou se defendendo. Disse que tem candidato que só vê problema e defendeu a sua coligação. Para ele, trata-se de uma aliança em torno de um projeto para a cidade. Prometeu diminuir a máquina pública e aumentar a oferta de vagas para crianças de 0 a 4 anos nas escolas.

Raul Pont criticou o processo de contratação das obras de infraestrutura da cidade. Ressaltou que elas são importantes, mas a maneira como foi feita, para ele é um erro administrativo que aumenta o valor.

Nelson Marchezan Jr (PSDB) citou dados onde apontou que Porto Alegre é a cidade que recebe maior volume per capta de recursos para a saúde. O problema, segundo Marchezan é que os recursos não são destinados para o setor. Fala em retomar parcerias pública/privadas. A respeito da sustentabilidade, promete dar uma atenção especial para a região das Ilhas.

Luciana Genro e Júlio Flores criticaram o modelo de transporte público. Luciana relembrou as promessas de BRts, transporte hidroviário. “Nos ônibus, mudaram as cores e a passagem aumentou, pois nem ar-condicionado tem”. Júlio Flores defende a retirar as concessões dos ônibus e passar para a Carris. Promete ampliar as ciclovias e lutar pelo metrô e o passe livre para os estudantes.

No terceiro bloco, os candidatos fizeram perguntas com temas livres. Novamente, vieram à tona a insegurança, os problemas com o transporte público e as críticas à gestão do atual governo.

Luciana Genro prometeu qualificar a guarda municipal, implementar os alarmes comunitários e que os agentes da EPTC ajudem a guarda municipal.

Sebastião Melo e Júlio Flores trocaram farpas sobre a cultura em Porto Alegre. O candidato do PMDB defendeu uma parceria pública/privada para o Porto Seco. Para Júlio Flores, isso só irá beneficar os empresários.

Luciana Genro e Fábio Ostermann também se “estranharam”. Ele comentou que a candidata do Psol defende a Venezuela e a política de Nícolas Maduro. Ela rebateu dizendo que discutiria a Venezuela se fosse candidata lá.

No último bloco, os candidatos apresentaram suas considerações finais. Enalteceram a iniciativa do Sescon-RS e da Rádio Guaíba. Valorizaram a oportunidade de trocar ideias, debater projetos e apresentar propostas para Porto Alegre.

Rádio Guaíba transmite hoje debate de candidatos à Prefeitura de Porto Alegre. Promovido pelo Sescon-RS, o debate será realizado no Centro de Eventos do Sindicato

Rádio Guaíba transmite hoje debate de candidatos à Prefeitura de Porto Alegre. Promovido pelo Sescon-RS, o debate será realizado no Centro de Eventos do Sindicato

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A Rádio Guaíba transmite hoje, a partir das 14h30min, direto do Centro de Eventos do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS), um debate entre os candidatos à prefeitura de Porto Alegre. Promovido pelo Sescon-RS, o debate faz parte das ações previstas pela entidade no Projeto Gestão Pública Eficaz. O Sindicato fica na rua Augusto Severo, 168, no bairro São João. Também será possível acessar o debate via site do Correio do Povo.

Mediado pelo jornalista Felipe Vieira, da Rádio Guaíba, o debate será dividido em três blocos. No primeiro, o presidente do Sescon-RS, Diogo Chamun, fará uma pergunta comum a todos os concorrentes. O questionamento terá origem no mais recente relatório do Projeto Gestão Pública Eficaz, que analisou a administração pública da Capital. No segundo bloco, os candidatos fazem perguntas entre si, com temas sorteados sobre segurança, saúde, educação, funcionalismo, mobilidade urbana, desenvolvimento, sustentabilidade e infraestrutura. No terceiro bloco, as perguntas entre os candidatos terão tema livre.

Chamun explica que o Sescon-RS realiza rotineiramente análises sobre a administração pública. “Alimentamos a imprensa com estudos. Mas também precisamos promover a discussão com os agentes públicos e o período eleitoral é o grande momento para isso”, afirma. O coordenador de jornalismo da Rádio Guaíba, Carlos Guimarães, diz esperar um debate qualificado, principalmente em vista do cenário político-econômico que o Estado e país enfrentam. “A crise política é uma realidade e a possibilidade de se realizar um pleito agora reforça a democracia, estimula debates e gera discussão sobre temas necessários para a melhoria da sociedade.” Para ele, um encontro na largada da campanha é fundamental para que o eleitor tenha consciência das propostas de cada candidato.

Participam do debate promovido pela entidade dos contabilistas os candidatos João Carlos Rodrigues (PMN), Júlio Flores (PSTU), Fábio Ostermann (PSL), Luciana Genro (PSol), Maurício Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan Jr (PSDB), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB). (Rádio Guaíba e Correio do Povo)

Guaíba, Correio do Povo e Sescon-RS reúnem candidatos a prefeito em debate na próxima quinta

Guaíba, Correio do Povo e Sescon-RS reúnem candidatos a prefeito em debate na próxima quinta

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Rádio Guaíba e Correio do Povo promovem em parceria com o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS), um debate entre os candidatos a prefeito de Porto Alegre. O encontro ocorre na próxima quinta-feira (18), das 14h30min às 17h, direto do Centro de Eventos do Sescon e com transmissão ao vivo pela emissora. O período eleitoral abre oficialmente dois dias antes, no dia 16.

“A crise política é uma realidade e a possibilidade de se realizar um pleito nestas condições reforça a democracia, estimula os debates e gera a discussão a respeito dos temas necessários para a melhoria da sociedade”, sustenta o coordenador de jornalismo da Guaíba, Carlos Guimarães. Para ele, um encontro na semana de largada da campanha é fundamental para que o eleitor já tenha consciência das propostas de cada candidato.

Dividido em três blocos, o Debate Sescon-RS/Rádio Guaíba vai ter mediação de Felipe Vieira. No primeiro, o presidente do Sescon vai formular uma pergunta comum a todos os concorrentes. O questionamento vai levar em conta o relatório mais recente do Projeto Gestão Pública Eficaz, que analisou a administração pública da capital. (Rádio Guaíba)

Eleições 2016: PSTU pode elevar para nove o número de candidatos à prefeitura da Capital

Eleições 2016: PSTU pode elevar para nove o número de candidatos à prefeitura da Capital

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A convenção do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), marcada para a noite desta sexta-feira (05), pode definir mais uma candidatura própria na disputa pela prefeitura de Porto Alegre. Se optarem por disputar sozinhos, o provável escolhido dos socialistas será Júlio Flores.

A outra possibilidade a ser definida na convenção é de coligação com PSol, que terá Luciana Genro na cabeça de chapa e Pedro Ruas como vice. O PSol conseguiu até o momento os apoios de PPL e PCB.

Se o PSTU definir candidatura própria, se confirmará a disputa com nove nomes. Atualmente estão definidos os seguintes candidatos, por ordem alfabética:

Fábio Ostermann – PSL

João Carlos Rodrigues – PMN

Luciana Genro – PSOL, PPL, PCB

Marcelo Chiodo – PV

Maurício Dzikedricki – PTB, Solidariedade, PR, PTdoB, PRP e PSC

Nelson Machezan Jr – PSDB, PP, PMB e PTC

Raul Pont – PT e PCdoB

Sebastião Melo – PMDB, PDT, PSB, PPS, Rede, DEM, PSD, PTN, PSDC, PRTB, PEN, PROS, PRB e PHS

                                                                                            (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)
Eleições 2016: TRE recebe lista do Tribunal de Contas com mais de 500 nomes que tiveram contas rejeitadas nos últimos oito anos no RS; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Eleições 2016: TRE recebe lista do Tribunal de Contas com mais de 500 nomes que tiveram contas rejeitadas nos últimos oito anos no RS; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) divulgou uma lista com mais de 500 nomes de gestores municipais que tiveram as contas julgadas irregulares ou que receberam parecer prévio desfavorável nos últimos oito anos. Como as convenções dos partidos ocorrem desde o fim de julho, a relação chegou hoje à presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargadora Liselena Robles Ribeiro.

Isso, porém, não gera, necessariamente, inelegibilidade imediata. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, para ficar configurada a inelegibilidade é necessário que a rejeição de contas tenha se dado por um ato que não possa ser sanado, configurando ato doloso de improbidade administrativa. Dificilmente, porém, um conselheiro do TCE dá esse parecer. Cabe ao juiz eleitoral, por isso, fazer a interpretação.

O presidente do TCE, Marco Peixoto, salienta, ainda, que vários dos apontados na listagem podem ter o nome repetido, já que a rejeição da prestação de contas, mais de uma vez, é comum em um mesmo mandato. Ele também lembra que a Lei de Responsabilidade Fiscal eleva a possibilidade de que o gestor seja acusado de improbidade administrativa.

A Corte Eleitoral não pretende usar a lista do TCE agora, mas a relação é fundamental para a análise do registro dos candidatos ao pleito de outubro. Todo pedido precisa ser julgado por um juiz eleitoral. Os pré-candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador terão até 15 de agosto para registrar os nomes à corrida eleitoral. Até a data da submissão ao TRE, qualquer pessoa pode se apresentar como candidata.

Os declarados inelegíveis não podem disputar cargo eletivo nas eleições que se realizarem nos oito anos seguintes, contados a partir da data da decisão.

Acesse a lista completa: http://www1.tce.rs.gov.br/portal/page/portal/tcers/consultas/contas_julgadas_irregulares 

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016: Presidentes da FDRH e Cientec concorrerão em Osório e Santo Antônio da Patrulha

Eleições 2016 Notícias Poder Política

Os presidentes da FDRH (Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos) e da Cientec (Fundação de Ciência e Tecnologia) no Rio Grande do Sul deixaram nesta quarta-feira os seus cargos para concorrer nas eleições municipais de outubro. Luciano Silveira, que presidia a FDRH, concorrerá a prefeito em Osório, enquanto , disputará a prefeitura de Santo Antônio da Patrulha. Ambos são peemedebistas.

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Daiçon Maciel da Silva, Cientec

O Diário Oficial de hoje traz ainda a saída de Miki Breier (PSB) da pasta do Trabalho e Desenvolvimento Social. Amanhã, ao menos outras duas exonerações de secretários estaduais devem ser oficializadas: Vieira da Cunha deixará a Educação para concorrer em Porto Alegre; e Edu Olivera (PSD) deixará a Modernização Administrativa e Recursos Humanos para concorrer em Santana do Livramento. (Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba)

Eleições 2016: Luciana e Melo reagem com neutralidade à escolha de Pont para a disputa na Capital; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Eleições 2016: Luciana e Melo reagem com neutralidade à escolha de Pont para a disputa na Capital; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Eleições 2016 Notícias Poder Política Porto Alegre Prédio prefeitura

Adversários em potencial do PT nas eleições de 2016 na Capital, Sebastião Melo (PMDB) e Luciana Genro (PSol) reagiram hoje com neutralidade à confirmação de Raul Pont como pré-candidato ao Paço Municipal. Conforme o atual vice-prefeito, o cenário político está recém se formando. Melo reiterou que vai procurar não se posicionar claramente contra o PT na disputa pela Prefeitura. “Respeito muito o PT e o Raul como ex-prefeito. E acho que eleição é ponte, é um momento de construir avanços na cidade, reconhecer erros, receber críticas e transformar essas críticas em posição de avanços. É com esse espírito que eu vou entrar na campanha”, disse.

Já a pré-candidata do PSol garante que a entrada do petista na disputa não modifica em nada a busca pela simpatia do eleitorado. “A minha já pré-candidatura se propõe a ser representante do terceiro campo, que não esteve com Dilma e também não esteve com a extrema-direita. Isso independe da candidatura dos governos que se dizem de esquerda”, afirmou. Luciana Genro salientou, ainda, que o PT deu sustentação para um governo que não teve políticas de esquerda, que esteve à frente de cortes em saúde e educação, além de ter tentado reformar a Previdência. De acordo com ela, essas políticas agora serão implementadas pelo governo Temer.

Nessa manhã, o presidente estadual do PT confirmou que Pont aceitou o convite dos dirigentes da legenda para disputar o Paço. Ary Vanazzi assegurou que o PT vai trabalhar a fim de buscar alianças para uma possível chapa com partidos que, segundo ele, apoiaram a democracia com o desejo de permanência da presidente afastada Dilma Rousseff no poder. ”Vamos fazer agora o debate com outros partidos para fazer aliança. Mas ele (Pont) que é o nosso pré-candidato”, apontou Vanazzi. Amanhã, o ex-prefeito concede entrevista para o A Cidade É Sua, na Rádio Guaíba.

Saiba mais
Partidos como o PP, o PDT e o PCdoB ainda não definiram se vão ou não apresentar candidatura própria para a disputa ao Paço Municipal. Sete siglas, além do PT, já se posicionaram. O PR confirmou o vereador Rodrigo Maroni como pré-candidato. O PTB disputa o Paço com o deputado estadual Maurício Dziedricki. Luciana Genro é a pré-candidata pelo PSol e o atual vice-prefeito Sebastião Melo, o do PMDB. Já os deputados federais Nelson Marchezan Jr., Onyx Lorenzoni e Danrlei de Deus foram os indicados, respectivamente, pelo PSDB, DEM e PSD.

Deputados aceleram campanha para assumir vaga de Eduardo Cunha

Notícias Poder Política
Eduardo Miranda/Jornal do Brasil

Pelo menos dois deputados federais estão em campanha pela Presidência da Câmara, apostando numa rápida queda do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e já contrataram equipe de jornalistas e marqueteiros para a produção de slogans, propostas de gestão e material publicitário para o eleitorado de 513 deputados.

Como o Jornal do Brasil, Cunha pediu a seus aliados uma sondagem no Conselho de Ética para mapear a tendência de voto dos 20 deputados integrantes. De acordo com um parlamentar, que pediu para não ser identificado, o placar está empatado com nove deputados para cada lado, e dois que estão indecisos. O temor do presidente da Câmara, porém, é com a pressão popular que os integrantes do conselho poderão sofrer, dado o fato de que a votação é aberta.

Os deputados em campanha apostam tanto na destituição de Cunha via Conselho de Ética e posterior aprovação de cassação no plenário da Câmara, onde seriam necessários 257 votos dos 513 parlamentares, quanto num eventual pedido de cassação pela Procuradoria-Geral da República, que apresentou no Supremo Tribunal Federal (STF) duas denúncias por crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o peemedebista.

Paralela às duas grandes campanhas, o Psol estuda lançar o deputado Chico Alencar (RJ) ao comando da Câmara. No início do ano, Eduardo Cunha fez uma robusta campanha para presidir a Casa e conseguiu percorrer, a bordo de um jatinho pago pelo PMDB, mais estados brasileiros que a presidente Dilma Rousseff para a reeleição à Presidência da República. À época, deputados da oposição questionaram os gastos do peemedebista, já que seu eleitorado estava concentrado no Congresso Nacional.