Porto Alegre, segunda, 17 de janeiro de 2022
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Alemães fogem de restrições sanitárias e criam condomínios antivacina na Bulgária; RFI

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Controle do passaporte sanitário em uma praça de Berlim, em 28 de novembro de 2021. AP - Carsten Koall

Pode parecer uma anedota, mas não é. Grupos de alemães insatisfeitos com o rigor progressivo das medidas sanitárias estão deixando o país e se refugiando na Bulgária, sobretudo às margens do Mar Negro, para escapar das restrições.

Segundo uma reportagem publicada na revista Der Spiegel, o principal grupo deste movimento se estabeleceu em um prédio na cidade de Aheloy, na Bulgária. Esse pequeno balneário praiano e centro turístico desde os tempos do regime comunista, foi oficialmente abolido a partir da débâcle da União Soviética no começo dos anos 90 do século passado.

Os militantes se estabeleceu num condomínio que leva o nome da cidade com um sotaque francês – Château Aheloy. Seu líder, Dirk Gelbrecht, criou um grupo da plataforma Telegram, o “Imigrantes Alemães na Bulgária”, que já conta com 2.500 membros. No condomínio – com acesso controlado, portão de ferro e vigias próprios – vivem cerca de 60 pessoas, e o plano é chegar a 100.

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