Porto Alegre, segunda, 17 de janeiro de 2022
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O que está por trás das imagens da vala comum para mortos do coronavírus em Nova York

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Funeral é realizado no Brooklyn, em Nova York, em meio ao terceiro recorde seguido de mortes. REUTERS

A percepção do tamanho da tragédia do coronavírus na cidade de Nova York ganhou novos contornos depois que vieram à tona imagens de pessoas com trajes especiais enterrando caixões em valas comuns nesta sexta-feira (10).

Um drone registrou a operação em Hart Island, região usada há mais de 150 anos por autoridades para enterros daqueles sem parentes próximos ou de famílias sem condições financeiras para arcar com os custos.

Cerca de 25 pessoas costumam ser enterradas por semana na ilha, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

Mas, em meio à pandemia da covid-19, os enterros no local passaram a acontecer cinco vezes por semana, com cerca de 24 deles por dia, diz o porta-voz do Departamento Penintenciário Jason Kersten.

Detentos de Rikers Island, o maior complexo penintenciário da cidade, costumam realizar os enterros em Hart Island. Mas o aumento da carga de trabalho fez com que funcionários terceirizados precisassem ser contratados.

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