Na tentativa de aumentar a bancada no Congresso nas eleições do ano que vem, o PT tem procurado em outros partidos de esquerda, como PSOL e PDT, candidatos puxadores de voto. São nomes já consolidados na política e ligados aos movimentos negro, feminista e LGBTQIAP+.
O “assédio” dos petistas tem incomodado as outras siglas e é considerado acima do comum mesmo para um ano pré-eleitoral. Dirigentes partidários avaliam que a candidatura do ex-presidente Lula, com 48% das intenções de voto, segundo o Datafolha, torna o cenário mais atrativo para as trocas.
A filiação mais recente anunciada pelo PT foi a do senador Fabiano Contarato (ES), eleito pela Rede e destaque na CPI da Covid. Delegado de polícia, ele atua em pautas ligadas à discriminação de gênero. Já o historiador Douglas Belchior, liderança do movimento negro, deixou o PSOL e deve ser candidato a deputado federal pelo PT, junto à drag queen e ativista Ruth Venceremos, do Distrito Federal, e ao ex-deputado Jean Wyllys.
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