Porto Alegre, segunda, 17 de janeiro de 2022
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Respondendo a Trump, OMS nega centrar-se na China e diz que pior da pandemia ainda está pela frente

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Segundo organização, corte de financiamento americano poderá ter consequências negativas; Macron diz que OMS 'não pode ficar no meio de guerra entre EUA e China'. Presidente Donald Trump, durante briefing diário da força-tarefa da Covid-19 na Casa Branca Foto: Tom Brenner / REUTERS / 31-03-2020

A Organização Mundial da Saúde (OMS) negou nesta quarta-feira que seja “sinocêntrica”, uma acusação feita pelo presidente Donald Trump no dia anterior, quando ameaçou suspender as contribuições dos Estados Unidos à organização. Segundo a OMS, a pior fase da pandemia de Covid-19 ainda está pela frente e agora não é um momento certo para cortar as doações.

Segundo o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, a “pandemia ainda está em sua fase aguda” e um corte nos investimentos poderia ser desastroso. O conselheiro sênior do diretor-geral da organização, Bruce Aylward, por sua vez, defendeu a relação da agência das Nações Unidas com a China, afirmando que a contribuição das autoridades chinesas foi “absolutamente crucial” para que a pandemia fosse entendida.

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